Aproxima-se a recta final de mais um ano.
E, pelo quarto consecutivo, tantos como levamos blogando, um Alandroalense, que por estar longe da sua terra, o não é menos, atreve-se a fazer um balanço dos feitos e acontecimentos que foi dando conta: em visitas frequentes, em contactos com outros Alandroalenses, em buscas de notícias referentes à sua terra, terminando por trazer à baila, obras e acontecimentos que gostaria de ver concretizadas no ano que se aproxima.
Tal como sempre o escrevi, não é um acto político de apoio ou desapoio a quem dirige os destinos do nosso Concelho.
Muitas serão as falhas e omissões. Com boa vontade e seriedade, todas as lacunas poderão ser desculpáveis. A falta de colaboradores (abro uma honrosa excepção ao Gabinete de Imprensa da C. M.) a não vivência do dia a dia, a falta de assiduidade na Arca da Fonte, o copo que se não bebe com os amigos verdadeiros, são desculpas, que de qualquer forma poderão ser colmatadas nos comentários sempre abertos a quem queira contribuir para algo mais positivo na nossa terra.
À semelhança do Poder Central também no ano que ora finda o Alandroal se viu a “marcar passo”.
Há excepção da “reciclagem” dos antigos lavadouros, agora, e muito bem, aproveitados como Jardim-de-infância, nada mais me foi dado observar em “obras novas”.
È um facto que “solenemente” algumas inaugurações se processaram. De qualquer forma as mesmas já estavam concluídas e a serem utilizadas para os fins para que foram concebidas. Digamos que foi um reconhecimento das “instâncias superiores”, ao eleito pela sua força politica.
Com força arrancou o 2006, Rotunda, Biblioteca, Urbanização das Caraças… mas, os 365 dias passaram e de obras concretizadas nada se viu.
No entanto, e se no plano de obras não posso considerar um ano à semelhança dos últimos mais recentes, já no aspecto de organizações de eventos, bem-estar, apoios à população, me parece ter o Alandroal excedido as expectativas.
É um facto que a Expo-Guadiana não se realizou, o acontecimento de maior projecção do Alandroal, o que aliás é perfeitamente compreensível, no entanto corrigidas certas anomalias verificadas em 2005 nas Tradicionais Festas de Setembro, em 2006 as mesmas tiveram o brilhantismo que vinham perdendo, e estiveram à altura daquilo que se esperava.
O mesmo direi de todas as Instituições que laboram no Alandroal, desde Banda, Bombeiros, Misericórdia, Forcados, Centro Social e Paroquial, J.S.A., Clube de Canoagem e por certo mais alguns que por ora não me ocorrem.
Continuou o Alandroal a “dar cartas” no que toca a gastronomia, e muitas foram as referências que a imprensa da especialidade lhe dedicou.
Notícia ainda pela positiva o destaque dado ao nosso Centro de Saúde e o prémio concedido, como pioneira na telemedicina.
Que espero para 2007…
Antes do mais a conclusão das obras, Biblioteca e Rotunda, Que a habitação continue a crescer. Um olhar mais atento do Governo Central para que iniciem as obras de uma nova Escola. Que passe da maqueta para obras o arranjo da Praça da Republica. Que se concretize o sonho antigo de ver a Esplanada transformada em algo de útil. Que um novo Campo de Futebol se veja no Alandroal, e já agora que o Juventude Sport Alandroalense se mantenha nos níveis que nos acostumou, assim como A Banda do Centro Cultural e os Forcados do Aposento do Alandroal, pois graças aos mesmos o Alandroal é bastas vezes referenciado, e nós que estamos cá longe sentimo-nos disso orgulhosos.
Em ano de Expo-Guadiana, de uma coisa tenho a certeza.
2007 vai ser ano de muito se falar do Alandroal, e isso é bom
BOM ANO PARA TODOS.
Xico Manel
Divulgação da Musica Tradicional Portuguesa – A nossa música

Alecrim
(Popular - Baixo Alentejo)
Alecrim, alecrim aos molhos
por causa de ti
choram os meus olhos
Ai, meu amor,
quem te disse a ti
que a flor do monte
era o alecrim
Alecrim, alecrim doirado
que nasce no monte
sem ser semeado
Ai, meu amor,
quem te disse a ti
que a flor do monte
era o alecrim.
(Aparece sempre no meio da "carraspana". Todos a sabem, todos a cantam.
Apropriada para a época que se aproxima)
Crónica de 27 de Dezembro de Hélder Rebocho
Sexta, 29 Dezembro 2006
O Natal enquanto evento religioso que celebra o nascimento de Cristo tem sido despido do seu verdadeiro sentido, desvirtuou-se.
Esta é uma consequência do passar dos tempos que reflecte a crise das tradições, dos costumes e, porque não dizê-lo, dos valores.
Aquela que nasceu como uma festa religiosa e que ao longo dos séculos se manteve com o sentido religioso de comemoração do nascimento de Cristo, foi assumida nos tempos modernos como algo a transformar, a subjugar a outros interesses, mais sociais que espirituais.
O Natal estrutura-se hoje em torno do consumo e do comércio.
Nesta quadra tudo se compra e tudo se vende, criando uma falsa aparência de abundância económica que mais tarde se há-de reflectir nos orçamentos familiares mais depauperados.
Grande parte daquilo que o Natal representa perdeu-se nesta filosofia de consumismo desenfreado que relega para plano secundário o renovar da esperança trazido pelo nascimento de Cristo, o sentimento de solidariedade que não se pode esgotar na troca de presentes, nem na simpática mensagem do Boas Festas.
Hoje há outros interesses que prevalecem nesta quadra, como o protagonismo social, a afirmação política e o aproveitamento das vantagens económicas que a mentalidade dominante proporciona.
O presépio foi substituído pela árvore de natal, o menino Jesus deu o seu lugar ao velho bonacheirão de barbas brancas, a que todos carinhosamente chamam Pai Natal, a reflexão sobre o nascimento e o sentido da vida cedeu perante os imperativos comerciais.
Do verdadeiro espírito Natalício salvou-se, apenas, a família, porque o Natal continua a ser encarado, sobretudo por não católicos e por ateus como uma festa familiar.
Este facto é dos poucos aspectos positivos do Natal dos tempos modernos, pois permite relembrar a muitos durante este período, aquilo que esquecem ao logo de todo o ano, que têm uma família.
Sendo importante, este aspecto é muito pouco para tudo aquilo que o Natal significa.
Como seria importante que durante este período as pessoas entendessem que mais importante que comprar para dar é saber dar, porque há coisas que se dão mas não se podem comprar.
Natal significa a esperança que acompanha o nascimento, e o nascimento é vida, afinal um dos valores mais importantes das sociedades civilizadas, porque é uma daquelas coisas que se dá mas não se compra.
Quando nos aproximamos do dia em que os Portugueses serão chamados para se pronunciarem sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, seria importante que todos reflectissem sobre o sentido e importância da vida, para que nos próximos Natais, independentemente do significado que cada um lhe atribua, muitas gargalhadas de crianças felizes não deixem de ser ouvidas porque foram silenciadas prematuramente pelos próprios progenitores, porventura mais interessados no seu bem estar do que em assumir a responsabilidade pelas consequências dos seus actos.
Para isso não é necessária a abundância de presentes ou a mesa farta que a mentalidade consumista associa à felicidade, basta que exista amor e sobretudo respeito pela vida.
Saúde : Rede Ibérica de Telepatologia envolve Hospital do Espirito Santo
Sexta, 29 Dezembro 2006
O Hospital de Évora, e três espanhóis formam a Rede Ibérica de Telepatologia, um projecto que se encontra em fase de ensaios, mas que deve começar a funcionar em Maio de 2007.
Trata-se de uma iniciativa que vai permitir, acelerar diagnósticos em análises de tecidos com amostras de células.
Segundo o coordenador do projecto do lado português, serão digitalizadas imagens da amostra, que ficam disponíveis na Internet.
Além do hospital de Évora, a Rede Ibérica de Telepatologia integra as unidades hospitalares espanholas de Badajoz, Cuidad Real e Gran Canaria.
http://www.dianafm.com/
Governo quer concentrar serviços
Algumas repartições das Finanças têm os dias contados. O Governo quer concentrar vários serviços em nome da eficácia. Das 18 direcções distritais existentes, apenas 11 devem sobreviver a esta reforma.
Viseu, Coimbra e Aveiro podem ficar debaixo de uma única direcção e a da região centro, Beja, Évora e Portalegre sob alçada da direcção única do Alentejo. A possível reorganização também deve criar uma única estrutura para os Açores, onde actualmente existem três.
http://www.tvi.iol.pt/
As lutas no Alentejo
Foi, 2006, um ano de dificuldades, mas também de resistência e de lutas, para os trabalhadores do Alentejo e do País. O governo PS, aplicando a cartilha neoliberal, intensificou a política ao serviço dos grandes grupos económicos e financeiros.
http://www.avante.pt/
Maioria dos consumidores portugueses prefere vinho alentejano
MJ registou menos sociedades em 2005
Os valores revelam um decréscimo de 7% face a 2004, ano em que foram registadas 24 mil sociedades, cuja maior incidência se verificou na Região Autónoma da Madeira e no Alentejo, com quebras de 43% e 11%, respectivamente.
http://www.fabricadeconteudos.com/
DGV continua a recrutar pessoal mesmo depois de confirmada extinção
A Direcção-Geral de Viação (DGV), cuja extinção foi confirmada a 27 de Outubro com a publicação da nova Lei orgânica do Ministério da Administração Interna (MAI), está a requisitar pessoal para as direcções regionais de viação do Alentejo e Braga.
http://www.negocios.pt/
THE QUEEN

