Jovens autarcas criam blogue para incentivar “fórum permanente”
Os autarcas municipais com menos de 35 anos decidiram ontem, em Arganil, criar um blogue na Internet como espaço de discussão do “fórum permanente” que agrupa os 14 presidentes de câmaras e assembleias mais jovens do país.
Ricardo Alves, presidente social-democrata da Câmara de Arganil, e anfitrião da primeira reunião daqueles eleitos, disse que o grupo pretende prosseguir o debate das questões que mais preocupam actualmente os responsáveis do poder local.
Para aprofundar as questões em debate no blogue do fórum, cujo endereço ainda não foi divulgado, os 14 autarcas vão realizar um segundo encontro no dia 4 de Abril, em Ferreira do Alentejo. Entre outras iniciativas a promover, prevêem, ainda sem data marcada, «um evento para qual serão convidados os primeiros autarcas, eleitos em 1976, os que há 30 anos começaram a transformar o país».
Na reunião, nos Paços do Concelho de Arganil, participaram ainda o presidente da Assembleia Municipal de Vouzela, Rui Ladeira (PSD), e o vereador Nuno Pancada, da Câmara de Ferreira do Alentejo (PS). Integram também o fórum de jovens autarcas os presidentes das câmaras de Ourique (PS), Vila Real de Santo António (PSD), Óbidos (PSD), Ponta do Sol (PSD) e Cartaxo (PS) e os presidentes das assembleias municipais de Barrancos, Constância, Madalena, Moura e Vouzela.
http://www.diariocoimbra.pt/
25ª Volta ao Alentejo - Oscar Pereiro cartaz das “Bodas de Prata”
O corredor galego Oscar Pereiro, que aguarda ainda a confirmação oficial para ser declarado vencedor da Volta à França em Bicicleta de 2006, será o grande cabeça de cartaz do pelotão de 17 equipas que participará nas “bodas de prata” da Volta ao Alentejo em Bicicleta, na estrada de 11 a 15 de Abril.
http://www.radioportalegre.pt/
Alemanha, Reino Unido, Espanha, França e Escandinávia serão principais mercados emissores para acções de promoção
O orçamento dos destinos regionais portugueses para promover o turismo no estrangeiro é de 19,5 milhões de euros este ano, com o valor mais elevado a pertencer ao Algarve, com 6 milhões de euros.
Numa cerimónia onde participou o ministro da Economia e Inovação, Manuel Pinho foram assinados contratos de promoção externa com cinco das sete agências regionais de promoção externa, aquelas de Portugal continental (Algarve, Alentejo, Lisboa, Centro e Porto e Norte).
Porto e Norte contam com um orçamento de promoção de 1,9 milhões de euros (9,7 por cento), Açores com 708,8 mil euros (3,6 por cento), Alentejo, com 663,2 mil euros (3,4 por cento) e Centro de Portugal, com 600 mil euros (3,1 por cento).
http://www.opcaoturismo.com/
Algarve, Centro e Alentejo não conseguem usar o apoio máximo de promoção do turismo
As regiões do Algarve, Centro de Portugal e Alentejo não vão utilizar o apoio máximo disponibilizado pelo Turismo de Portugal para promoção externa, por falta do correspondente investimento privado, afirmou hoje um responsável do instituto.
http://diarioeconomico.sapo.pt/
Turismo : Alentejo com 3,4% das verbas para promoção externa
A Agência de Promoção Turística do Alentejo, vai receber cerca 663 mil euros, uma pequena fatia dos 19,5 milhões de euros, destinados a promover o país no estrangeiro.
Contactado pela DianaFm, o presidente da Turismo do Alentejo, considerou que a verba fica abaixo das necessidades.
http://www.dianafm.com/
Campanha “Frescos & Miúdos” anima crianças do Alentejo Central
A AMCAL-Associação de Municípios do Alentejo Central, que inclui as autarquias de Alvito, Cuba, Vidigueira, Viana do Alentejo e Portel, está a promover, ao longo deste ano lectivo, através da Rota do Fresco, a campanha “Frescos & Miúdos”. Uma iniciativa anual que já vai na 3ª edição e que pretende através de um variado leque de actividades sensibilizar o público mais jovem para a importância do conhecimento e da preservação do património cultural.
http://www.vozdaplanicie.pt/
Coalaboração da :
Crónica de 28 de Fevereiro de Hélder Rebocho
Quarta, 28 Fevereiro 2007
Na passada semana Alberto João Jardim apresentou formalmente a demissão junto do Ministro da República, provocando aquele que será um cenário inevitável, a realização de eleições antecipadas para a Região Autónoma da Madeira.
O ainda presidente do Governo Regional é uma figura política incontornável e polémica. Goste-se ou não, há méritos que não lhe podem ser retirados.
A sua demissão foi aproveitada pela oposição para dar uns golpes na sua imagem pública e porventura ocultar o mérito da sua experiência e perspicácia política, qualificando-a como mais uma birra do Alberto João.
Aqueles que esperavam que o Presidente do Governo Regional encaixasse passivamente o ataque desferido contra a Região Autónoma da Madeira pelo Governo de José Sócrates, enganaram-se mais uma vez.
Os profundos cortes nas transferências de verbas para a Madeira, conjugados com a alteração da Lei Eleitoral para a Assembleia Regional, acarretariam para Jardim um arrastar demasiado penoso até ás eleições de 2008, por incapacidade de executar o seu programa de Governo, devido aos cortes orçamentais que por efeito de garrote alteravam, de forma significativa, as condições de governação.
É verdade que a Madeira é uma das regiões menos desfavorecidas de Portugal, mas esse favor não o devem os Madeirenses aos sucessivos governos da república, mas ao rigor que Jardim e o PSD Madeira sempre souberam impor na sua governação.
Na Madeira todas as verbas, sejam provenientes do continente ou dos fundos comunitários são aplicadas, sem subserviências, em benefício do desenvolvimento da região e do bem-estar da população.
Só assim se justifica a longevidade da governação de Jardim, porque o eleitorado madeirense não seria cego ao ponto de escolher reiteradamente o que seria pior para si.
Perante o cenário previsível, gerado pela alteração das condições financeiras Jardim fez aquilo que a sua forma de estar na política deixava antever, apresentou a demissão com a certeza que será novamente eleito, e com outra garantia, o programa de governo cuja execução estava em curso, pode assim, ser executado e cumprido até 2011, o que não seria possível se o mandato terminasse em 2008.
Após a aprovação da Lei das Finanças Regionais, cumprir o mandato até ao fim significava não cumprir o seu programa eleitoral.
Não cumprir o mandato em curso era a única solução viável para adaptar o programa de governo à nova realidade económica ditada pela redução substancial das verbas disponíveis para a Madeira.
Alberto João Jardim revelou visão estratégica, a sua demissão é um golpe de mestre que lhe permite governar como quer, no timing que entende necessário, podendo ainda, preparar calmamente a sua sucessão.
É verdade, que a sua demissão não terá a virtualidade de fazer crescer as verbas previstas para a Madeira ou alterar a Lei das Finanças Regionais, mas permite-lhe alargar o prazo de execução do seu programa de governo.
Jardim não ficou com o jogo que lhe deram, pegou nas cartas, baralhou e deu de novo, não duvido que fica com mais trunfos e assim sendo, não será difícil adivinhar quem sairá vencedor.
Alandroal na “X Feira dos Mayores”
500 seniores participaram na viagem
Acompanhados pelos Autarcas do Concelho, foram cerca de 500 os idosos que participaram no passado Domingo, na visita à “X Féria de Los Mayores”, em Badajoz.
Mesmo aqueles que têm mobilidade reduzida ou outras necessidades de apoio específico não deixaram de participar já que, além dos Técnicos, havia pessoal do Município para apoiar aqueles que necessitavam de uma ajuda suplementar.
O mau tempo que se fez sentir ao longo da manha não demoveu os participantes que, por volta das 11 horas partiam, entusiastas, num verdadeiro “comboio” de autocarros, com destino ao Hotel Heredero, em Olivenza, onde decorreu o almoço convívio.
