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DIVISÃO DE HONRA
Penúltima jornada
União assegura regresso aos Nacionais, com estrondosa goleada aos Borbense, e ultrapassa os 100 golos, marcados nesta época: (101 marcados 20 sofridos).
Alandroalense assegura permanência na Divisão de Honra com vitória difícil em casa.
Luta renhida, pela permanência entre Bencatelense, Estremoz e Redondense.
Resultados:
Torre de Coelheiros 0– Monte Trigo 2
Portel 1 – Escouralense 0
Alandroalense 2 – Canaviais 1
Redondense 1 – Bencatelense 0
Calipolense 3 – Estremoz 0
União 9 – Borbense 1
Valenças 0 – Oriola 0
1ª DIVISÃO - FASE FINAL
Sporting de Viana e São Manços asseguram a subida à Divisão de Honra
Sporting de Viana 2 – Aldeense 0
Cabrela 0 – São Manços 2.
As fotos do União 9 – Borbense 1
Equipa do J.S.A. que assegurou presença na Divisão de Honra
Excelente tarde de toiros na Praça de Montemor.
Seis corpulentos "Partido de Resina, ex Pablo Romero" de 2002, variando no pêso entre 520 Kg, o menos pesado, e 678 Kg o mais pesado.
Triunfos dos Cavaleiros Rouxinol, António Telles e Ana Baptista.
Tarde de glória para os Forcados de Montemor a pegarem os três em sorte à primeira tentativa. Menos sorte para os de Évora que consuram à segunda no seu primeiro, à primeira no segundo e com recurso à cernelha no último.
Texto e fotos: F. Tátá
João Moura Caetano em ombros em Arroyo de San Servan
Depois do triunfo alcançado no passado dia 28 de Abril em Estremoz, o cavaleiro João Moura Caetano actuou esta tarde em Arroyo de San Servan, na província de Badajoz, onde saiu em ombros depois de ter cortado duas orelhas e um rabo no seu primeiro toiro, e duas orelhas no segundo.
João alternou com António Domecq, que foi premiado com ovação e duas orelhas e Juan Carlos Jimenez, que cortou duas orelhas e orelha.
Numa tarde que contou com 2/3 de casa, lidaram-se toiros de Dehesa de Guadarrama, que deram bom jogo no geral.
Relembramos que o jovem cavaleiro de Monforte actuará amanhã, 6 de Maio, em Puertollano onde compartilhará cartel com El Cartagenero e o cavaleiro luso Manuel Lupi.
Hugo Calado
Conselho de Ministros sábado em Évora
Pedro Silva Pereira, ministro da Presidência anunciou um Conselho de Ministros extraordinário que terá lugar sábado em Évora, em local ainda a definir.
http://www.noticiasalentejo.pt/
Évora : José Ernesto congratula-se com Conselho de Ministros na cidade
Sexta, 04 Maio 2007
O presidente da Câmara de Évora, José Ernesto Oliveira, congratulou-se ontem, com a realização de um Conselho de Ministros Extraordinário, em Évora.
O autarca, sem ter conhecimento oficial da reunião, salientou que a vinda do governo a Évora, traduz-se na importância da cidade.
“É um orgulho para a cidade puder receber o conselho de ministros, e traduz o prestigio que Évora tem,” disse o autarca, salientando que “o governo ao deslocar-se a nossa cidade, toma mais de perto contacto com a nossa realidade e observa aquilo que estamos a desenvolver”.
http://www.dianafm.com/
Esta semana recomendamos:
300
No ano 480 antes de Cristo, durante a famosa batalha de Thermopylae, o rei de Esparta, Leônidas (Gerard Butler), lidera o seu exército contra o avanço dos Persas, comandados por Xerxes (Rodrigo Santoro). Na História, a batalha ficou marcada por ter inspirado toda a Grécia a unir-se, o que ajudou a solidificar o conceito de democracia que se conhece hoje. Adaptação dos quadradinhos criados por Frank Miller.