A trágica notícia da morte da princesa Diana deixa o povo britânico incrédulo e em choque. Retirada no Castelo de Balmoral com a sua família, sua alteza a Rainha Isabel II não compreende a resposta do público à perda de Diana. Para Tony Blair, o popular e recém-eleito primeiro-ministro, o povo necessita de sentir um apoio dos seus líderes. Enquanto o público manifesta o seu pesar de uma forma sem precedentes, Blair acha imprescindível reconciliar a Rainha com os britânicos.
Realização :Stephen Frears
intérpretes :Helen Mirren, Michael Sheen .James Cromwell
Visite: http://www.queenonline.com/
GRUPO UNIÃO SPORT

JUVENTUDE ÉVORA 2-U.MONTEMOR-2
Aproveitando a paragem dos campeonatos a equipa sénior do Juventude de Évora recebeu no Sanchez de Miranda em Évora a equipa do U.Montemor. O jogo terminou empatado a 2 bolas, tendo o U.Montemor entrado a todo o gás e aos 15 minutos já vencia por 2-0 com golos de Miguel e Luis Gonçalves. A equipa de Miguel Ângelo marcaria por Filipe Abrantes e Flores(já na 2ªparte). Mesmo no final da partida a equipa do U.Montemor enviou uma bola ao ferro da baliza de Gonçalo. Este foi um jogo aproveitado para rodar o plantel das duas equipas
Cortesia da:
Optimismo céptico
Eduardo Luciano
Quinta, 28 Dezembro 2006
Esta é, para mim, a última crónica de 2006. Por hábito fazem-se balanços salientando o melhor e o pior dos últimos 365 dias. Este ano que agora se fina foi pródigo em tragédias maiores e menores. Desde a carnificina permanente no Iraque à eleição de Cavaco Silva como Presidente da República Portuguesa. Tivemos alienação colectiva com o mundial de futebol que se estendeu a quase todo o mundo, tendo a histeria assentado arraiais em Évora durante uns dias com a presença de uns milionários com especial habilidade para dominar o esférico.
O governo disparou em todas as direcções catalogando a maioria dos portugueses como privilegiados que não merecem nem a água que bebem, enquanto tratava os verdadeiros privilegiados como espécies em vias extinção.
A central de informação que Santana Lopes anunciou, Sócrates concretizou sem ter anunciado. Se passarmos em revista a opinião publicada durante 2006, verificamos uma apreciável concatenação de esforços no sentido de nos vender algumas ideias, que nos foram repetidas até à exaustão por articulistas que não imaginávamos a apoiar um governo dito socialista.
A imagem do primeiro-ministro foi vendida como o paradigma da coragem, da eficiência, do espírito reformista. As políticas do governo foram apresentadas como inevitáveis e sem alternativa. A direita com espaço para emitir opinião foi a principal “municiadora” de argumentos em defesa das políticas do governo, enquanto a esquerda foi sempre apresentada como imobilista e inimiga da modernidade.
A oposição política, teoricamente à direita do governo, passou por dificuldades terríveis. É sempre difícil fazer oposição a políticas com as quais se está genericamente de acordo e esse foi o principal motivo da desorientação deste espaço político. Muito mais do que a falta de carisma de Marques Mendes ou Ribeiro e Castro.
Mas nem tudo foi mau no ano que passou. Pinochet morreu, Hugo Chavez ganhou as eleições na Venezuela, Lula foi reeleito no Brasil, Ortega ganhou na Nicarágua e Rafael Correa venceu no Equador. Sendo personalidades tão diferentes do ponto de vista pessoal e ideológico têm em comum um forte sentimento anti-imperialista.
Em França um forte movimento estudantil travou um conjunto de leis laborais retrógradas mostrando que é possível travar na rua políticas anti-sociais.
Em Portugal muitos sectores travaram lutas duras, contra políticas que a esquerda caracterizou como de retrocesso social e que culminou numa manifestação de cem mil pessoas a 12 de Outubro.
Mas tenho de confessar que a central de informação cumpriu o seu papel e se apodera da sociedade portuguesa um sentimento de impotência perante as políticas do governo.
Este executivo não só sabe usar o PowerPoint com mestria como sabe mandar repetir até à exaustão um conjunto de conceitos que entram no ouvido e se instalam na linguagem de toda gente. Algo parecido com a música pimba, não gostamos mas quando damos por nós estamos a assobiá-la na rua.
Nada de desânimos. É possível um 2007 melhor. Com trabalho, luta, persistência e… muita resistência.
A todos os que têm a paciência de me ouvir e àqueles que têm o trabalho de me colocar no ar desejo um ano de 2007 cheio de saúde.
Até para o ano
FUTINDOOR" ABRE A 7 DE JANEIRO
A "Futindoor" é mais uma escola "Academia Sporting", que permitirá aos jovens de Setúbal, e suas zonas envolventes, a prática e aprendizagem do futebol, segundo os reconhecidos métodos existentes na Academia Sporting/Puma. A "Futindoor" será inaugurada no dia 7 de Janeiro, pelas 18h30 e localiza-se na estrada nacional 10 (sentido Setúbal - Alentejo), no Imapark, de Pontes.
http://www.sporting.pt/
Jerónimo de Sousa exige maior protecção às pequenas empresas
O líder do PCP, Jerónimo de Sousa, exigiu esta terça-feira do Governo mais protecção às micro, pequenas e médias empresas, argumentando que o sector não tem condições para competir no mercado face à concorrência de Espanha.
No final de um encontro com representantes de associações de micro, pequenas e médias empresas de Lisboa, Setúbal e Alentejo, Jerónimo de Sousa alertou que os previstos aumentos da electricidade «de 8 a 9% em média» para a indústria e o aumento das taxas de juro serão factores que em 2007 «terão um impacto brutal na vida das pequenas e médias empresas».
http://diariodigital.sapo.pt/
Famílias numerosas ainda predominam nas ilhas
Nas Regiões Autónomas, as famílias mais numerosas eram ainda bastante relevantes: as famílias com 5 e mais pessoas representavam 20% do total.
Essa proporção não ultrapassa os 6% em Lisboa, no Alentejo e no Algarve.
http://da.online.pt/
Pousadas de Portugal: resultados operacionais aumentaram 54% este ano
Em comunicado, as Pousadas de Portugal anunciaram ter aumentado em 54% os resultados operacionais de 2006, com as receitas totais a crescerem 6%, face a 2005. O comunicado não adianta, no entanto, quaisquer valores.
O aumento de produtividade nas Pousadas de Portugal reflecte algumas das medidas estratégicas adoptadas desde que, em 2003, o Grupo Pestana Pousadas assumiu a gestão da rede", salienta o comunicado que refere ainda que "uma das medidas que resultou em aumentos de rentabilidade foi no âmbito da racionalização de custos com a criação de regiões operacionais, num total de oito – Norte (2), Centro, Alentejo (2), Algarve, Lisboa, Açores".
http://www.turisver.com/
316,2 Milhões de euros foi quanto a Christie.s avaliou a Colecção de Joe Berardo, e será essa importância que o Estado terá de desembolsar se quiser, em 2016 ser proprietária das obras, que constituem a referida colecção.
“Femme dans Un Fauteuil”, de Picasso (18 milhões de euros), um Bacon (15 milhões) e um Andy Warhol (12 milhões), são as peças mais caras,
(in Expresso)