A tarde foi passada a visitar a “Feira dos Mayores”, onde os idosos participaram activamente em actividades direccionadas à sua idade, como dança, ginástica e jogos; as várias exposições aí presentes nos locais concentraram também as atenções de todos os participantes.
Mais uma vez, a autarquia de Alandroal, em colaboração com a Choupana – Associação para a Protecção e Desenvolvimento do Concelho do Alandroal e as Juntas de Freguesia do Concelho, presenteou os menos jovens com um passeio convívio, que permitiu momentos de confraternização, estimulando os idosos para uma vida mais activa, quebrando assim a solidão e isolamento que tantas vezes os acompanham no seu dia a dia.
Esta foi a X edição da Feria dos Mayores, a qual ocorre anualmente com o objectivo de informar as pessoas idosas sobre os recursos e serviços a si destinados; incentivar a participação desta faixa etária na sociedade activa e estimular à prática de actividades desportivas e de lazer, são também propósito deste certame.
Depois de um dia “em cheio”, o regresso foi calmo e a festa dos mais velhos terminou com saldo positivo, com a promessa de novos itinerários.
em anexo fotografia

Gabinete de Imprensa - CM Alandroal
Parceria com a : http://www.dianafm.com/
Crónica de 27 de Fevereiro de Domingos Cordeiro
Terça, 27 Fevereiro 2007
No dia em que foi publicada em Diário da Republica a nova lei das Finanças Regionais, Alberto João Jardim demitiu-se de Presidente do Governo Regional da Madeira e a direcção de Marques Mendes veio manifestar a sua total solidariedade pela decisão por aquele tomada.
Para tanto, invoca a direcção do PSD, através de comunicado da sua Comissão Permanente, que a nova lei “é uma lei profundamente injusta e arbitrária”.
Mais argumenta a direcção de Marques Mendes que a nova lei “traduz uma profunda alteração das regras financeira que presidiram ao compromisso eleitoral” com que o PSD/ Madeira se apresentou às eleições de 2004”.
Usando os mesmos argumentos de Alberto João Jardim, a direcção do PSD afirma que alterar as regras “a meio do mandato impossibilita ilegitimamente o cumprimento do programa” do Governo Regional da Madeira.
Uma verdadeira pérola, a argumentação de Marques Mendes e sua direcção.
Senão vejamos;
Como pode Marques Mendes considerar a nova lei de profundamente injusta e arbitrária quando sabe que, após a sua aprovação na Assembleia da Republica, foi a mesma sindicada, a seu pedido, pelo Tribunal Constitucional que, pronunciando-se em 12 de Janeiro, a considerou conforme à Constituição?
Como pode Marques Mendes considerar a nova lei de profundamente injusta e arbitrária quando sabe que, a 7 de Fevereiro, o Presidente da Republica a promulgou?
Como pode Marques Mendes considerar que a nova lei traduz uma profunda alteração das regras financeiras com que o PSD/Madeira se apresentou às eleições em 2004, quando sabe que a mesma determina apenas e só uma dedução de 1,9% no orçamento da Madeira para o ano de 2007?
A ser válido este argumento, como explica Marques Mendes e a sua direcção que os Presidentes de Câmara sociais-democratas se não tenham demitido quando, muitos deles viram, os seus orçamentos para o ano de 2007 reduzidos em montantes superiores ao valor de 1,9% que atinge o orçamento da Madeira para o ano de 2007?
A resposta, em meu ver, é simples.
Marques Mendes, cada vez mais contestado no seio do PSD, necessita do apoio político de Alberto João Jardim e está mais interessado na sua sobrevivência politica dentro do PSD e menos nos assuntos de Estado.
Já aqui tinha criticado Marques Mendes por ter ido à Madeira desagravar Alberto João Jardim, a propósito do tema na nova Lei das Finanças Regionais. Desde então até hoje Marques Mendes ignorou, a propósito, entre outras, a opinião do Tribunal Constitucional e do Presidente da Republica.
Preferiu ficar ao lado de Alberto João Jardim, cujas tropelias, má educação e habilidades politicas – como a que o leva agora a demitir-se para, de seguida, se recandidatar – todos os Portugueses conhecem bem.
Com esta decisão pode Marques Mendes ter garantido, por mais algum tempo, a sua sobrevivência politica dentro do PSD. Perdeu, contudo, perante os Portugueses que, cada vez mais, vão vendo neste PSD um factor de instabilidade e desnorte.
E é sabido que um PSD estável e coerente é fundamental para a vida do Pais.
Fonte das seis bicas
Fortaleza de Juromenha
Colecção de postais, fotografia José M.Rodrigues - Edição C. M.
Esta colectânea de textos despretensiosos recorda-nos tempos nos quais imperavam valores que se perderam no evoluir da sociedade.
São pequenos contos que nos transportam no tempo e nos deixam um sorriso nos lábios.
Histórias que se voltam a publicar no Blog Alandro al
O QUINCAS
Era o Quincas, pessoa de maneiras finas, de extrema educação… que gostava de exibir os seus conhecimentos gramaticais empregando um palavreado que bastas vezes deixava confusos todos aqueles que por motivos óbvios não tinham acesso ao dicionário.
Para ele o jornal era o periódico, o cinema, a sétima arte, a esmola, o óbolo, o penico o vaso da noite e por aí fora. O Quincas era também, pelas suas maneiras finas, o Mestre-de-cerimónias nas Procissões chamadas de Gala, era a ele que competia a direcção dos actos inseridos nas mesmas. Assim, numa Procissão dos Passos, e quando se procedia ao Solene Encontro, quando os Andores com as Imagens de S. João e a Sr.ª das Dores se põe face a face com o Andor do Sr. dos Passos, devem aqueles que os conduzem ajoelhar-se em sinal de cumprimento. O Quincas ditava as palavras de ordem… em frente… para a esquerda… mais à frente… mais para o lado, e quando tudo já estava a jeito o Quincas diz então… vamos… vamos, agora a genuflexão… e exemplificou dobrando o joelho… só que o que ia atrás nunca tinha ouvido tal ”palavrão”, nem lhe foi possível ver o gesto. Conclusão: três ajoelharam, um não, e Andor de pantanas. Só não teve consequências mais graves porque o povo acudiu de imediato e evitou que o Senhor dos Passos se estatelasse ao comprido.
Saudações Marroquinas
Xico Manel
No: http://mesadocafe.blogspot.com/
Já que estava ali, até marchou uma bifana e uma imperial, que isto de empatar com o último já não me deixa com falte de apetite.
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Já que Juromenha é mesmo ali ao lado, nada como visitar o castelo, cheio de cantos e recantos e mistérios de outros tempos (parece que uns privados e a Câmara vão fazer uma aldeia dentro do castelo, pelo que se calhar foi mesmo a última vez que lá entrei).
Já que o Alandroal é mesmo ali ao lado, nada como dar uma volta pelas muralhas.
Já que o "Maria" fica no Alandroal, nada como comer uns petiscos alentejanos (A D. Maria é que, como sempre, me diz o que é que eu vou comer).
No : http://embaixada-portugal-brasil.blogspot.com/
O município português do Alandroal (na imagem), na região do Alentejo, e a cidade de Jerumenha, no sudoeste do Piauí, assinaram um acordo de geminação para reforçar os laços históricos e culturais comuns – noticia a LUSA BRASIL.
Publicado pela Embaixada de Portugal - Brasília em 24.2.07
(Nota: Oh senhores responsáveis, pelo site vejam lá que a foto que ilustra a notícia não é do Alandroal, tão pouco de Juromenha. Vá lá, que mesmo assim ainda é de uma localidade do concelho.)
No : http://orestauradordaindependencia.blogspot.com/
Urgências e Centro de Saúde de Vila Viçosa fecham?
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É para isso que eu já venho alertando há muito tempo! Qualquer dia os Calipolenses acordam e vêem os novos Centros de Saúde de Alandroal e Estremoz (já prontos), de Borba (já está no terreno) e o Centro de Saúde de Vila Viçosa encerrado... E isto no Concelho com mais poderio económico, com mais indústrias e empresas, com mais turistas dos quatro concelhos da Zona dos Mármores... Algo não bate certo...