Realização: Zack Snyder
Com : Gerard Butler, Lena Headey, David Wenham, Dominic West, Vincent Regan, Michael Fassbender, Rodrigo Santoro, Andrew Tiernan, Tom Wisdom, Andrew Pleavin
DIVISÃO DE HONRA
Penúltima jornada a disputar dia 06/05/2007 – 16 horas
Torre de Coelheiros – Monte Trigo
Portel – Escouralense
Alandroalense – Canaviais
Redondense – Bencatelense
Calipolense – Estremoz
União – Borbense
Valenças – Oriola
1ª DIVISÃO - FASE FINAL
Dia 06/05/2007 – 16 horas
Sporting de Viana – Aldeense
Cabrela – São Manços.
JUVENIS
Dia 05/05/2007 – 16 horas
União – Terena (Jogo a realizar nas Fazendas do Cortiço)
Rio de Moinhos – Sporting de Viana
Sport Lisboa Évora – Portel
Calipolense – Estrela
Canaviais – Borbense
Atlético – São Pedrense.
Na última jornada : Portel 5 Terena 0
EM MONTEMOR

GRANDE JOGO: U.MONTEMOR-BORBENSE
ESTE PODE SER O JOGO DO TITULO
Disputa-se neste domingo às 16:00Horas no Estádio 1.º de Maio em Montemor-o-Novo, aquele que pode ser o jogo do titulo. Frente a frente no relvado do 1.º de Maio, o líder U.Montemor e a sempre difícil equipa do Borbense; em caso de vitória da equipa alvi-negra, esta regressa à 3ªDivisão Nacional. Vai ser um jogo emotivo e de certeza renhido já que a equipa do Borbense não vai facilitar e vai querer demonstrar o seu enorme valor.
Em caso de subida esta será a 29ª vez que o U.Montemor vai participar da 3ªDivisão, um clube que conta com 30 presenças na 2ªDivisão.
Venham ver este grande jogo à cidade de Montemor.
Antigos jogadores que mereceram "cromos"



Romeu
Cedido por: http://cromodoscromos.blogspot.com/
ESTE FIM-DE-SEMANA SÃO AS FESTAS DA SANTA CRUZ
A PROPÓSITO:
ALDEIA DA VENDA
FESTA DA SANTA CRUZ
Esta Festa realiza-se no segundo fim-de-semana do mês de Maio, na Aldeia da Venda.
O tradicional Cântico, designado por “CÂNTICO À ORDEM DAS OLIVEIRAS”, retrata e representa as diferenças dos grupos sexuais, a necessidade das relações e reproduções sociais, de forma a garantir a continuidade da comunidade. Esta Cerimónia é composta por catorze raparigas, dos treze aos vinte e cinco anos, e doze rapazes, dos dezassete aos vinte e nove anos, todos solteiros, uma Mordoma e Madalena. As raparigas usam vestidos brancos, por vezes, ao peito cosem, no tecido, enfeites em ouro, e uma tira de flores no cabelo. Os rapazes vestem fatos de cor cinzenta ou azul escura, e transportam uma caçadeira. Estas são disparadas durante o Cântico, saindo papelinhos de várias cores. O Cântico, designado de “LADAINHA” é entoado em tom de voz muito aguda, com algumas pausas, sons de pandeiretas e dos tiros.
O encontro crucial do rito é o “ENCONTRO”, onde se procede ao “BEIJO DA CRUZ”.
Os grupos encontram-se diante do altar, e a cruz vai-se aproximando, transportada pela Mordoma, que se apresenta vestida de branco, do ponto mais alto da Aldeia. Por sua vez, Madalena, vestida de preto, transporta o Sudário, da parte mais baixa da Aldeia.
In: Cd-Rom: Portugal século XXI
Que solução para Lisboa - Eduardo Luciano
Quinta, 03 Maio 2007
Lisboa é a capital deste país à beira-mar plantado. As cidades que se constituem pólos administrativos e financeiros, onde estão instalados os principais centros de poder atraem sobre si mais atenções e despertam mais curiosidade que todas as outras.