Vou patir, vou para bem longe, vou voar,
mas como sempre hei-de voltar,
cruzar os céus, uma mais vez irei
e a Deus onipotente predirei,
que os proteja no vosso lar,
que eu, lá no alto, por onde passar,
olharei o céu e vou recordar,
a nossa santa mãe
que, com amor me irá acenar.
Vou partir, vou para longe, vou voar,
no coração levo, estou certo,
o vosso profundo amor,
mas seja aqui ou lugar incerto,
sempre estarei ao vosso dispôr.
Vou partir, vou para longe, vou voar,
e neste mundo, repartindo vou o meu amor,
que embora seja pouco ha-de chegar,
para coração alegrar.
E a Deus pedirei com fervor
A todos vós abençoar,
dar-vos saúde e o maior lhes conceder,
que eu, neste pequeno, mas palpitante coração,
com saudade e grande amor os irei recordar.
Vou partir, vou para longe, vou voar,
mas vós, para sempre irão estar,
aqui e em qualquer lugar bem dentro de meu coração,
palavras sentidas,com amor e solidão.
DESTE VOSSO IRREQUIETO E ERRANTE IRMÃO.
Évora, 20 de Agosto de 2002
António José Cambetas
TAÇA DE PORTUGAL DE FUTSAL: GD.MONTEMOR VAI A OBIDOS.
Disputa-se este fim-de-semana mais uma eliminatória da Taça de Portugal de Futsal em séniores, esta já com as equipas da 1ªDivisão. O GD.MONTEMOR desloca-se a Obidos para defrontar a equipa do Nadadouro que milita na 3ªDivisão. Os jogos são:
Sporting CP-U.Algarve
Forte da Casa – SL Olivais
NS Tires – Benedita
Portela – Piedense
“Os Independentes” – AMSAC
Nadadouro – Montemor
Pombal – Boa Esperança
Fundão – Castelo
Novos Talentos – Odivelas
Sacavenense – Bidoeira de Baixo
Vila Verde – Alcaria
Fontaínhas – Porto Santo
Sassoeiros – “Os Belenenses”
Amarense – Santa Suzana
Moinho - SL.Benfica
Teve lugar no passado dia 23 de Dezembro, no auditório do Centro Cultural Transfronteiriço do Alandroal, o já tradicional Concerto de Natal da Banda da Escola de Musica do Centro Cultural do Alandroal.
Um concerto onde se estreou um novo elemento, Luis Carrasqueira, tendo sido este apadrinhado por José Tique, foi ainda homenageado o Maestro António Alfaiate, pelos seus 10 anos na Banda. Foi um espectáculo que contou com casa cheia, onde a banda mostrou o seu valor.
Fique de seguida com algumas fotos deste acontecimento:




Texto e fotos: Hugo Calado
Ó infeliz pouca sorte
Tanto que me tens procurado
Vou deixar a minha gente
Para ir servir o Estado.
Vou agora assentar praça
E já sei para onde vou
Meu sorriso me abalou
Perdi toda a minha graça.
Metido numa arruaça
Fazendo para ter bom porte
Peço a Deus que me livre da morte
Ao saltar do avião,
Que é com alma e coração
Ó infeliz pouca sorte.
Quando no quartel entrei
E vi tanta gente fardada
Calei-me não disse nada
Tão triste que eu fiquei.
A minha boca fechei
Dei resposta por calado
E de amigos rodeado
Eu já a dizer-lhe vou,
Nos casos em que eu estou
Tanto que me tens procurado.
Logo no dia seguinte
“Prantaram-me” a marcar passo
Senti-me com cansaço
E quem fala a verdade não “minte”
Nós juntamos mais de vinte
A pedirmos ao tenente
Aqui a andar para a frente
É que não nenhum lugar vago,
Ó que saudades que eu trago
Vou deixar a minha gente.
Um dia fui impedido
De um dito sargento
Que são coisas que eu lamento
Como dias de nascido.
Ele não era mau indivíduo
Para estimar qualquer soldado
Era assim meio desbandalhado
Mas era boa pessoa,
Ali perto de Lisboa
Para ir servir o Estado.
Manuel Inácio Luís (Bico)
(Volto a lembrar que todas as “décimas” e não só, aqui transcritas são retiradas do livro
Cantadores de Alegrias Mágoas e Mangações, Edição C. M. A. 1993.

FORCADOS DE MONTEMOR NOMEADOS PARA MELHOR GRUPO NO CAMPO PEQUENO...
...EM 2006 O GRUPO PEGOU 97 TOIROS EM 29 CORRIDAS
O Grupo de Forcados Amadores de Montemor-o-Novo, encontra-se nomeado para vencedor da época na Praça do Campo Pequeno. Este grupo foi o que actuou este ano mais vezes na mais importante praça do pais no ano de 2006; por 3 ocasiões (Inauguração da Praça, Corrida TVI, e Centenário do Sporting). Depois de ter sido considerado por muitos meios de comunicação social como o Melhor Grupo de 2006, este é mais um reconhecimento de mais uma época de prestigio deste grupo que completa no próximo ano 68 anos. No ano de 2006 o grupo actuou em 29 corridas tendo pegado 97 toiros, sendo o grupo composto por 33 elementos.
No: http://www.alentejohome.com/blogs/

Status: Active
Location: Alandroal
Price: €400000,-
Quinta near Santiago Maior with a covered area of 300 m2 on a plot of 62.500 m2 located in the heart of the Alentejo. The house consists of 2 bedrooms; 2 suites; 1 kitchen; 1 dining room; a spacious living with typical fireplace of big dimensions; 1 pantry; 3 bathrooms; a porch with panoramic views.
No: http://avozportalegrense.blogspot.com/

Olivença é Portugal
Li, com muita atenção, como é lógico, a carta de Theresa Schedel de Castello Branco, de Lisboa, no "Sol" de 16 de Dezembro de 2006, sob o título "Olivença agradecerá o esforço?"
(…………)
O que eu não perdoo (enfim, é uma maneira de dizer...) é o desconhecimento Histórico. A autora, de entre os documentos da época de 1640-1668, escolheu um dos mais pessimistas, quando poderia ter optado por muitos outros com outras opiniões. Desconhece dois casos que deveriam ser um exemplo: em 1641, a 17 de Setembro, ante um ataque surpresa de espanhóis, os populares oliventinos, enquanto esperavam tropas regulares, defenderam a sua terra com sacrifício das vidas de muitos de entre eles, junto à Porta do Calvário, o que deu origem a que o feriado municipal, até 1801, fosse celebrado a 17 de Setembro (onde estavam então as ligações a "Castela", matrimoniais e outras?); o outro caso, mais significativo, ocorre em 1657/8, quando as tropas espanholas se apoderaram de Olivença, e os seus seis mil habitantes, salvo 30, não aceitaram as propostas do ocupante, e abandonaram a povoação, dispersando-se por Elvas, Juromenha, Estremoz, Vila Viçosa, Alandroal, etc. Só regressaram a Olivença com a Paz de 1668 e a reentrega de Olivença a Portugal. Entretanto, espanhóis de Cheles, Alconchel, e Badajoz, tinham ido para a Terra das Oliveiras, principalmente para fazer uma recepção entusiástica ao Rei de Espanha... uma farsa abominável!