Na : http://www.agencialusa.com.br/
Cidade do Piauí firma acordo com município do sul português
Alandroal, Évora, 22 Fev (Lusa) - A cidade de Jerumenha, no sudoeste do Piauí, e o município Alandroal, na região do Alentejo (sul de Portugal), assinaram um acordo de geminação para reforçar os laços históricos e culturais comuns, anunciou nesta quinta-feira o município português.
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Durante este ano, uma delegação oficial de Jerumenha deverá visitar o Alandroal, município que também está geminado com um município de Cabo Verde (Santa Cruz) e outro de Cuba (Regla).
Alandroal: Município gemina-se com Jerumenha, cidade brasileira
O município de Alandroal e a cidade de Jerumenha, no estado brasileiro do Piauí, assinaram um acordo de geminação para reforçar os laços históricos e culturais comuns. O concelho alentejano, que contava com 6.293 habitantes no final de 2004, e onde está localizada a vila histórica de Juromenha, sublinha que "a relação histórica entre o município de Jerumenha e o município de Alandroal, é a mesma que existe entre Portugal e a fundação do Brasil".
NORMAL, PSICÓTICO OU NEURÓTICO?
- Nem todos reagimos do mesmo modo ás dificuldades da vida ou aos estímulos recebidos mas, os estados frénico que muitos de nós conhecemos hoje, para alem de se mostrarem um problema quase generalizado em termos de idades, indiciam sofrimento aparente de amedrontamento, revolta ou insatisfação nítidas, para a grande maioria das pessoas. Esta situação começa a tornar-se duradoura e, colocando-se ao mesmo nível de outros hábitos e modos de estar, reflectindo indicadores preocupantes de ansiedade permanente.
- Pela própria natureza do seu trabalho determinadas pessoas, como os profissionais liberais, os executivos, os elementos comerciais ou industriais, os desempregados, os redactores dos jornais e tantos outros como os enfermos e reformados vivendo sem os cuidados mínimos, são particularmente atreitos a esta situação de ansiedade motivada pela incerteza ou pelas dificuldades que, sabem ir encontrar, sem considerar os imprevistos.
- Inicialmente a ansiedade não se pode considerar uma doença, a sua habituação porém poderá desencadear mecanismos indicadores, estas situações podem ser provocadas por inúmeras situações sociais e humanas, onde a preocupação precipitada, desmedida, descontrolada ou intuitiva, poderá ocasionar outros problemas piores ainda, gerando situações por vezes sem retorno.
- A frieza e a ponderação, podem atenuar ou até mesmo resolver grande número de casos difíceis, conseguindo a partir desta atitude e no meio-tempo, podendo reflectir, localizar ou discernir melhor, a origem da ansiedade, sabendo reagir com mais calma, enfrentando-a sem que isso comprometa a nossa saúde física e psíquica, considerando que existem pessoas portadoras de ansiedade, sem causa aparente e motivos suficientes, podendo no entanto, apresentar sintomas claros de perturbação momentânea.
- Os passos que levam a tais situações de ansiedade e, segundo melhor opinião, devido a pressentimentos estas processam-se por vezes a alta velocidade, não necessitando de pensar muito, pois o organismo dá o alerta através do sangue, dentro do qual é libertada a adrenalina, em dose elevada, aumentando também a taxa de açúcar para que os músculos respondam, o indivíduo empalidece, visto que o sangue é retirado da pele, para se dirigir onde é necessário, podendo ser acompanhado de transpiração excessiva.
- É bom poder saber destrinçar e acautelar a ansiedade neurótica da psicótica, sendo que os primeiros casos, ainda estão em contacto e a possibilidade de compreenderem o mundo, muito embora possam ser já julgados incompetentes ou fracos, depreendendo-se estar a caminhar para os segundos que, já perderam a noção da realidade do mundo onde vivem.
- São situações por vezes muito complicadas de amenizar, se observarmos que a média da nossa população é avançada na idade, sabendo-se que os sinais com que nos presenteiam quanto á saúde, no que diz respeito á disponibilidade e custos, só de forma incerta e francamente dúbios quanto a eficiência e condições, dados os engulhos em perspectiva da assistência dos mais carenciados.
- Para terminar direi, quanto a ansiedade nem tudo é mau, pois é conhecida a necessidade e tentativa de certas pessoas transformando esta, em seu proveito e reconhecendo nela uma óptima e eficiente ferramenta, para suplantar resistências e angariar troféus.
- São conhecidos atletas que, nos momentos anteriores a uma determinada competição, gostam de estar ansiosos e, fazem-no por vezes deliberadamente e a propósito, ao imaginarem e visionarem tragédia em sua casa ou noutro lugar qualquer, claro está como situação pré-fabricada, ainda assim o organismo reage como se de um perigo se tratasse, transformando essa mesma ansiedade em genica e ímpetos suplementares.
- Um aspecto mental importante - os atletas deveriam ser mais iguais, evitando desta forma o doping, como atitude negativa e reprovante da actividade física.
XVI Gala Internacional de Acordeão
A XVI Gala Internacional de Acordeão foi ontem apresentada em Loulé, com a repetição mensagem de que, sem apoios e interesse das entidades oficiais, seria muito difícil voltar a organizar o espectáculo.
A Gala de Acordeão volta de novo, este ano, ao Alentejo, mais concretamente a Ourique (Santa Luzia), no próximo dia 3 de Março, sábado, a partir das 15h30, com entrada grátis.
http://www.barlavento.online.pt/
Carlos Martins prepara projecto com escritor José Luís Peixoto
O saxofonista Carlos Martins prepara- se para editar este ano um álbum feito em conjunto com o escritor José Luís Peixoto, um projecto que remete para o Alentejo, revelou o músico à agência Lusa.
Ainda sem título, o projecto junta pela primeira vez os dois autores, alentejanos, aproveitando essa origem comum para a composição dos temas, com música de Carlos Martins e letras de José Luís Peixoto interpretadas por uma voz ainda a definir.
«Este projecto tem muito a ver com a tranquilidade do Alentejo, com uma certa religiosidade das planícies e daremos particular atenção à respiração, através dos instrumentos de sopro», referiu Carlos Martins.
http://diariodigital.sapo.pt/
Autarcas sub-36 vão juntar-se - distrito de Beja representado por Aníbal Costa e Pedro do Carmo
Os 14 presidentes de câmaras e assembleias municipais com menos de 36 anos vão reunir-se terça-feira, em Arganil (Coimbra), num inédito encontro da "nova geração de autarcas locais", disseram hoje à agência Lusa os organizadores. Do distrito de Beja estarão presentes Aníbal Reis Costa (Ferreira o Alentejo) e Pedro do Carmo (Ourique).
A ideia do encontro surgiu à margem de uma reunião do Comité das Regiões, em Bruxelas, em que participaram os presidentes socialistas das câmaras de Baião, José Luís Carneiro (35 anos), e Ferreira do Alentejo, Aníbal Costa (34 anos).
Além dos promotores e do anfitrião, vão participar os presidentes das câmaras de Ourique (PS), Vila Real de Santo António (PSD), Óbidos (PSD), Ponta do Sol (PSD), Alcochete (CDU) e Cartaxo (PS) e os presidentes das assembleias municipais de Barrancos, Constância, Madalena, Moura e Vouzela.
As restrições orçamentais e as competências nas áreas da educação, questões sociais, saúde e fisco que o Governo pretende transferir para as autarquias obrigam, na opinião dos promotores do encontro, a uma "redefinição do Estado" e a um "reposicionamento das autarquias".
http://correioalentejo.com/
Ponte de Sôr : Câmara sob suspeita de gestão danosa
Domingo, 25 Fevereiro 2007
A autarquia liderada pelo socialista João Pinto está a ser investigada pelo Ministério Público.
Segundo noticiou o semanário Sol, há suspeitas de gestão danosa e de pagamentos de linhas eróticas.