Os que dirigem essas edilidades são muitas vezes alcandorados a posições de poder que ultrapassam em muito o que lhes está estritamente atribuído por força da lei.
Talvez por isso, algumas figuras usaram ou tentaram usar a presidência da câmara da capital como trampolim para voos mais altos, ou como palco para demonstrar autonomia de decisão e méritos que iam muito para além de um apelido colado a um nome próprio.
Talvez por isso eu tenha o entendimento que a política autárquica de Lisboa diz respeito a todo o país. Pela sua visibilidade, mas também pelo muito que tem de balão de ensaio para soluções de alinhamento político ou de estratégias nacionais.
Durante doze anos foi possível, no município lisboeta, um entendimento das duas principais forças políticas de esquerda, que souberam encontrar consensos para o governo de uma cidade com aquela complexidade, apesar das diferenças ideológicas e de posicionamento quanto à política nacional que PS e PCP sempre tiveram.
Nas últimas eleições autárquicas uma das forças políticas não resistiu às tentações hegemónicas, tentando impor uma solução de coligação que garantia o trabalho e o apoio do parceiro, reduzindo a sua representação ao mínimo possível.
Cavou no terreno das diferenças tornando-as inultrapassáveis, sonhando com uma vitória a solo que a aposta num candidato com forte presença mediática lhe parecia garantir.
Todos estamos lembrados do resultado. O PSD ganhou as eleições com maioria relativa, continuando a política de Santana Lopes, que atirou Lisboa para a enorme confusão e profusão de casos, desde a gestão das empresas municipais até aos processos judiciais relacionados com obras e projectos, que levaram à suspensão do mandato de dois vereadores, à paralisia dos serviços e, por último, ao envolvimento pessoal de Carmona Rodrigues num dos processos judiciais entretanto em desenvolvimento.
A situação é de tal forma insustentável que irá desembocar irremediavelmente em eleições intercalares.
A questão que se coloca agora é de saber se as lições do passado recente foram aprendidas e se PS e PCP vão voltar a conseguir construir uma proposta conjunta de governo para a principal cidade do país.
Apesar dos doze anos de funcionamento dessa solução, com dois presidentes diferentes, parecerem demonstrar à evidência as vantagens de uma coligação desse tipo, receio que a actual liderança do PS volte a cair na tentação de querer trocar a aposta num programa comum para ser executado por uma equipa em que os pesos dos parceiros respeitem um equilíbrio básico, por uma proposta de coligação em que este partido considere os seus parceiros como meras figuras decorativas. Os penachos no chapéu do líder.
Se assim for, teremos novamente uma elevada probabilidade da direita continuar no governo da cidade com os resultados que os últimos 6 anos nos mostraram.
É que o PCP, um dos possíveis parceiros da putativa coligação de esquerda, já demonstrou prezar demasiado a sua identidade, para aceitar o abraço fraterno que o urso lhe oferece.
Até para a semana
Produtores de vinho
Municípios juntam-se em associação
Meia centena de municípios produtores de vinho formalizaram ontem, no Cartaxo, a criação de uma associação que visa afirmar o sector tanto no País como no estrangeiro, disse o presidente da Câmara Municipal do Cartaxo.
Paulo Caldas (PS), que foi empossado como presidente da direcção da Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV), afirmou que a associação visa “quebrar protagonismos e umbigos” e, conjugando esforços, potenciar as iniciativas de cada um dos municípios aderentes e promover o vinho português tanto internamente como no estrangeiro.