Os “menos jovens do Alandroal” podem reconhecer um. Os “outros” que não são do Alandroal, podem reconhecer “outro” que é famoso não só por aparecer na televisão, mas pelo seu “big” nariz.
Tudo isto há 40 anos…
40 mil teleconsultas no Alentejo
Cerca de 40 mil teleconsultas, de 12 especialidades, foram realizadas no Alentejo nos últimos quatro anos e meio, desde o arranque da telemedicina, projecto que já abrange dez centros de saúde e três hospitais da região, escreve a Lusa.
«O Alentejo é, sem dúvida, um paradigma e um exemplo. Temos dado mostras de um grande espírito criativo ao nível da telemedicina, uma ferramenta que é cada vez mais importante».
No final do próximo ano, espera-se que a implementação do projecto de teleconsultas esteja finalizado na região, envolvendo a ligação em rede de um total de 17 centros de saúde e os quatro hospitais de referência (Évora, Beja, Portalegre e Elvas).
http://www.portugaldiario.iol.pt/
Retrato nacional - autoridade estatística revela 2005
Um milhão de férias no estrangeiro
A procura turística dos residentes continua a colocar o Algarve na primeira posição, com 29% do total de dormidas em 2005. Já em 2006 observou-se, porém, uma perda de peso relativo do Algarve a favor das regiões do Alentejo e do Centro, que passaram a representar, respectivamente, 13% e 26% do total de dormidas.
http://www.correiomanha.pt/
Brasil é principal importador do vinho luso do Alentejo
Entre os 76 países que importam o vinho da região lusa do Alentejo (centro-sul), o Brasil é o principal mercado, tendo “crescido significativamente”, disse neste domingo Joaquim Madeira, presidente da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA).
As exportações de vinho alentejano devem atingir este ano 11% do volume comercializado, com aumentos significativos para os mercados de Angola e Estados Unidos, além do Brasil.
O responsável da CVRA disse à Agência Lusa que os vinhos da região estão também sendo "muito bem acolhidos" em mercados como França, Alemanha, Suiça e Canadá.
Para Joaquim Madeira, Angola e China são dois mercados com "boas perspectivas", sobretudo o país africano, que tem registado "o maior crescimento".
http://www.agencialusa.com.br/
População idosa vai representar 32% da população em 2050
O índice de envelhecimento aumentou, em 2005, para 110 idosos por cada 100 jovens (109 em 2004), situando-se o índice mais elevado na região do Alentejo (171) e o mais baixo na Região Autónoma dos Açores (63).
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

GD.MONTEMOR PERDE EM LISBOA
Os Torpedos 4-3 Montemor
Lagoa e Benfica 1-1 V.Setúbal
Os Independentes 3-4 Castelo
Vit.Olivais 13-3 União Praiense
Os Pantufas 4-4 Sonâmbulos
Univ. Algarve 9-4 Sapalense
Porto Santo 6-4 Almodovarense
1ºIndependentes29 2ºVit.Olivais25 3ºCastelo 23 4ºV.Setúbal, U.Algarve e Sonanbulos22 6ºPantufas19 7ºMONTEMOR16 8ºPorto Santo e Torpedos 13... 14ºAlmodovar6
NO ALANDROAL ASSIM...
A Praça
À Lareira
Este ano o Pai Natal subiu mais alto
Fotos: f. táta
TAÇA DO DISTRITO DE ÉVORA – 2ª ELIMINATÓRIA
J.S.A. fora da prova
Calipolense 5 – Sporting de Viana 0
Santiago Maior – Corval – (empatados após jogo e prolongamento, logo que possível resultado final)
Monte Trigo 2 – Redondense 1
Cabrela 1 – Torre de Coelheiros 3
União 6 – Valenças 0
Borbense 5 – Luso Morense 1
Portel 5 – Alcaçovense 0
Alandroalense 0 – Escouralense 2
A assistência
Três que nunca falham (falta um, o Barradas). E + 10.
Assim não vamos lá...
Será que os Alandroalenses preferem a INATEL?

Menino Jesus
(Popular)
Ó meu Menino Jesus,
Ó meu menino tão belo,
Onde foste a nascer
Ao rigor do caramelo.
José embala o menino
Que a Senhora logo vem,
Foi lavar os cueirinhos
À fontinha de Belém.
Ó meu Menino Jesus,
Ó meu menino adorado
Como vieste nascer
Numas palhinhas deitado.
Ó meu menino tão belo
Ó meu Menino Jesus,
Como vieste nascer
Para morreres na cruz.
Natal
(Popular)
O Menino está dormindo,
Nas palhinhas despidinho.
Os anjos Lhe estão cantando,
Por amor tão pobrezinho.
O Menino está dormindo,
Nos braços de São José.
Os anjos Lhe estão cantando,
Glória ti-bi-dó-mi-né.
O Menino está dormindo,
Nos braços da Virgem pura,
Os anjos Lhe estão cantando,
Hossana lá nas alturas.
O Menino está dormindo,
Um sono de amor profundo;
Os anjos Lhe estão cantando,
Viva o Salvador do Mundo!
Natal
(Miguel Torga)
Velho Menino-Deus que me vens ver
Quando o ano passou e as dores passaram:
Sim, pedi-te o brinquedo, e queria-o ter,
Mas quando as minhas dores o desejaram...
Agora, outras quimeras me tentaram
Em reinos onde tu não tens poder...
Outras mãos mentirosas me acenaram
A chamar, a mostrar e a prometer...
Vem, apesar de tudo, se queres vir.
Vem com neve nos ombros, a sorrir
A quem nunca doiraste a solidão...
Mas o brinquedo... quebra-o no caminho.
O que eu chorei por ele! Era de arminho
E batia-lhe dentro um coração...
VIUVA RICA SOLTEIRA NÃO FICA

Realização: José Fonseca e Costa
Elenco: Bianca Byington; Ricardo Pereira; Cucha Carvalheiro; Filomena Cautela; Diogo Dória; Vítor Espadinha; Pedro Lacerda; Carlos Martins Medeiros; Luís Mascarenhas; Carlos Nabais; João Maria Pinto; José Raposo; Rogério Samora; Anton Skrzypiciel; João Vaz; Helena Vieira.
Finais do século XIX, Ana Catarina é uma jovem aristocrata que regressa a Portugal com a sua mão prometida a D. António. Meses depois perde o seu marido e o pai e herda o solar dos Silgueiros e umas terras vitícolas. Herdeira e rica não lhe falta pretendentes, Ana Catarina casa e enviúva vezes sem conta enquanto a ama e o abade planeiam ficar com os seus bens.
Site Oficial: http://www.clapfilmes.pt/viuvaricasolteiranaofica/
MATINÉ DE NATAL
POR ÁGUA ABAIXO