A denúncia partiu dos vereadores da CDU, que acusam, entre outras irregularidades, o presidente da autarquia de ter pago milhares de euros em telefonemas para linhas eróticas.
A queixa foi remetida para a Inspecção-Geral da Administração do Território, que enviou todo o processo para investigação.
http://www.dianafm.com/
Todos os dias na:
Alberto João Jardim -
José Faustino
Segunda, 26 Fevereiro 2007
Alberto João Jardim é um caso raro na política portuguesa, por um ou por outro motivo, consegue manter-se quase permanentemente nas “primeiras páginas” da comunicação social.
Desta vez, apresentou a demissão na sequência da aprovação da Lei das Finanças Regionais.
Mais uma vez, como em todas as outras, conseguiu a indignação dos seus inimigos do costume e a admiração da maioria dos madeirenses.
Importa perguntar: Alberto João Jardim tinha razão para se demitir? Parece-me que sim.
Qualquer politico quando se candidata, a qualquer lugar, apresenta um programa eleitoral que se propõe cumprir caso venha a ser eleito.
Para a elaboração desse programa importa saber previamente quais os meios de que dispõe para o poder cumprir, um desses meios é, naturalmente, o orçamento disponível.
Alberto João Jardim quando se candidatou propôs-se cumprir um programa contando com determinada verba, alterando-se esse pressuposto, obviamente que não o poderá cumprir.
Perante essa impossibilidade, deve demitir-se, como qualquer outro político o deve fazer em idênticas circunstâncias.
Outra questão que se coloca é sobre a legitimidade democrática de se voltar a candidatar. Também aqui a razão está do lado de Alberto João Jardim. Perante este novo cenário orçamental ele terá de se apresentar ao eleitorado com um novo programa adaptado às novas circunstâncias. É assim que as coisas devem funcionar normalmente em democracia.
Neste momento não está em causa se Alberto João Jardim tem, ou não, aplicado bem os dinheiros públicos, se a Região Autónoma da Madeira deve muito ou pouco ao Estado, se há ou não défice democrático na Madeira, não, neste momento não é nada disso que está em causa.
A este propósito sempre digo que Alberto João Jardim apenas fez aquilo que a maioria dos que defendem a regionalização dizem que se deve fazer, ou seja, pressionar o poder central para se conseguir fundos para desenvolver determinada região.
Não esqueçamos que Alberto João Jardim é desde sempre um feroz defensor da regionalização. E, quer queiramos quer não, a Madeira tem-se, de facto, desenvolvido bastante, não é por acaso que Alberto João Jardim tem, há tantos anos, a maioria dos votos dos Madeirenses.
Sobre o comportamento público de Alberto João Jardim também quero chamar a atenção para uma coisa muito simples. Será que Alberto João Jardim conseguiria a notoriedade que tem se desse as suas opiniões, à comunicação social, de forma simples e suave? Claro que não.
Alberto João Jardim percebeu, há já bastante tempo, que aquele estilo leva os jornalistas a pedirem-lhe sempre a opinião sobre tudo o que de importante se passa no país, porque esperam dele uma resposta provocadora e bombástica.
Alberto João Jardim tem bastante instinto político e sabe muito bem gerir a sua imagem e as suas intervenções públicas, mas é evidente que não tem só qualidades, também tem muitos defeitos e por isso é criticado, ainda que muitas vezes sem razão.
Finalmente, convêm lembrar que esta nova Lei das Finanças Regionais não é, nem pode ser, considerada uma arma de arremesso do Governo da Republica contra Alberto João Jardim, é que se for então o caso muda de figura, mas também aí Alberto João Jardim continuaria a ter razão.
JOSÉ ANTÓNIO PAIS
Estando um frio destemido
Ó que tempo tão velhaco!
Ainda o que me tem valido
São os bolsos do mascaco.
Por causa da frialdade
Há quem esteja escangalhado
Por não se ter agasalhado
Quando tinha outra idade.
Mas eu de minha vontade
A isso tenho aderido
Sempre hei-de andar protegido
Agora enquanto for moço,
Sempre com as mãos nos bolsos
Estando um frio destemido.
Se eu andasse a trabalhar
Ou a fazer qualquer coisinha
Aí já tempo não tinha
Para as mãos agasalhar.
Mas eu só me ia assomar
Lá p´ra baixo p´ró buraco
Era um serviço tão fraco
Que não dava para aquecer,
Mas mesmo assim sem chover
Ó que tempo tão velhaco.
Eu ao lado do chover
Vinha todo fanfarrão
Parecia um cidadão
Como parece outro qualquer.
Se houver algum que disser
Que eu vinha distraído
Eu até estou convencido
Que talvez viesse a dormir,
Dormir de pé sem cair
Ainda (é) o que me tem valido.
Outro qualquer no meu lugar
Faria o mesmo que eu fazia
Sempre no bolso as trazia
E talvez sem as tirar ______
Ou mandava arranjar
Talvez um forte casaco
Ou meti-as dentro de um saco
Para não as deixar arrefecer,
Ainda o que me vai valer
São os bolsos do macaco.
José António Pais
Velhos e Novos Alandroalenses
1.Na actualidade e face a determinados comportamentos que se vêm salientando e vendo, já não dá para acreditar que o Alandroal seja uma Vila cujos servidores locais se apresentam angelicamente cheios de virtudes. Não há países, nem vilas nem servidores assim. A ética não é, como sabemos, a primeira das virtudes de um qualquer velho, repetido ou novo agente político.
Sem que daqui venha mal ao mundo, Fomos como terra, um hospitaleiro cais de chegada e um lugar bonito aonde alguns arribaram e quem sabe, porventura em crise de identidade, para em seguida alcançarem e exercerem todas as vantagens do poder. O que em democracias abertas é, de resto, absolutamente legítimo.
A partir daqui houve que ir fazendo, com político e normal empenho, as obras e os melhoramentos urbanos que estas Vilas, de facto, desde há muito precisavam. O que não deve agora significar que os munícipes, sejam em todas as circunstâncias, serventuários, acríticos e reverentes face à intervenção local e ao compromisso constitucional de renovação política dos que assumiram representar-nos e governar.
De facto, as autarquias precisam cada vez mais de se responsabilizar no papel e nos actos de bem governar do que estar muitas vezes longe viajando para fora (e ausentes) de si próprias. Vide o caso extremo de Lisboa.
2.Assim, em traços gerais, um dos contributos que a autarquia poderá dar como bom exemplo autárquico, relaciona-se com uma postura executiva consensual que jamais deixe de evidenciar pelo menos duas vertentes principais:
(a) a inspiração necessária para trabalhar em projectos estruturantes e consequentes de desenvolvimento global do Concelho; sem tanto viajar e com a coragem de contar ao espelho, a concreta aplicação dos sucessivos protocolos, não omitindo eventuais fracassos. Pergunta-se, Autarquia pobre viaja muitas vezes em low cost?
(b) a maturidade democrática e a consciência das forças e fraquezas próprias para, em seguida, estimular e arrancar para objectivos e projectos conjuntos aglutinadores das várias forças locais.
2. Neste contexto, pode dizer-se que (idealmente) o novo alandroalense, é aquele que sem deixar de ter verdadeiro orgulho na terra onde nasceu, já assumiu que deve coadunar as suas atitudes com posições que ultrapassam interesses inconvenientes, evoluindo para atitudes supra partidários de defesa dos interesses das populações concelhias e da Vila que representam.
3. Os novos Alandroalenses se o quiserem ser, devem reconhecer que o Bem estar social e a Cultura não significam unicamente promover todas as viagens a todos os sítios possíveis, descurando outras áreas e interesses sociais igualmente relevantes.
4. O novo Alandroalense, deveria também reconhecer que é, em si mesmo, tanto como naqueles que se envolvem criticamente que está a única hipótese real de desenvolvimento e crescimento autárquico. Desafiando os que possam ajudar a sustentar e concretizar estratégias e projectos com futuro. Fiáveis e abrangentes.