A associação integra os municípios da Mealhada, Vidigueira, Almeirim, Alpiarça, Arruda dos Vinhos, Borba, Lamego, Palmela, Peso de Régua, Praia da Vitória, Reguengos de Monsaraz, Cartaxo, Bombarral, Cadaval, Redondo, Alenquer, Loures, Óbidos, Torres Vedras, Cascais e Sintra. Santarém, Tomar, Chamusca, Armamar, Paredes, Famalicão, Sabrosa, Montijo, Rio Maior, Tábua, Cantanhede, Barcelos, Gouveia, Cuba, Mafra, Oeiras, Ourém, Alandroal, Vila Franca de Xira, Santa Marta de Penaguião, Baião, Azambuja, Carrazeda de Ansiães e Anadia são outros municípios que integram a associação.
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Crónica de Hélder Rebocho
Quarta, 02 Maio 2007
Portugal foi por tradição um país de emigração, característica que acentuou sobretudo na segunda metade do século passado, quando muitos Portugueses rumaram a outros paragens em busca de melhores condições de vida.
França, Alemanha e Suiça eram os destinos de eleição, verdadeiros oásis para aqueles que se dispunham a abandonar o seu país, pelo menos temporariamente, para tentar a sorte em mercados de trabalho com indíces salariais substancialmente mais elevados que os praticados então em Portugal.
Os problemas sociais e laborais que empurravam os Portugueses para fora do seu país não estavam relacionados com desemprego, mas com precárias condições de trabalho e salários muito baixos, quase simbólicos quando comparados com aqueles que poderiam ser auferidos nos países de destino.
Portugal é hoje um país diferente, a emigração foi superada por uma nova realidade, a imigração.
Tradicionalmente habituada a ver partir os seus para outros países, a nossa sociedade é agora confrontada com a chegada de imigrantes a Portugal, sobretudo provenientes de África, Brasil, China e Países do Leste Europeu, que aqui desembocam em busca do mesmo desígnio que norteava os emigrantes Portugueses, ou seja, a busca de melhores condições de vida.
A chegada de imigrantes ao nosso país começou por ser interpretada pelos Portugueses como um sinal de prosperidade económica, pois se os imigrantes aqui se radicavam, isso significava que havia emprego, boas condições de trabalho e salários atraentes, se assim não fosse por que motivo deixariam o seu país rumo ao nosso e não a qualquer outro país da Europa?
Todos sabemos que Portugal não é um paraíso em termos económicos e laborais, existe uma elevada taxa de desemprego, baixos salários e uma economia deficitária, problemas aos quais acrescem outros de natureza social.
Portugal é neste domínio um país desequilibrado e corre sérios riscos de causar maiores desequilíbrios se não estabelecer com urgência uma verdadeira política de imigração, com benefícios, desde logo para os próprios imigrantes que escolham o nosso país como destino.
Na verdade, ninguém ignora a desprotecção social a que muitos são votados quando o desemprego ou as dificuldades de integração se cruzam no seu caminho e muitas vezes os empurram para a mendicidade.
Não se pode abrir, indiscriminadamente, a porta da nossa casa a todos quantos queiram entrar se não tivermos condições para os receber, nem permitir que o nosso país sirva, pelo facilitismo, como via de acesso de muitos imigrantes a outros países da Europa.
De facto ninguém vai abandonar a sua comunidade para viver a milhares de quilómetros de distância se aí não encontrar emprego e formas de subsistência mais atraentes.
Por isso muitos questionam o motivo pelo qual Portugal é escolhido como destino de imigração quando existem abismais diferenças salariais comparativamente a países como a França, Alemanha, Suiça, Dinamarca, Suécia ou outros.
A resposta é simples, porque aqui é fácil entrar.
Mas é Importante ter em consideração que também é fácil ser sujeito a trabalho precário ou ao desemprego, dada a fragilidade da nossa economia.
Para acolher com dignidade é preciso receber dentro das nossas reais capacidades, resultado que apenas se pode atingir com uma politica de imigração que não sendo discriminatória se adeqúe à realidade Portuguesa.
A não ser assim, estaremos a trilhar o caminho para graves convulsões sociais, geradas pela insatisfação daqueles que imigram na expectativa de melhorar as suas condições de vida, sem o conseguirem e pela desconfiança dos Portugueses que começam a ver nos imigrantes uma ameaça pela forte concorrência que representam no exíguo e depauperado mercado de trabalho.