Um rato de estimação tenta enganar um rato de esgoto e acaba sendo jogado na privada da casa em que mora. Preso no esgoto, ele busca agora uma forma de retornar ao seu lar. Com vozes de Hugh Jackman, Kate Winslet, Jean Reno, Ian McKellen e Bill Nighy.
O Cine Clube Domingos Maria Peças é patrocinado por
– NESTA ÉPOCA -
Divulgação da Musica Tradicional Portuguesa – A nossa música
Ó Meu Menino Jesus
Letra e música: Popular (Campo Maior, Alto Alentejo)
Recolha: Michel Giacometti
Intérprete: Roda Pé
Ó meu Menino Jesus,
Ó meu menino tão belo,
Onde foste a nascer
Ao rigor do caramelo. [bis]
Ó meu Menino Jesus
Não queiras menino ser,
No rigor do caramelo
A neve te faz gemer. [bis]
O menino da Senhora
Chama pai a S. José,
Que lhe trouxe uns sapatinhos
Da feira de Santo André. [bis]
O menino chora, chora
Chora pelos sapatinhos,
Haja quem lhe dê as solas
Que eu lhe darei os saltinhos. [bis]
Dá-me o teu menino,
Não dou, não dou, não dou
Dá-me o teu menino,
Vai à missa que eu já vou.
Voz - Agostinho Teodoro
TAÇA DO DISTRITO DE ÉVORA – 2ª ELIMINATÓRIA
23/12/2006
Calipolense – Sporting de Viana – 15 horas
Santiago Maior – Corval – 14.30
Monte Trigo – Redondense – 14,30
Cabrela – Torre de Coelheiros – 14.30
União - Valenças – 15 horas
Borbense – Luso Morense – 14,30
Portel - Alcaçovense – 14,30
Alandroalense – Escouralense – 15 horas.
DISTRITAL DE JUVENIS
Resultado da última jornada: Sporting de Viana 2 Terena 1
INFANTIS FUTEBOL DE 7
Resultado da última jornada : Alandroalense 0 Lusitano 16
DISCIPLINA
Alandroalense: Joaquim Valadas: 1 jogo de suspensão; Carlos Máximo, Rui Brito, Carlos Folgado: advertência.
Rosário: Jorge Martins, Bruno Carvalho, Rui Balancé: repreensão por escrito.
Santiago Maior: José Cavacas: 1 jogo de suspensão; Sérgio Mitra: repreensão por escrito; Paulo Facão: repreensão.
Terena (Juvenis) – Carlos Courela: advertência.
O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:
Produção de vinhos do Alentejo atingiu limite
Este ano deverá fixar-se entre 93 a 95 milhões de litros
Joaquim Madeira, presidente da CVRA, considera que está na altura de dizer «basta», pois tudo o que venha a ser produzido agora será «excedentário».
O responsável acredita que a solução passa por se apostar no mercado externo pois este tem tendência para aumentar, apesar de reconhecer que tal «exige um grande esforço, muito investimento, melhorias e transformações».
«Crescemos demais estamos numa pequena crise de crescimento. Vamos parar, tentar arranjar mercados, melhorar qualidade, competir e quando chegar a ocasião certa podemos então crescer mais e de forma sustentada», sublinhou.
De acordo com o Agroportal, Joaquim Madeira frisou ainda que há 20 anos os vinhos do Alentejo tinham «uma fatia de mercado razoável» e actualmente «temos uma parcela de mercado enorme», realçando que os produtores «têm vindo a conquistar espaço no país, atingindo 45% do mercado nacional de vinhos de qualidade».
http://www.fabricadeconteudos.com/
Cinema: Portugal e Brasil atribuem 455.000 € para co-produções
«Call Girl», o novo filme de António-Pedro Vasconcelos, é uma das quatro longas-metragens apoiadas pelos institutos de cinema de Portugal e do Brasil com um total de 454.940 euros, de acordo com os resultados do concurso hoje anunciados.
Este é o segundo subsídio conseguido pela produtora MGN Filmes para «Call Girl», no valor de 113.735 euros, depois do realizador ter conseguido em Outubro um subsídio de 650 mil euros, no concurso de apoio à produção de longas-metragens.
«Call Girl», cuja rodagem deverá decorrer no Alentejo e em Lisboa no início de 2007, é uma intriga policial que aborda a questão das escutas telefónicas e das investigações judiciárias.
http://diariodigital.sapo.pt/
Diáriamente na:

Cem anos - Eduardo Luciano
Quinta, 21 Dezembro 2006
Cem anos. Nem mais nem menos. Cem anos de vida que se comemoraram bem perto de nós, na freguesia de Nossa Senhora da Tourega.
Rosário Amaral nasceu no dia 16 de Dezembro de 1906, em plena monarquia. Começou aos 8 ou 9 anos a vida dura de trabalho como operária agrícola.
Assistiu à implantação da República, ao golpe militar de 1926, a 48 anos de fascismo, a duas guerras mundiais, à Revolução de Abril, aos avanços e retrocessos históricos dos últimos 32 anos.
Em 1962 participou activamente nas lutas pela jornada de trabalho de 8 horas e depois de Abril entusiasmou-se com o projecto colectivo da Reforma Agrária, trabalhando até à sua reforma na Unidade Colectiva de Produção do Barrocal.
Rosário Amaral teve tempo e engenho para criar 4 filhos, ajudar a criar 9 netos, 17 bisnetos e 6 trinetos.
Quando vivemos num mundo que privilegia o jovem e o efémero, dá-me um especial prazer invocar esta figura centenária. É a memória viva de um tempo de dificuldades, de fome, de miséria, de analfabetismo, mas também a memória da sua superação pela luta corajosa do dia a dia arriscando muito mais do que o almoço ou o jantar.
No passado sábado, em Valverde, fizeram uma bonita festa de aniversário à tia Amaral. Foram recordados na sua presença episódios que dizem bem da têmpera daquela mulher. Numa altura de desistências e cansaços, em que alguns com metade da sua idade deixam cair os braços ou encolhem os ombros, ou se vendem por um prato de lentilhas, Rosário Amaral participou nas reuniões de freguesia do seu Partido de sempre até quase aos 99 anos.
Esta é a minha singela homenagem a uma mulher que nasceu e vive nesta nossa terra, mas é também a minha mensagem de Natal.
Ouvimos todos os anos, enquanto consumimos furiosamente tudo o que o sacro santo mercado nos põe à frente, apelos à reflexão sobre o sentido da vida e este exemplo demonstra que a nossa vida só tem sentido se o formos nós a desenhar.
Cem anos vividos de frente para vida. Gostava de lá ter estado para lhe dar um abraço. Para lhe dizer que, sendo mais os cansados da vida, haverá sempre quem não se canse de viver. E esses são os que importam. O ramo de cravos vermelhos que lhe ofereceram tem exactamente esse significado.
Até para a semana
Um Blogue a visitar : http://www.calipot.blogspot.com/
Do nosso colaborador Hugo Calado que tão boas provas tem prestado no: 
assim como no Alandro al,
Uma visita ao: http://bandaalandroal.no.sapo.pt/, para saber o programa do Concerto de Natal, de que já havíamos dado conhecimento em posta anterior.É dia 23.
E SE UM DIA TODOS SE LEMBRASSEM DE PÔR A BOCA NO TROMBONE?
Que País…
Que Justiça…
Que hipocrisia…
Que “barrigada” de rir…
Lá porque uma Senhora se lembrou de “prantar” em livro, preto no branco, aquilo que todos falavam abertamente, foi para aí um corrupio de primeiras páginas nos jornais, aberturas de telejornais, colóquios, comentários, etc, etc.
Metem nojo.
Afinal o que é que a Senhora escreveu, que todos nós não sabíamos já?
Que o “gajo” lhe ia às fuças? - O que é que esperavam?
Que o “gajo” se peidava? – Ora porra!
Que tinha “massa” e mandava malhar quem o chateasse? - até eu se tivesse poder mandava dar umas “lambadas” a muitos que me têm lixado.
Que na “bola” era, o quer, posso e mando? – Não se falava noutra coisa!
Agora o que me dá graça são os “gajos” que dizem: São brigas de casais (V. L.), Não conheço a Drª Carolina Salgado ( G. M. ); ainda não li o livro, nem faço conta de o ler ( I.M. [intelectuais de merda] ).
Conclusão:
Que merda de País!
Que merda de Justiça! (aqui pelo menos, parece quererem dar a mão à palmatória)
Cambada de hipócritas!
Xico Manel
Aqui começa o Alqueva...

Foto: José Manuel Rodrigues - Edição de postais C.M.A.
Página desportiva a cargo das instituições desportivas de Montemor-o-Novo.


HÁ DERBY EM MONTEMOR-O-NOVO ESTE SÁBADO
No próximo sábado dia 23/12/06, disputa-se mais uma eliminatória da Taça de Évora, com a equipa do U.Montemor a receber a equipa do Valenças, equipa da freguesia de Ciborro. Este jogo será um derby concelhio e será disputado no Estádio 1.ºde Maio às 15:00 Horas.
U.MONTEMOR ORGANIZA FESTA DE NATAL
A Direcção do U.MONTEMOR, organiza mais uma vez a Festa de Natal do Clube, onde irão estar presentes todos os atletas e familiares do GUS. A festa será realizada dia 22 de Dezembro no Pavilhão de Exposições do Parque de Exposições e Feiras da cidade de Montemor-o-Novo.
Flores Silvestres