5. Em síntese, é dos livros que uma ideia (e próximo conceito) de novo Alandroalense, não passa pela perpetuação das pessoas com os mesmos interesses repetindo cargos de poder autárquico.
Nem a Constituição o permite nem a Democracia pode ser construída desta maneira. Nem pode ser vista apenas como um acto de instalação política e material, para aceitar figuras de sala ou de salão que insistem em exibir ainda que, por procuração, os favores de fátuos poderes indevidos e despropositados.
António Neves Berbém
Fev. XXIV/MMVII
FEZ 20 ANOS QUE NOS DEIXOU…

Maria
Letra e música: José Afonso
Intérprete: José Afonso
Maria
Nascida no monte
À beira da estrada
Maria
Bebida na fonte
Nas ervas criada
Talvez
Que Maria se espante
De ser tão louvada
Mas não
Quem por ela se prende
De a ver tão prendada
Mas não
Quem por ela se prende
De a ver tão prendada
Maria
Nascida no trevo
Criada no trigo
Quem dera
Maria que o trevo
Casara comigo
Prouvera
A Maria sem medo
Crer no que lhe digo
Maria
Nascida no trevo
Beiral do mendigo
Maria
Nascida no trevo
Beiral do mendigo
Maria
De todas primeira
De todas menina
Maria
Soubera a cigana
Ler a tua sina
Não sei
Se deveras se engana
Quem demais se afina
Maria
Sol da madrugada
Flor de tangerina
Maria
Sol de madrugada
Flor de tangerina.
Fui à Beira do Mar
(Letra e música: José Afonso)
Fui à beira do mar
Ver o que lá havia
Ouvi uma voz cantar
Que ao longe me dizia
Ó cantador alegre
Que é da tua alegria
Tens tanto para andar
E a noite está tão fria
Desde então a lavrar
No meu peito a Alegria
Ouço alguém a bradar
Aproveita que é dia
Sentei-me a descansar
Enquanto amanhecia
Entre o céu e o mar
Uma proa rompia
Desde então a bater
No meu peito em segredo
Sinto uma voz dizer
Teima, teima sem medo
Desde então a lavrar
No meu peito a Alegria
Ouço alguém a bradar
Aproveita que é dia.
Discografia:
- Fados de Coimbra (78 rpm, Alvorada, 1953)
- Fados de Coimbra (78 rpm, Alvorada, 1953)
- Fados de Coimbra (EP-45 rpm, Alvorada, 1956)
- Balada do Outono (EP-45 rpm, Rapsódia, 1960)
- Coimbra Orfeon of Portugal (LP-33 rpm, Monitor, 1962, colectivo)
- Baladas de Coimbra (EP-45 rpm, Rapsódia, 1962)
- Baladas de Coimbra (EP-45 rpm, Rapsódia, 1963)
- Cantares de José Afonso (EP-45 rpm, Columbia/Valentim de Carvalho, 1964)
- Baladas e Canções (LP-33 rpm, Ofir, 1967; CD, EMI-VC, 1997)
- Cantares de Andarilho (LP-33 rpm, Orfeu, 1968; CD, Movieplay, 1987)
- Contos Velhos, Rumos Novos (LP-33 rpm, Orfeu, 1969; CD, Movieplay, 1987)
- Menina dos Olhos Tristes (Single-45-rpm, Orfeu, 1969)
- Traz Outro Amigo Também (LP-33 rpm, Orfeu, 1970; CD, Movieplay, 1987)
- Cantigas do Maio (LP-33 rpm, Orfeu, 1971; CD, Movieplay, 1987)
- Eu Vou Ser Como a Toupeira (LP-33 rpm, Orfeu, 1972; CD, Movieplay, 1987)
- Venham Mais Cinco (LP-33 rpm, Orfeu, 1973; CD, Movieplay, 1987)
- Coro dos Tribunais (LP-33 rpm, Orfeu, 1974; CD, Movieplay, 1987)
- Viva o Poder Popular (Single-45 rpm, LUAR, 1975)
- República (LP-33 rpm, Lotta Continua/Il Manifesto/Vanguardia Operaria (Itália), 1975, não editado em Portugal)
- Com as Minhas Tamanquinhas (LP-33 rpm, Orfeu, 1976; CD, Movieplay, 1987)
- José Afonso in Hamburg (LP-33 rpm, Portugal Solidaritat (Alemanha), 1976, gravado ao vivo)
- Enquanto Há Força (LP-33 rpm, Orfeu, 1978; CD, Movieplay, 1987)
- Fura Fura (LP-33 rpm, Orfeu, 1979; CD, Movieplay, 1987)
- Fados de Coimbra e Outras Canções (LP-33 rpm, Orfeu, 1981; CD, Movieplay, 1987)
- Ao Vivo no Coliseu (2LP-33 rpm, Sasseti, 1983, gravado a 29 de Janeiro de 1983)
- Como Se Fora Seu Filho (LP-33 rpm, Sasseti, 1983; CD, Strauss, 1994)
- Zeca em Coimbra (EP-45-rpm, Foto Sonoro, 1983)
- Galinhas do Mato (LP-33 rpm, Transmédia, 1985; CD, CNM, 1994)
- Agora e Sempre (3LP-33 rpm, Transmédia, 1985, inclui Como Se Fora Seu Filho / Galinhas do Mato / Ao Vivo no Coliseu)
- Os Vampiros (CD, Edisco, 1987)
- Carlos Paredes/José Afonso/Luiz Goes (CD, EMI-VC, 1992, colectivo)
- Zeca Afonso no Coliseu (2CD, Strauss, 1993, concerto integral)
- De Capa e Batina (CD, Movieplay, 1996)
- José Afonso (2CD, Movieplay, 2001, colectânea)
mail do lugar ao sul
Jogos referentes à 18ª jornada disputados 24 e 25/02/07
DIVISÃO DE HONRA
União, motivado, infringe pesada derrota, a um Alandroalense, desmoralizado e apático.
Realce para a vitória do Calipolense que continua na perseguição ao primeiro lugar. Destaque ainda para a vitória do Borbense, que no Escoural, mostrou ser a grande surpresa da segunda volta, como aliás vem sendo hábito.
Redondense 0 – Calipolense 1
Alandroalense 0 – União 7
Portel 3 – Valenças 0
Torre de Coelheiros 1 – Oriola 0
Escouralense 2 – Borbense 3
Canaviais 2 – Estremoz 1
Bencatelense 0 – Monte do Trigo 0.
1ª DIVISÃO SÉRIE A
O destaque para o Cabrela que venceu fora o seu opositor directo.
Brotense 1 – Arraiolense 1
Giesteira 1 – Alcaçovense 0
Sporting de Viana 1 – Cabrela 3
Fazendas do Cortiço 2 – Bairro Santo António 1
Aguiar 2 – Luso Morense 2.
1ª DIVISÃO SÉRIE B
Mercê da vitória do Vera Cruz sobre o Arcoense, e da vitória esperada do Santiago Maior ao São Romão, Arcoense e Santiago Maior partilham agora a 2º posição , ainda que a considerável distância do líder São Maços.
Rosário perde em casa e afunda-se.
Vera Cruz 2 – Arcoense 1
São Manços 3 – Amieira 0
Corval 2 – Azarujense 0
Rosário 1 – Perolivense 3
Santiago Maior 2 – São Romão 1.
Alandroalense 0 União 7
Fases do jogo



ALANDROAL VISITA “X FERIA DOS MAYORES”
Organização aponta para cerca de 500 idosos inscritos
À semelhança dos anos anteriores, a Câmara Municipal de Alandroal organiza, no próximo dia 25 de Fevereiro uma viagem à “X Feria dos Mayores”, em Badajoz.
A partida está marcada para as 11h00, junto ao Terminal Rodoviário de Alandroal, de onde se seguirá para um almoço convívio em Olivenza, no Hotel Heredero, seguindo-se a visita à “X Feria dos Mayores”.
A viagem, destinada à população sénior do Concelho, é gratuita e inclui a deslocação e refeição dos participantes.