Equipa de rugby de R.C. J. que no passado mês de Abril teve brilhante participação no Torneio de Vilamoura.

FUTSAL: G.D.MONTEMOR FORAM VICE-CAMPEÕES
DO DISTRITAL DE SANTARÉM
Os juniores do GDMontemor foram vice-campeões do Distrital de Santarém de Futsal, o campeão foi a equipa do Ouriense. Obrigados a jogar neste distrito há algumas épocas, por não haver competição no distrito de Évora, foi brilhante a participação da equipa montemorense.
A equipa juvenil acabou em 3ºlugar do mesmo distrital.
1ºOuriense-46
2ºMONTEMOR-42
3ºPatos-40
4ºCartaxo-33
5ºEntrocamento-31
6ºMoreiras Grandes-20
7ºOperário-17
8ºSp.Tomar-15
9ºRio Maior-11
10ºSL.ÉVORA-9

Aqui lhes deixo o “curro” da Ganadaria Pablo Romero, propriedade da Empresa Partido da Resina, que vão ser lidados por António Ribeiro Telles, Luís Rouxinol e Ana Baptista e pegados pelos Forcados de Montemor e Évora.
Toiros com mais de cinco anos e pesando mais de 600 Kg , pela primeira vez em Praças Portuguesas.
José Maria Cortes o próximo Cabo de Montemor
Eleito pelos elementos actuais, José Maria Cortes será o 9º Cabo na história do Grupo de Forcados de Montemor.
Fardou-se pela primeira vez na praça de toiros das Caldas da Rainha no dia 23 de Agosto de 2001 e receberá no dia 2 de Setembro de 2007 os destinos do Grupo que este ano comemora o seu 68º aniversário.
Sucede a Rodrigo Corrêa de Sá, forcado desde 1989 e Cabo dos Forcados de Montemor desde o dia 7 de Setembro de 1997.

O Cabo actual e o futuro

Tempo : Cinco distritos em alerta Amarelo devido à chuva
Quarta, 02 Maio 2007
Os cinco distritos do Sul do continente estão hoje em alerta Amarelo devido à possibilidade de queda de chuva forte, de acordo com o Instituto de Meteorologia.
Setúbal, Portalegre, Évora, Beja e Faro são os distritos em alerta Amarelo - o segundo de uma escala de quatro.
Para hoje o Instituto de Meteorologia prevê períodos de chuva até ao fim da manhã, por vezes moderada a forte nas regiões do Sul, passando a regime de aguaceiros localmente moderados e acompanhados de trovoada.
http://www.dianafm.com/
Imprensa Belga Descobre o Alentejo ao seu Próprio Ritmo
A Delegação do ICEP Portugal em Bruxelas e o Turismo do Alentejo, organizaram entre os dias 25 e 27 de Abril uma visita de imprensa sob o tema “Descubra o Alentejo ao seu próprio ritmo”.
“A originalidade da visita traduziu-se numa participação mais activa do que normalmente se espera de uma visita de imprensa em grupo, dando aos jornalistas a possibilidade de conduzirem um carro individual e estabelecerem o seu próprio ritmo de visita a uma região fascinante” comentaram os jornalistas.
http://www.portugalnews.pt/
Vendas de carne de porco preto como porco alentejano prejudicam sector
O comércio de carne de porco preto de menor qualidade como sendo de porco alentejano está a prejudicar as vendas desta raça suína de origem protegida, denunciou hoje, em Beja, uma associação do sector.
"Mais do que uma confusão, trata-se, sobretudo, de um crime económico, baseado no branqueamento da marca da carne de porco alentejano, que é de Denominação de Origem Protegida (DOP)", disse José Cândido, presidente da Associação de Criadores de Porco Alentejano (ACPA).
http://www.agroportal.pt/
É do povo
que protesta
que canta
que escuta com atenção. mas se mostra impotente para tanta desigualdade
e volta a protestar...