Limonium Multiforum

Santolina Impressa
Crónica de Domingos Cordeiro
Terça, 19 Dezembro 2006
A primeira grande medida do novo Procurador Geral da Republica foi de grande eficácia.
Chamou a magistrada que mais tem dado a cara no combate contra a corrupção no futebol e entregou-lhe todos os inquéritos referentes às suspeitas existente neste meio.
A decisão tem sido bem acolhida por todos os quadrantes, designadamente, pelo politico e pelo judicial.
Maria José Morgado vai ter uma equipa de magistrados do Ministério Publico escolhida, meios disponibilizados e uma grande atenção da comunicação social que gosta do tema, e gosta da magistrada.
Afigura-se, desta forma, estarem criadas as condições para que, de uma vez por todas, se esclareçam todas as dúvidas que, pela perfusão de factos e contradições que se vão sucedendo no tempo, a todos incomodam e causam perplexidade.
O estatuto de quase “procuradora especial” reclama de Maria José Morgado uma responsabilidade acrescida em termos de resultados e exigências de investigação.
Aguardamos, todos, que alguém ponha um ponto final neste clima de suspeição geral.
Não só para punir os culpados e absolver os inocentes. Mas, sobretudo, para que aqueles que gostam de ir aos estádios possam sair lá com a certeza de que nada ali foi negociado para lá do esforço e do talento dos jogadores.
A investigação ter ir até ao fundo do assunto. A tarefa é árdua. Por isso mesmo, não pode haver desfalecimento.
Os limites do grupo de investigação liderado por Maria José Morgado deverão ser tão só as garantias de equilíbrio, isenção e cumprimentos da lei.
A última coisa que os Portugueses esperam é que o processo se eternize e venha a dar em muito pouco, ou mesmo nada.
Para os que habitualmente nos ouvem e lêem votos de um Feliz Natal.
Crónica de 20 de Dezembro - Hélder Rebocho
Quarta, 20 Dezembro 2006
Os últimos meses do ano civil constituem um tempo de reflexão, em que se faz o balanço de um ano de actividade.
Em regra recordam-se os bons momentos do ano findo e revêem-se os erros cometidos que hão-de servir como lição para o futuro. Não raras vezes, é também nesta época que somos assaltados por sentimentos contraditórios de satisfação, quando revemos aquilo que de bom conseguimos fazer, e de inquietação quando analisamos o que poderíamos ter feito e afinal não fizemos.
O final do ano é tempo de congratulação, de arrependimento, de juras e promessas, de projectos para o ano novo que se aproxima.
Este renovar da esperança é generalizado, sendo comum a cidadãos, empresas, associações, governos e autarquias locais.
A renovação da esperança, no tocante às Autarquias Locais, é expressa nas Grandes Opções do Plano, documento onde ficam a constar as actividades previstas pelos Executivos Camarários para o ano seguinte. É no fundo um assumir de compromisso quanto ao futuro do Município.
Como Eborense atento e interessado pela minha cidade não quis entrar no novo ano sem saber o que esperar da Câmara Municipal de Évora para 2007, e por isso tive a preocupação de compulsar as Grandes Opções do Plano, aprovadas em reunião pública da Câmara no passado dia 29 de Novembro.
De entre as diversas novidades, como a redução de dois milhões e meio de euros em relação ao orçamento para 2006, houve um aspecto que, pela sua importância para o futuro, despertou a minha atenção e por isso merece aqui particular destaque.
Foi com satisfação que constatei a consagração nas Grandes Opções do Plano do tão necessário Plano Estratégico para Évora, que sendo um instrumento de primordial importância para o desenvolvimento da cidade e do concelho só peca por tardio.
Este Plano é fundamental para que se possam definir e articular políticas, prioridades e projectos de desenvolvimento sustentado, direccionados num sentido concreto e com um rumo objectivamente traçado.
A inclusão deste instrumento nas Grandes Opções do Plano já fora proposta para 2006 pelo Vereador do P.S.D., sendo então recusada pela Vereação Executiva.
Dada a sua importância, o mesmo Vereador do P.S.D. voltou este ano a propor a inclusão do Plano Estratégico de Évora nas Opções do Plano para 2007. Em boa hora o fez, porque desta vez a sua proposta mereceu acolhimento.
Naturalmente que a execução deste Plano e das outras actividades previstas só seria possível com a aprovação das Grandes Opções do Plano e do Orçamento para 2007 e também aqui, o Vereador do P.S.D. não funcionou como força de bloqueio, pois a sua abstenção foi determinante para a respectiva aprovação, considerando os votos contra dos Vereadores da C.D.U. e os votos favoráveis dos Vereadores do P.S.
Quem ainda há pouco tempo era acusado pelo P.S. de estar coligado com a C.D.U., a propósito da polémica gerada pelas eleições para a Região de Turismo de Évora, corre agora o risco de ser olhado de lado pela C.D.U. por não ter inviabilizado a aprovação da Grandes Opções do Plano e o Orçamento para 2007.
Este facto torna evidente uma conclusão.
No anterior mandato o executivo Camarário criou o hábito de trabalhar a dois tempos, tendo de um lado quem queria impor as suas ideias a todo o custo e do outro quem as pretendia inviabilizar a qualquer preço, por isso, parece agora não lidar bem com a presença de quem tem ideias e propostas próprias e se situa fora da lógica destrutiva do antagonismo inevitável.
O resultado está à vista. A preponderância que uma força com representação minoritária soube assumir e que exerce com responsabilidade é de forma engenhosa transformada em coligações imaginárias, ora com o P.S. ora com a C.D.U. ao sabor da conveniência de cada uma destas forças, porventura com o propósito, de tentar ocultar a verdadeira coligação com os Eborenses na execução dos compromissos assumidos e na defesa intransigente dos interesses da cidade e do Concelho, que o Vereador do P.S.D. tem revelado na sua actuação.
Évora já podia ter o seu Plano Estratégico há um ano e só agora foi consagrado.
Por isso outra conclusão se impõe.
Enquanto se menosprezarem as propostas válidas, optando por ficcionar conluios, as decisões importantes para o desenvolvimento da cidade pecarão sempre por tardias.
Monsaraz



foto : http://monsarazemfotos.blogspot.com/
De:

Mais um ano chega ao fim.
No ano em que comemorou 67 anos o Grupo de Forcados de Montemor participou em 29 espectáculos. De Norte a Sul do país, de Sevilha ao “Rock in Rio”, passando pelo Campo Pequeno e acabando em Montemor, o Grupo esteve lá.
Foram 97 as pegas que ficam para contar e muitas mais histórias para recordar.
Recheado de êxitos este ano chegou ao fim, com uma certeza:
O Grupo de Forcados de Montemor não vai fica por aqui…
Boas Festas são os votos do Grupo de Montemor.
Gala de Natal, uma noite para recordar!
Clik aqui e veja as fotos
Vamos lá então, tal como prometi, regressar aos bancos da Escola.
(Já agora, se me é permitido, considerem uma homenagem à D. Antónia Cardoso, ilustre Professora no Alandroal, e que merecia sem dúvida figurar na toponímia da nossa terra).

"Feita" a 4ª classe, no Domingo seguinte os"meninos" juntavam-se, tiravam a fotografia no Tacão. Depois iam a casa de cada um comer um bolinho e beber um pirolito, um escarchado, um licor. Assim se cimentavam amizades para toda a vida.

Às meninas era vedado o escarchado... mas pirolitos não faltavam!
E aqui já mais espigadotes (no dia em que o Sr Arcebispo visitou o Alandroal)