Através desta iniciativa, o Município de Alandroal procura promover o intercâmbio entre a população “menos jovens” do Concelho, de forma a diminuir o isolamento em que muitos se encontram.
A organização deste tipo de actividades é vista pela autarquia de Alandroal como um forma de estimular o convívio, o divertimento e a interacção social entre os participantes, ocupando assim os seus tempos livres de forma saudável e, consequentemente, melhorando a sua qualidade de vida.
Estima-se que esta iniciativa mobilize cerca de 500 idosos, que encontrarão na “X Feria dos Mayores”, para além de exposições, actividades lúdicas e desportivas adequadas à sua idade.
Cartaz anexo

Gabinete de Imprensa C.M.A.
“I Torneio de Futebol Infantil Terras do Grande Lago” disputado em Alandroal
O Campo Municipal de Alandroal recebeu, no passado sábado, o “I Torneio de Futebol Infantil Terras do Grande Lago”, onde participaram as equipas do J.S.Alandroalense, Footescola(Sporting) e S.L.Benfica.
Muitos foram os apoiantes que se dirigiram ao Campo Municipal para ver jogar a equipa da terra, Juventude Sport Alandroalense, com equipas importantes como o “Footescola” – Centro de Aprendizagem, Orientação e Formação Desportiva do Sporting Clube de Portugal e a equipa de infantis do Sport Lisboa e Benfica.
O entusiasmo e orgulho em receber equipas de futebol como as que jogaram neste Torneio foram visíveis nos rostos dos pequenos jogadores do J.S.Alandroalense, que disputaram este “I Torneio de Futebol Infantil Terras do Grande Lago” com muita “garra”.
A autarquia de Alandroal vê assim concretizado o seu objectivo ao organizar esta iniciativa, incentivando a prática desta modalidade desportiva entre as crianças e jovens do Concelho, promovendo assim o gosto pelo desporto desde a infância.
Os resultados obtidos pelo J.S.A. espelham as diferentes realidades futebolísticas em presença e esse factor, sendo evidente, também sempre foi secundário, pois o que se pretende é trazer ao Alandroal equipas que pela sua dimensão nacional, que representem uma motivação e propiciem uma experiência nova e enriquecedora.
RESULTADOS DO TORNEIO:
- J.S.A. 0 / SPORT LISBOA E BENFICA 19
- J.S.A. 0 / FOOTESCOLA 3
-FOOTESCOLA 0 /SPORT LISBOA E BENFICA 18
-1º SPORT LISBOA E BENFICA 6 PTS.
-MELHOR JOGADOR PEDRO SANTOS (S.L.B.)
-2º FOOTESCOLA 3 PTS.
-MELHOR MARCADOR LUIS LUCAS (S.L.B.) 9 GOLOS
-3º JUVENTUDE SPORT ALANDROALENSE 0 PTS.
-MELHOR GUARDA-REDES JOÃO INÁCIO (FOOTESCOLA)
-TROFÉU FAIR PLAY JUVENTUDE SPORT ALANDROALENSE
Amabilidade do Gabinete Imprensa da C.M.A.
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O filme desta semana
DIAMANTE DE SANGUE

Realização de : Edward Zwick
Com : Leonardo DiCaprio, Djimon Houson, Jennifer Connelly....
"Diamante de Sangue" é a história de Danny Archer (Leonardo DiCaprio), um ex-mercenário do Zimbabwe e de Solomon Vandy (Djimon Hounsou), um pescador Mende. Os dois homens são africanos, mas as suas histórias e as suas circunstâncias são tão diferentes quanto podem ser, até que os seus destinos são unidos numa demanda para recuperar um diamante cor-de-rosa raro, o tipo de pedra preciosa que pode transformar uma vida... ou acabar com ela.
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Divulgação da Musica Tradicional Portuguesa – A nossa música - de preferência do nosso Alentejo.
A ribeira quando enche
(Popular - Alentejo)
O meu coração é teu
O teu de quem é não sei
O teu devia ser meu
Foi por isso que eu lutei
A ribeira quando enche
Vai de pedrinha em pedrinha
O homem que leva a barca
Leva seu bem na barquinha
Leva seu bem na barquinha
Inda lhe digo outra vez
Quem namora sempre alcança
Um beijinho, dois ou três
Dizem que a folha do trigo
É maior que a da cevada
Também a minha amizade
Ao pé da tua é dobrada
Vai colher a rosa
(Popular - Alentejo)
Vai colher a rosa
Vai colhê-la, vai.
Se ela te picar
Não digas ai ai.
Não digas ai ai
Não digas ai ui
Vai colher a rosa
Vai, vai que eu também fui.
O meu lindo amor
Já não me visita
É certo que tem
Outra mais bonita.
Outra mais bonita
Outro bem querer.
O meu lindo amor
Já não me vem ver.
ASSINATURA DO PROTOCOLO DE GEMINAÇÃO MUNICÍPIO DE JERUMENHA (Brasil) / MUNICÍPIO DE ALANDROAL
O Município de Alandroal formalizou, no passado dia 14 do corrente mês de Fevereiro, o Protocolo de Geminação com o Município de Jerumenha, pertencente ao Estado Brasileiro do Piauí, através das assinaturas do Presidente do Município de Alandroal, João José Martins Nabais e o Prefeito de Jerumenha, Afonso Henrique Alves Pinto.
Apadrinharam este acto solene a representante do Governador do Estado do Piauí, Prof.ª Eliete Marreiros, o Presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Henrique Alves de Sousa e outras entidades civis e religiosas, locais e regionais.
A relação histórica entre o Município de Jerumenha e o Município de Alandroal é a mesma que existe entre Portugal e a fundação do Brasil.
De facto, Jerumenha (Brasil) foi fundada por Portugueses, com especial relevo para Francisco de Britto Freire, terceiro Governador da Capitania de Pernambuco, que antes tinha sido Governador da Praça de Juromenha (Portugal).
Jerumenha, é hoje um Município com cerca de 5.000 habitantes e uma área de 1.694 kms2.
Durante os discursos proferidos foi ainda recordado outro português, Gomes Freire de Andrade, primeiro conde da Bobadela, que nasceu em 1688 na vila de Juromenha (Alandroal). Considerado o melhor administrador da era colonial, sobrinho do Governador do Estado e da Província do Maranhão, era irmão de Henrique Luís Freire de Andrade, Governador e Capitão-General da Província de Pernambuco entre 1737 e 1746. Faleceu em 1763 no Rio de Janeiro.
Conforme o Presidente João Nabais frisou no seu discurso; “o facto de o fundador de Jerumenha, Francisco de Britto Freire, ter vindo das terras de Landroal, mais propriamente de Juromenha, cuja Fortaleza governava, transforma-nos em “irmão primogénito”, no sentido histórico do termo”.
Sublinhou ainda João Nabais que; “…, se os nossos antepassados, conseguiram encontrar formas de progresso comum, agora que nos reencontramos temos a responsabilidade de procurar novas formas de relacionamento que sirva os interesses e as aspirações das nossas populações.”
“No mínimo, exige-se de nós que reforcemos os laços culturais que nos são comuns e hoje vamos retomar a história melhorando a nossa memória colectiva.”
No final da Cerimónia de Boas Vindas, que decorreu na Câmara de Vereadores, foi atribuído o título de “Cidadão Honorífico de Jerumenha” ao Presidente da Câmara de Alandroal, João Nabais, ao seu Chefe de Gabinete, Francisco Chagas e ainda à Dr.ª Iliane Coura, Advogada, assessora da União Ibero-americana de Municipalistas e ilustre Mestre de Direcção e Gestão Pública Local na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em Curitiba, que apadrinhou todo este processo desde o início.
Ficou também agendado que, ainda durante o ano de 2007, uma delegação oficial do Município de Jerumenha visitará o Alandroal.
Em anexo fotografia
Gabinete de Imprensa - CM Alandroal
gab.imprensa@cm-alandroal.pt
Maior central solar do mundo já produz electricidade no Alentejo
A maior central fotovoltaica do mundo, instalada em Serpa (Beja), já está a produzir energia para a rede eléctrica nacional, ainda em fase experimental, devendo começar a funcionar em pleno no início de Março.