Eu Vim de Longe
Letra e música: José Mário Branco
Intérprete: José Mário Branco (in "Ser Solidário", 1982; reed. EMI-VC, 1996)
Quando o avião aqui chegou
Quando o mês de Maio começou
Eu olhei para ti
Então entendi
Foi um sonho mau que já passou
Foi um mau bocado que acabou
Tinha esta viola numa mão
Uma flor vermelha n'outra mão
Tinha um grande amor
Marcado pela dor
E quando a fronteira me abraçou
Foi esta bagagem que encontrou
Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei p'ra aqui chegar
Eu vou p'ra longe
P'ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos p'ra nos dar
E então olhei à minha volta
Vi tanta esperança andar à solta
Que não hesitei
E os hinos cantei
Foram feitos do meu coração
Feitos de alegria e de paixão
Quando a nossa festa se estragou
E o mês de Novembro se vingou
Eu olhei p'ra ti
E então entendi
Foi um sonho lindo que acabou
Houve aqui alguém que se enganou
Tinha esta viola numa mão
Coisas começadas noutra mão
Tinha um grande amor
Marcado pela dor
E quando a espingarda se virou
Foi p'ra esta força que apontou
Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei p'ra aqui chegar
Eu vou p'ra longe
P'ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos p'ra nos dar
Cortesia da : http://www.dianafm.com/
Dia do trabalhador - Domingos Cordeiro
Terça, 01 Maio 2007
Comemora-se hoje o dia em 1 de Maio, efeméride de um outro que teve lugar em 1886 quando, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. A polícia reprimiu a manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários. Mas os trabalhadores não se deixaram abater, todos achavam que eram demais as horas diárias de trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente reprimidos: 8 líderes presos, 4 trabalhadores executados e 3 condenados a prisão perpétua.
Foi este o resultado desta segunda manifestação.
A luta não parou e a solidariedade internacional pressionou o governo americano a anular o falso julgamento e a elaborar novo júri, em 1888. Os membros que constituíam o júri reconheceram a inocência dos trabalhadores, culparam o Estado americano e ordenaram que soltassem os 3 presos.
Em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.
121 anos depois das grandiosas manifestações dos operários de Chicago pela luta das oito horas de trabalho e da brutal repressão patronal e policial que se abateu sobre os manifestantes, o 1º de Maio mantém todo o seu significado e actualidade.
Nos Estados Unidos da América o Dia do Trabalhador celebra-se no dia 3 de Setembro e é conhecido por "Labor Day". É um feriado nacional que é sempre comemorado na primeira segunda-feira do mês de Setembro e está relacionado com o período das colheitas e com o fim do Verão.
No Canadá este feriado chama-se "Dia de Oito Horas". Tem este nome porque se comemora a vitória da redução do dia de trabalho para oito horas.
Na Europa o "Dia do Trabalhador" comemora-se sempre no dia 1 de Maio.
Em Portugal, "o Dia do Trabalhador” é da maior importância para o movimento sindical e para aqueles que representa, mas também para todos os que defendem uma sociedade mais justa e solidária. O dia em se afirmam os valores do sindicalismo e a necessidade do progresso económico e social".
A efeméride que hoje se comemora por toda a Europa é, em Portugal, assombrada pela concentração de nacionalistas do PNR que marcaram uma concentração para o Largo do Rato, ao que dizem, pela “dignidade do trabalhador português”.
Tal manifestação, de cariz marcadamente xenófobo, esquece que os emigrantes que recebemos em Portugal são criadores de riqueza, fazem os trabalhados que a maioria dos portugueses não quer e, procuram na nossa terra, condições de vida que a sua lhe não proporcionou.
Estou certo que o ideal que sempre norteou os portugueses no dia que hoje se comemoramos – uma sociedade mais justa e solidária – saberá resistir, de forma democrática, àqueles que, valendo-se do facto de viverem em democracia, a negam todos os dias pelas práticas que adoptam.