Da terra nasce a flor
Da flor nasce o perfume
Da flor nasce o amor
Do amor nasce o ciúme.
Nasce logo com o destino
De tudo o que ao mundo vem
Não é dado por ninguém
Vem logo de pequenino.
Não é preciso ensino
Nem de poeta nem de actor
Traz a palha e traz a cor
P´ lo bem de uma ciência,
Gerado p´la providência
Da terra nasce a flor.
Há tantos por esse campo
Que é um gosto a gente vê-las
Só me dá vontade de colhê-las
Que são almas que gosto tanto.
De manhã quando me levanto
Olhá-las, eu tenho por costume
Há outras que o cheiro assume
Bonitas e bem cheirosas,
Mas é dos cravos e das rosas
Da flor nasce o perfume.
É mesmo a época que deita
Cá no mundo essa beleza
Gerada da natureza
Está uma coisa bem feita.
Todo o ano há colheita
Seja em que tempo for
Pela voz do criador
Ou dispôs ou a criou,
Mas dela sempre gostou
Da flor nasce o amor.
Vai crescendo lentamente
O amor é invisível
Até parece impossível
Não caber dentro da gente.
Vive apaixonado e doente
Perde o uso do costume
Dói se faz o resume
Tantas vezes que acontece,
Mas cria ódio e aborrece
Do amor nasce o ciúme.
Dionísio António Rita
De: Taeko Kubono
Só quero desejar um bom natal e um prospero ano 2007 e que continuem sempre com este blog que e bastante interessante, principalmente para quem esta fora do seu pais de origem é muito confortante ter sempre umas noticias do alandroal que esta sempre no meu pensamento assim me despeço com um grande abraço de saudades deste amigo........
Electricidade, regadio e 1.140 milhões de investimento
Dez anos depois do início das obras e de um investimento superior a 1.140 milhões de euros, a Barragem de Alqueva já produziu quase 346 GigaWatts/hora de energia para a Rede Eléctrica Nacional e rega quase 6.500 hectares. A empreitada principal de construção civil da barragem e central hidroeléctrica de Alqueva foi adjudicada a 14 de Dezembro de 1996 e as obras no terreno começaram no início de Janeiro de 1997. Na globalidade, já foram investidos nas diferentes valências da barragem, até ao final deste ano, cerca de 1.143 milhões de euros, segundo os cálculos avançados pela empresa responsável pelo projecto.
Depois de uma década de obras e de um volumoso investimento, distribuído pelas áreas agrícola, hidroeléctrica, turística e de abastecimento público, a reserva de água, considerada estruturante para o Alentejo, já permite regar e produzir energia eléctrica. Dos 110 mil hectares (ha) de regadio que Alqueva irá criar até 2015, as infra-estruturas de Alqueva já permitem «alimentar», através da rede secundária de rega, 5.820 hectares no concelho de Ferreira do Alentejo (Beja) e 596 na aldeia da Luz, no concelho de Mourão (Évora).
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/
Portugal perdeu 92 mil explorações
Portugal perdeu 92 mil explorações agrícolas, em seis anos, mas a produção agrícola não caiu. De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, a modernização é feita lentamente. Entre 1999 e 2005, Portugal perdeu 92 mil explorações agrícolas, o que representa uma queda de 2%.
As unidades de maior dimensão estão no Alentejo, em oposição às pequenas, de 2,6 hectares, na Beira Interior. O perfil da agricultura portuguesa mostra ainda que 2% das explorações portuguesas ocupam metade da superfície utilizada.
Apesar de se estar a tornar mais competitiva, a agricultura portuguesa estás ainda muito caracterizada por uma lógica familiar, que aposta ao mesmo tempo na criação de gado e em culturas diversas.
http://www.tvi.iol.pt/

O Referendo
José Faustino
Segunda, 18 Dezembro 2006
Daqui a dois meses vamos pela terceira vez votar num referendo.
O referendo é um instrumento do regime democrático que me agrada particularmente, pois permite que o povo se pronuncie sobre os grandes temas nacionais.
Uma decisão referendada dá muito maior conforto a quem tem de a implementar e obriga, necessariamente, a uma maior ponderação a quem a critica.
Sobre o próximo referendo, tem-se dito que ele não era necessário pois a actual maioria parlamentar, do Partido Socialista, teria legitimidade para aprovar a despenalização da interrupção voluntária da gravidez. Não concordo. Em primeiro lugar, porque esta é uma daquelas grandes questões que deve sempre ser referendada, em segundo lugar, uma vez que esta mesma questão já tinha sido referendada em 1998, agora nenhuma maioria parlamentar teria legitimidade moral para avançar sem uma nova consulta popular.
A questão do referendo ser ou não ser vinculativo também tem que se lhe diga. Em 98 o referendo não foi vinculativo, mas a maioria parlamentar, da altura, respeitou o resultado e fez bem, tal como agora fará bem em respeitar o resultado independente de votarem ou não mais de 50% dos eleitores, aliás o Primeiro-Ministro e líder do PS já anunciou que assim faria.
Se assim não fosse, essa seria a melhor forma de desvalorizar a importância do referendo.
Sobre a questão a referendar, penso que a generalidade das pessoas é contra o aborto, mas não é isso que está em causa.
O que se pretende saber é se a lei deve ou não autorizar a interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas, podendo a mulher recorrer a um hospital púbico ou privado.
Infelizmente, nem tudo o que é permitido por Lei é necessariamente bom para as pessoas e para a sociedade. A interrupção da gravidez nas condições em que vai a referendo parece-me ser um mal necessário, por várias razões de que destaco apenas duas: Primeiro, nem o Estado nem a sociedade têm mostrado capacidade de amparar e educar os filhos indesejados e assim sendo é preferível optar por um mal menor; Segundo, pelo número de abortos clandestinos que se realizam nas mais precárias condições.
Depois, também é bom lembrar que esta medida não é obrigatória para ninguém, só recorrerá à interrupção voluntária da gravidez quem quiser.
Se os eleitores se pronunciarem pelo sim, também a classe médica e a sua Ordem devem reformular os seus princípios no sentido de respeitarem as opções de cada um dos seus membros.
Devem respeitar aqueles que não querem participar em determinados actos médicos, mas devem igualmente respeitar os que tenha opção contrária, só assim se pode praticar a Democracia.
Podia ser Natal
Letra e música: António Manuel Ribeiro
Intérpretes: António Manuel Ribeiro e Miguel Ângelo (in CD "Espanta Espíritos", 1995)
Podia haver uma luz em cada mesa
E uma família em cada casa
Jesus em Dezembro, aqui na Terra
Podia ser Natal e não ser farsa.
A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador
Podia ser notícia o fim da Amargura
Que divide os homens por trás dos canhões
A fome e a miséria servem a loucura
Que forja profetas e divide as nações.
A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador
Podia ser verdade o tom e o discurso
Desse velho actor falando aos fiéis
Mas nada se passa na noite do mundo
Máscaras de dor, pequenos papéis
A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador
A história certa é
Natal de porta aberta
Podia ser Natal.

FUTSAL: G.D.MONTEMOR VENCE LAGOA
Montemor 2- Lagoa e Benfica-0
União Praiense 3- Castelo-8
Almodovarense 4- Os Pantufas-7
Sonâmbulos 2- Univ. Algarve-2
V.Setúbal 8- Porto Santo-3
Sapalense 5- Vit.Olivais-7
Os Independentes 8- Os Torpedos-0
CLASSIFICAÇÃO:
1ºINDEPENDETES29
2ºVit.Olivais22
3ºV.Setúbal e Sonanbulos21
4ºCastelo20
5ºU.Algarve19
6ºPantufas18
7ºMONTEMOR16
8ºLagoa11...
14ºAlmodovar6


RUGBY C.DE MONTEMOR 41-LOULÉ 12
VITÓRIAS EM TODOS OS JOGOS DISPUTADOS NO CAMPEONATO
Os séniores do Rugby Clube de Montemor receberem e venceram o RC.Loulé por 41-12 e contam por vitórias todos os jogos disputados no campeonato até ao momento.
Num jogo que se pensava complicado o mesmo foi tornado facil graças à excelente exibição da equipa montemorense, que não deu qualquer hipoteses ao seu adversário.
A equipa de Montemor-o-Novo alinhou neste jogo com:
José Lima, Hugo Ferreira, Joel Pedreirinho, Gonçalo Ramos, André Calção, Hugo Mota, Gonçalo Saúde, Francisco Cornacho, José Maria Reis, António Quadrado, João Reis, João Malta, Ricardo Cornacho, José Almeida e Hélio Guerreiro. JOGARAM AINDA: Pedro Neves, Ivo Mota, António Aguiar, Filipe, João "Cabra", Francisco Soares e Bruno.
RUGBY C.MONTEMOR É VICE-CAMPEÃO DO TORNEIO NACIONAL DE JUNIORES APÓS PERDER COM O S.L.BENFICA
A equipa júnior do Rugby Clube de Montemor, sagrou-se Vice-Campeã do Torneio Nacional de Juniores, realizado em Vilamoura, após perder num jogo equilibrado contra o S.L.Benfica por 10-5, perdendo assim a possibilidade de ser campeã.
Na sua serie a equipa montemorense tinha vencido também o Caldas por expressivos 35-0 e a equipa do Vilamoura por 5-0.
Este torneio foi um excelente resultado para a equipa de Montemor; a de salientar ainda a lesão do jogador do RCM, António Tomé que fracturou um pé na marcação de um ensaio