Com base numa tarifa de cerca de 0,31 euros por kilowatt/hora (kWh), Piero dal Maso acrescentou que a central vai vender energia à rede eléctrica nacional, durante os próximos 15 anos.
Com 52 mil painéis fotovoltaicos espalhados por 32 hectares, a Central Solar Fotovoltaica de Serpa, que começou a ser construída em Julho de 2006, é a maior do mundo, dispondo de uma capacidade instalada de 11 (MW), quase o dobro do que a actual maior central situada na Alemanha.
http://diarioeconomico.sapo.pt/
CNA debate em Aljustrel PDR 2007/2013
“O Novo Plano de Desenvolvimento Rural – PDR”. É este o tema central de uma sessão que vai decorrer em Aljustrel, no próximo dia 27 de Fevereiro, pelas 15 horas, no auditório da Biblioteca Municipal. A iniciativa contará com a participação de Roberto Mileu, da Confederação Nacional de Agricultura (CNA). E tem o apoio da Câmara de Aljustrel e da Rural Alentejo - Conselho Regional para o Desenvolvimento do Alentejo.
http://correioalentejo.com/
Almada Negreiros

Auto-retrato

Pormenor do painel da Gare Maritima de Alcantara
Jogos referentes à 18ª jornada a disputar fim-de-semana 24 e 25/02/07
DIVISÃO DE HONRA
Dia 25/02/07
Redondense – Calipolense
Alandroalense – União
Portel – Valenças
Torre de Coelheiros – Oriola
Escouralense – Borbense
Canaviais – Estremoz
Bencatelense – Monte do Trigo.
Que ganhe o melhor
foto: Paulo Pires

foto: site GUS
1ª DIVISÃO SÉRIE A
Dia 24/02/07
Brotense – Arraiolense
Giesteira – Alcaçovense
Sporting de Viana – Cabrela
Fazendas do Cortiço – Bairro Santo António
Aguiar – Luso Morense.
1ª DIVISÃO SÉRIE B
Dia 25/02/07
Vera Cruz – Arcoense
São Manços – Amieira
Corval – Azarujense
Rosário – Perolivense
Santiago Maior – São Romão.
JUVENIS
Dia 24/02/07
Canaviais – Terena – 15 horas
Atlético – Sport Lisboa e Évora
São Pedrense – Rio de Moinhos
Borbense – Lusitano
União – Portel – 10.30 horas.
Na última jornada: Terena 0 Atlético 1,
DISCIPLINA
Rosário : Manuel Faustino e Emanuel Grenho: advertência.
Santiago Maior : Paulo Facão: 1 jogo de suspensão; Joaquim Conceição e Pedro Ramalho : advertência.
Terena (Juvenis) – Victor Perdigão : repreensão por escrito.
Colaboração da:
Com a saúde não se brinca - Eduardo Luciano
Quinta, 22 Fevereiro 2007
A redefinição da rede urgências do serviço nacional de saúde está a mobilizar as populações para protestos e tomadas de posição nos concelhos que são premiados com encerramentos e deslocalizações.
No passado fim-de-semana foi a vez dos habitantes de Valença saírem à rua, para contestarem as conclusões do estudo, sobre a rede nacional de urgências, que defende a transferência daquele serviço para Monção.
O presidente da câmara anunciou publicamente que se demitia de todos os órgãos do seu partido, onde tinha assento.
Afirmava ele que não se sentia confortável com o facto do partido de que fazia parte estar a preparar-se para tomar medidas gravosas relativamente à população que o tinha eleito.
A manifestação lá decorreu dentro da normalidade, ou quase, tendo as televisões dado particular ênfase aos empurrões da GNR e à situação própria da época carnavalesca.
À noite tivemos o ministro na televisão numa intervenção também propícia ao período de folia que se vivia.
Correia de Campos atirou com um conjunto de argumentos e declarações de princípios que nem pareciam ser produzidos por homem de reconhecida inteligência.
Primeiro atirou-se ao Presidente da Câmara de Valença, acusando-o de estar a manipular a população, de ser o autor e mentor da manifestação, pouco faltando para afirmar que não fora aquilo que tinham combinado na reunião que ambos tiveram uns dias antes.
Depois, num tom de voz que revelava que tinha a sua decisão tomada, lá foi desfiando o rol de argumentos que sustentariam a sua decisão, afirmando-se sempre disponível para o diálogo.
Claro que é daquelas disponibilidades que transformam o exercício do diálogo em algo estéril. É mais disponibilidade para ouvir sabendo o interlocutor à partida que nada pode mudar.
No meio desta lamentável intervenção retive um argumento que me pareceu espantoso. Afirmou o ministro que um serviço que atende uma média pouco superior a quatro urgências por dia, não tem razão de existir.
Ou seja, se utilizarmos o mesmo argumento do ministro para a existência de seguros de responsabilidade civil, por exemplo, chegamos à conclusão que são um verdadeiro desperdício.
Pagamos sempre, todos os anos ou semestres, e poderemos passar anos e anos sem sentir que nos fazem falta.
As populações entendem o atendimento de situações de urgência da mesma forma. Podem passar uma vida sem lá irem, mas gostam de saber que, se um dia precisarem, o serviço existe, funciona e está perto.
Não está em causa a necessidade de reformar o Serviço Nacional de Saúde. É mesmo essencial que esta reforma se faça. Mas todas as alterações devem ter em conta um melhor serviço, mais próximo dos cidadãos, mais eficaz.
As pessoas podem andar mais ou menos amorfas, mais ou menos desinteressadas da política, mas quando se mexe com o acesso a serviços de saúde a mobilização está garantida. E bem pode o ministro estar disposto ao diálogo e o presidente da câmara desincentivar as manifestações. É um lugar comum que com a saúde não se brinca e os portugueses levam isto a peito, mesmo em período de Carnaval.
Crónica de 21 de Fevereiro de Hélder Rebocho
O desemprego constitui um dos grandes problemas económicos e sociais com que se debate o nosso país.
Os frutos da aposta na formação profissional e académica que caracterizou Portugal nas últimas décadas, começam agora a engrossar as fileiras do desemprego, porque o mercado de trabalho revela incapacidade para absorver tanta mão-de-obra qualificada.
O desemprego é hoje um problema universal na sociedade portuguesa colocando no mesmo saco o analfabeto e o licenciado.
A aposta na formação deveria ter como consequência o aumento dos níveis de emprego, a melhoria da produtividade, o crescimento empresarial e a dinamização da economia. São estes os objectivos que presidem á distribuição e afectação de fundos comunitários á formação profissional.
No entanto, ter mão-de-obra qualificada não chega, é fundamental criar uma política efectiva de combate ao desemprego, que em Portugal não existe, porque neste país tudo se faz por conveniência imediata e não de forma planificada.
Investiram-se na formação profissional milhares de euros provenientes dos quadros comunitários de apoio, abriram-se as portas do ensino superior à iniciativa privada, tudo sem qualquer critério que direccionasse os cursos para as necessidades de mercado.
O resultado está á vista, Portugal é um dos países da união europeia com maior taxa de desemprego e sem esperança de inversão desta tendência.
Hoje a quatro ou cinco anos de universidade, segue-se para muitos o ingresso no desemprego e para outros a entrada no mercado de trabalho pela porta das caixas dos hipermercados ou das centrais telefónicas de companhias de seguros, cenário que tende a agravar-se com a aplicação das regras decorrentes da convenção de Bolonha.
A toda esta mutação no ensino com necessários reflexos no mercado de emprego que em Portugal vai de mal a pior, responde o governo com artifícios e fantasias que têm como consequência o aumento da taxa de desemprego.
Segundo os dados revelados pelo INE, a taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2006 subiu para 8,2 %, cifrando-se no valor mais alto dos últimos 20 anos.
Em relação a igual período do ano anterior a população desempregada aumentou 2,5%.
No entanto estes dados estatísticos apenas incluem as pessoas sem trabalho que fizeram diligências para procurar emprego, o que significa que o número de desempregados é muito superior àquele que nos é relevado pelas estatísticas, sobretudo se considerarmos os desempregados que não tiveram qualquer iniciativa para procurar trabalho e aqueles que trabalham apenas amiúde e desejariam trabalhar mais.
Para além destes, devemos também ter em conta o emprego precário e os estágios profissionais que contribuem para criar a aparência de uma taxa de desemprego menor do que ela é na realidade.
Na globalidade, o desemprego será uma realidade para cerca de 600 mil Portugueses, números que preocupam, sobretudo se tivermos em conta a falta de dinamismo económico revelado pelo país.
Nos últimos meses o governo vinha anunciando que os números do desemprego baixavam nas estatísticas e que a economia começava a dar sinais de retoma.
Afinal os últimos dados estatísticos vieram revelar o contrário, o desemprego em Portugal duplicou nos últimos seis anos.
Para um governo, que durante a campanha eleitoral prometeu a criação 150.000 postos de trabalho e assumiu a necessidade de criar uma verdadeira política de combate ao desemprego os resultados não podiam ser mais desoladores, afinal as suas boas intenções quedaram-se pela demagogia ou foram esmagadas pela prevalência da governação puramente economicista imposta por José Sócrates.
Crónica de 20 de Fevereiro de Domingos Cordeiro
Comemora-se hoje o segundo aniversário da conquista da primeira maioria absoluta do Partido Socialista em eleições legislativas.
Com esta vitória José Sócrates chegava a Primeiro-Ministro. E pouco tardou para que o País ficasse a conhecer a sua equipa governativa e a grave situação financeira que nos atingia.
O défice público encontrava-se, então, em 6,1% do PIB, isto é, duas vezes superior ao máximo permitido pela União Europeia.
Por via deste facto Portugal viu-se, pela segunda vez, confrontado com um procedimento por défice excessivo aberto pela Comissão Europeia.
A situação difícil então vivida impeliu o Governo a desencadear reformas pelas quais o Pais há muito esperava.
A par, e como resposta ao procedimento instaurado por Bruxelas, viu-se o Governo obrigado a apresentar um plano contendo a estratégia de consolidação orçamental com a indicação das políticas que se propunha aplicar ao longo dos anos seguintes, tudo para que em 2008 o défice público se encontre abaixo dos 3% do PIB.
Nesse plano propunha-se o Governo reduzir o défice, em 2006, para 4,6% do PIB.
Em Fevereiro de 2006 veio a Comissão Europeia considerar que os resultados do plano que lhe foi apresentado poderiam ser menos favoráveis que os previstos pelo Governo Português.
Com esta opinião a Comissão Europeia evidenciava sérias reservas sobre se Portugal iria alcançar, em 2006, o resultado de 4,6% a que se tinha proposto.
Em Outubro passado o Primeiro-Ministro, José Sócrates, desmentindo o cepticismo de Bruxelas, evidenciado oito meses antes, veio reafirmar que o défice público, em 2006, não iria exceder o valor de 4,6% cumprindo-se, desta forma, a meta por si traçada.
Na passada semana, decorrido que foi um ano sobre as duvidas levantadas pela Comissão Europeia veio a mesma, através do seu Comissário Joaquin Almunia, felicitar o Governo Português pelas medidas tomadas com vista à redução do défice publico e afirmar que o valor de 4,6% seria conseguido.
Na ocasião felicitou também todo o Povo Português por este resultado.
E, em minha opinião, fez bem. É que se é certo que ao Governo cabe o mérito de ter criado as condições para a ostensão de tal resultado, não é menos verdade que o mesmo se fica também a dever a todos os Portugueses que, pese embora o facto de ser verem atingidos por medidas duras, vêem nas mesmas o único caminho possível para podermos, no futuro, ambicionar a um Portugal melhor. Sem o apoio do Povo Português tal resultado não teria sido possível.
RUGBY CLUBE DE MONTEMOR VAI A LOULÉ
JÁ COM O APURAMENTO GARANTIDO.
Os séniores do Rugby Clube de Montemor deslocam-se este sábado a Loulé para defrontar o 15 local...o jogo é às 15:30h. Recorde-se que a equipa de Montemor já conseguiu a qualificação para a fase final do campeonato, juntamente com o Vitória de Setúbal.



Um “doce” a quem souber onde se encontra este pedregulho.
Louve-se o espírito de humor deste proprietário.
Mar Português
Poema: Fernando Pessoa
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Tempestade
Poema de Henriqueta Lisboa
- Menino, vem para dentro,
Olha a chuva lá na serra,
Olha como vem o vento!
- Ah! Como a chuva é bonita
E como o vento é valente!
- Não sejas doido, menino,
Esse vento te carrega,
Essa chuva te derrete!
- Eu não sou feito de açúcar
Para derreter na chuva.
Eu tenho força nas pernas
Para lutar contra o vento!
E enquanto o vento soprava
E enquanto a chuva caía,
Que nem um pinto molhado,
Teimoso como ele só:
- Gosto de chuva com vento,
Gosto de vento com chuva!
Bruxelas confere "protecção" a mais 11 denominações portuguesas
A Comissão Europeia anunciou hoje em Bruxelas a inclusão de mais 11 denominações de produtos agrícolas portugueses nas listas de denominações de origem protegidas e de indicações geográficas protegidas.
Entre as 27 denominações que a partir de hoje engrossam a lista de cerca de 750 produtos já abrangidos pela legislação comunitária sobre a protecção de indicações geográficas, denominações de origem e especialidades tradicionais, 11 são de Portugal.
Assim, passam a figurar na lista de indicações geográficas protegidas a Chouriça de Carne de Barroso, o Chouriço de Abóbora de Barroso, a Sangueira de Barroso, o Salpicão de Barroso, e o Cordeiro de Barroso, Anho de Barroso ou Borrego de leite de Barroso (todos de Montalegre), e ainda a Batata de Trás-os-Montes, o Paio de Beja e a Linguiça do Baixo Alentejo ou Chouriço de carne do Baixo Alentejo.Passam ainda a ficar registados como denominações de origem protegida as Azeitonas de Conserva de Elvas e Campo Maior e o Azeite do Alentejo Interior
http://diarioeconomico.sapo.pt/
Número de desempregados inscritos caiu 6,8% em Janeiro
Note-se ainda que todas as regiões do país com excepção para os Açores e Madeira registaram melhorias no número de desempregados, tendo estas sido mais significativas no Alentejo (menos 10,3 por cento) e em Lisboa e Vale do Tejo (menos 9,9 por cento).
http://sol.sapo.pt/
Serpa: Feira do Queijo do Alentejo reúne produtores nacionais e estrangeiros
Um total de 85 expositores, na maioria produtores nacionais e estrangeiros de queijo, marcam presença, a partir de sexta-feira, na Feira do Queijo do Alentejo, em Serpa, para valorizar um dos principais produtos da região.
O "famoso" Queijo Serpa, o produto mais emblemático da região e certificado pela Denominação de Origem Protegida, é um dos destaques, mas os visitantes vão ainda poder adquirir e provar os queijos de Azeitão, Nisa, Serra da Estrela, Évora, Beira Baixa, Terrincho, Trás-os-Montes e Azul do Faial.
http://www.agroportal.pt/
Urgências de Vendas Novas Município reúne com Grupos Parlamentares na próxima 5.ª feira
Na sequência do pedido efectuado pela Câmara Municipal aos Grupos Parlamentares da Assembleia da República sobre as questões do encerramento do Serviço de Urgências/SAP no Centro de Saúde de Vendas Novas, a autarquia informa que até ao momento estão agendadas as seguintes audiências:
Dia 22 de Fevereiro de 2007 (quinta-feira)
11h00 - PSD
14h00 - Os Verdes
14h30 - PCP
16h00 - Bloco de Esquerda
17h00 - CDS/PP
Aguarda-se ainda o agendamento com o Grupo Parlamentar do PS.
http://www.multinorma.pt/