Contos que nos transportam no tempo e nos deixam um sorriso nos lábios.
Histórias que se voltam a publicar no Blog Alandro al
=Agora que Estamos no tempo "delas" - as matanças -.=
A MATANÇA
Nesse dia matava-se o porco. Foram convidados para tal acontecimento o filho, que trabalhava em Reguengos e o cunhado que se pelava por estas coisas.
O filho achou por bem, até porque o de Reguengos tem fama e proveito, de levar um garrafão de cinco litros para acompanhar a cachola do almoço.
Porco morto, começou a petisqueira, o sarrabulho, depois uma orelha assada, as molejas, uma febrazinha assada, uma isca de fígado, mais um copinho a cargo do sobrinho e do tio, enquanto o dono da matança trabalhava desalmadamente, primeiro a musgar, depois a raspar, depois a abrir e vá lá, vá lá, que a pendurar ainda os dois convidados deram uma ajuda.
Chegada a hora do almoço, e da cachola, bem que punham o garrafão em posição invertida, mas escorrer alguma coisa está quieto. Estava seco.
O filho, como lhe competia, prontificou-se de imediato a ir ao Melão buscar mais um garrafão, só que o pai tinha aprendido um jogo novo, e estava-se pelando por mostrar o seu saber. Tratava-se do jogo da cachaporra, que como sabem são três fósforos de tamanhos diferentes, escondidos entre os dedos, e perde aquele que tirar o de menor tamanho.
Ainda foi aconselhado a não se meter nisso, até porque estava cansado de trabalhar, e de não petiscar nada, portanto era melhor ir tirando uma bucha e descansar. Qual quê? Não só quem perder vai buscar o vinho, como ainda o paga.
Sendo assim.... Vamos lá à jogatina.... Não é preciso dizer quem perdeu. Estão mesmo a ver!!!
Num descargo de consciência o filho ainda lhe disse: deixe lá estar que eu vou.... mas nessa altura foi a mãe e esposa do dito, que disse logo: não senhora… vai ele... ninguém o mandou ser parvo.
Xico Manel
Tele-medicina para reduzir tempo de espera
Ministro da Saúde defende a utilização de novas tecnologias
O ministro da Saúde, Correia de Campos, defendeu hoje a utilização das novas tecnologias, como a tele-medicina, nos hospitais com dificuldades em atrair especialistas, para reduzir o tempo médio de espera para uma consulta. O ministro falava à margem de uma visita ao Centro Hospitalar do Baixo Alentejo (CHBA), onde foi questionado pela agência Lusa sobre a escassez de card iologistas no Hospital de Beja, que origina esperas superiores a quatro meses para consultas.
Segundo o ministro, a tele-medicina e as novas tecnologias poderão ser um meio que ajude a «solucionar» esse tipo de problemas.
http://www.portugaldiario.iol.pt/
Moura: Nestlé vende Água do Castelo a empresa espanhola
Segunda, 18 Dezembro 2006
A multinacional suíça vendeu a marca alentejana ao grupo espanhol Mineraqua. A Água do Castelo, que tem captação e engarrafamento em Moura, vai ser gerida por uma sociedade constituída recentemente em Espanha.
http://www.dianafm.com/
Aquecimento global pode afectar vinhos
O aquecimento global pode condenar dentro de 50 anos a produção de vinho em vários locais do país, nomeadamente no Alentejo, alertou o presidente da ViniPortugal, Vasco D’Avillez, durante o Fórum Anual do Sector do Vinho. O responsável mostrou-se preocupado com os riscos para a produção nacional já que a cultura da vinha necessita de um clima mais temperado para sobreviver. “Em Marrocos não se faz vinho”, sublinhou o dirigente da ViniPortugal, temendo que dentro de 50 anos, a “vinha deixe de existir numa boa parte de Portugal”.
http://correioalentejo.com/
Estado apoia quatro projectos no Baixo Alentejo
O Estado, através da Direcção-Geral das Autarquias Locais celebrou esta quarta-feira, 13, contratos-programa com quatro Municípios do distrito de Beja.
Os quatro contratos-programa assinados esta semana representam uma verba total superior a dois milhões de euros, tendo sido apoiados o projecto de construção das infra-estruturas do bairro mineiro de Val D’Oca, em Aljustrel, assim como a construção do Parque de Feiras e Exposições de Barrancos, do Arquivo Municipal de Ferreira do Alentejo e do Centro de Convívio de Ourique.
http://correioalentejo.com/
Lisboa-Dacar - Segunda etapa sem camiões mas com percurso prometedor
A segurança é a principal preocupação dos responsáveis pela organização do rali Euromilhões Lisboa- -Dakar 2007, neste segundo ano consecutivo pelo sul de Portugal, onde contará com duas etapas: uma passará pelo Alentejo e terminará em Portimão; a outra com partida e chegada a Portimão, que decorrerá no dia 7 de Janeiro. E, por isso, o camiões ficam de fora do programa.
A GNR vai destacar, desde Lisboa até ao Algarve, 600 efectivos. Em Portimão, a PSP e a Polícia Marítima contarão com 250 e 50 elementos, respectivamente. E o INEM estará de prevenção com três ambulâncias na zona ribeirinha, onde ficarão as viaturas em parque fechado.
http://dn.sapo.pt/
De: Tiago Salgueiro
Tal como se tem vindo a verificar em situações anteriores, vimos por este meio informar que irá realizar-se, no próximo dia 22 de Dezembro de 2006 (sexta-feira), pelas 21 horas, um concerto de música clássica com o Quarteto ODEON, composto por Adrian Florescu (violino), Liviu Scripcaru (violino), Irmã Skenderi (viola) e Peter Flanagan (violoncelo).
Irão ser executadas obras de Johann Strauss, Josef Strauss, Johann Schrammel e Antonio Vivaldi.
O concerto será realizado na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa, com entrada livre.
Esta iniciativa será a última a realizar antes do final do ano de 2006, de acordo com a planificação efectuada pela Fundação da Casa de Bragança.
Agradecemos que esta informação possa ser colocada na agenda cultural do vosso blogue.
Gratos pela atenção dispensada, apresentamos os melhores cumprimentos,
O Técnico Responsável
Tiago Salgueiro
ENTREVISTAS IMAGINÁRIAS de ANO NOVO
I. O modelo de texto que se segue inspira-se abertamente no poder comunicativo de um grande jornalista americano (A.B.). Assim dizemos que quem vai prestando atenção suficiente aos tempos que correm, saberá que a democracia já não se esgota no pluralismo formal dos partidos políticos. Pelo que enquanto portugueses e alentejanos estamos simplesmente em afirmar que precisamos todos cada vez mais de inspiração, convicções e muita confiança no futuro. Entretanto já passaram trinta anos sobre a realização das primeiras eleições autárquicas neste 12 de Dezembro. Nada contra tudo a favor desta magnífica conquista da Nação portuguesa. Desde que acrescentemos que a democracia e o desenvolvimento sustentável são interdependentes e que só a sua progressão simultânea pode, efectivamente, conduzir às melhorias na qualidade de vida que as populações justamente aspiram.
Recriam-se por isso com júbilo 3 personagens (a entrevistadora e dois entrevistados) do Portugal democrático de hoje que, em breves declarações, vão dar-nos a sua leitura pendente sobre alguns aspectos problemáticos do Poder Local.
Quanto ás questões directamente envolvidas nesta entrevista, terá de presumir-se que o seu tom geral obedeceu a um jogo simples de parada e resposta. Por uma questão de ritmo, o diálogo dito informal, foi realmente espontâneo sem deixar de ser responsável. Criativo e sonhador. Capaz de livremente encaixar os interfaces e o trânsito necessário entre as ideias e a crítica das ideias. Como se tratasse de uma amostra prática referida à indispensável dialéctica do poder local.
Primeira parte
II. As questões
“ATM”: como é que caracterizaria a terra onde está vivendo?
“PFR”: é uma bela montra da Beira interior. Talvez digam por aí…
que tem as melhores rotundas do país. E não só.
“PXLL”: o Alandroal é um vila ancestral na parte que nos toca.
“ATM”: Vale a pena viver cá? Há qualidade de vida?<