Aproxima-se a recta final de mais um ano.
E, pelo quarto consecutivo, tantos como levamos blogando, um Alandroalense, que por estar longe da sua terra, o não é menos, atreve-se a fazer um balanço dos feitos e acontecimentos que foi dando conta: em visitas frequentes, em contactos com outros Alandroalenses, em buscas de notícias referentes à sua terra, terminando por trazer à baila, obras e acontecimentos que gostaria de ver concretizadas no ano que se aproxima.
Tal como sempre o escrevi, não é um acto político de apoio ou desapoio a quem dirige os destinos do nosso Concelho.
Muitas serão as falhas e omissões. Com boa vontade e seriedade, todas as lacunas poderão ser desculpáveis. A falta de colaboradores (abro uma honrosa excepção ao Gabinete de Imprensa da C. M.) a não vivência do dia a dia, a falta de assiduidade na Arca da Fonte, o copo que se não bebe com os amigos verdadeiros, são desculpas, que de qualquer forma poderão ser colmatadas nos comentários sempre abertos a quem queira contribuir para algo mais positivo na nossa terra.
À semelhança do Poder Central também no ano que ora finda o Alandroal se viu a “marcar passo”.
Há excepção da “reciclagem” dos antigos lavadouros, agora, e muito bem, aproveitados como Jardim-de-infância, nada mais me foi dado observar em “obras novas”.
È um facto que “solenemente” algumas inaugurações se processaram. De qualquer forma as mesmas já estavam concluídas e a serem utilizadas para os fins para que foram concebidas. Digamos que foi um reconhecimento das “instâncias superiores”, ao eleito pela sua força politica.
Com força arrancou o 2006, Rotunda, Biblioteca, Urbanização das Caraças… mas, os 365 dias passaram e de obras concretizadas nada se viu.
No entanto, e se no plano de obras não posso considerar um ano à semelhança dos últimos mais recentes, já no aspecto de organizações de eventos, bem-estar, apoios à população, me parece ter o Alandroal excedido as expectativas.
É um facto que a Expo-Guadiana não se realizou, o acontecimento de maior projecção do Alandroal, o que aliás é perfeitamente compreensível, no entanto corrigidas certas anomalias verificadas em 2005 nas Tradicionais Festas de Setembro, em 2006 as mesmas tiveram o brilhantismo que vinham perdendo, e estiveram à altura daquilo que se esperava.
O mesmo direi de todas as Instituições que laboram no Alandroal, desde Banda, Bombeiros, Misericórdia, Forcados, Centro Social e Paroquial, J.S.A., Clube de Canoagem e por certo mais alguns que por ora não me ocorrem.
Continuou o Alandroal a “dar cartas” no que toca a gastronomia, e muitas foram as referências que a imprensa da especialidade lhe dedicou.
Notícia ainda pela positiva o destaque dado ao nosso Centro de Saúde e o prémio concedido, como pioneira na telemedicina.
Que espero para 2007…
Antes do mais a conclusão das obras, Biblioteca e Rotunda, Que a habitação continue a crescer. Um olhar mais atento do Governo Central para que iniciem as obras de uma nova Escola. Que passe da maqueta para obras o arranjo da Praça da Republica. Que se concretize o sonho antigo de ver a Esplanada transformada em algo de útil. Que um novo Campo de Futebol se veja no Alandroal, e já agora que o Juventude Sport Alandroalense se mantenha nos níveis que nos acostumou, assim como A Banda do Centro Cultural e os Forcados do Aposento do Alandroal, pois graças aos mesmos o Alandroal é bastas vezes referenciado, e nós que estamos cá longe sentimo-nos disso orgulhosos.
Em ano de Expo-Guadiana, de uma coisa tenho a certeza.
2007 vai ser ano de muito se falar do Alandroal, e isso é bom
BOM ANO PARA TODOS.
Xico Manel
Divulgação da Musica Tradicional Portuguesa – A nossa música

Alecrim
(Popular - Baixo Alentejo)
Alecrim, alecrim aos molhos
por causa de ti
choram os meus olhos
Ai, meu amor,
quem te disse a ti
que a flor do monte
era o alecrim
Alecrim, alecrim doirado
que nasce no monte
sem ser semeado
Ai, meu amor,
quem te disse a ti
que a flor do monte
era o alecrim.
(Aparece sempre no meio da "carraspana". Todos a sabem, todos a cantam.
Apropriada para a época que se aproxima)
Crónica de 27 de Dezembro de Hélder Rebocho
Sexta, 29 Dezembro 2006
O Natal enquanto evento religioso que celebra o nascimento de Cristo tem sido despido do seu verdadeiro sentido, desvirtuou-se.
Esta é uma consequência do passar dos tempos que reflecte a crise das tradições, dos costumes e, porque não dizê-lo, dos valores.
Aquela que nasceu como uma festa religiosa e que ao longo dos séculos se manteve com o sentido religioso de comemoração do nascimento de Cristo, foi assumida nos tempos modernos como algo a transformar, a subjugar a outros interesses, mais sociais que espirituais.
O Natal estrutura-se hoje em torno do consumo e do comércio.
Nesta quadra tudo se compra e tudo se vende, criando uma falsa aparência de abundância económica que mais tarde se há-de reflectir nos orçamentos familiares mais depauperados.
Grande parte daquilo que o Natal representa perdeu-se nesta filosofia de consumismo desenfreado que relega para plano secundário o renovar da esperança trazido pelo nascimento de Cristo, o sentimento de solidariedade que não se pode esgotar na troca de presentes, nem na simpática mensagem do Boas Festas.
Hoje há outros interesses que prevalecem nesta quadra, como o protagonismo social, a afirmação política e o aproveitamento das vantagens económicas que a mentalidade dominante proporciona.
O presépio foi substituído pela árvore de natal, o menino Jesus deu o seu lugar ao velho bonacheirão de barbas brancas, a que todos carinhosamente chamam Pai Natal, a reflexão sobre o nascimento e o sentido da vida cedeu perante os imperativos comerciais.
Do verdadeiro espírito Natalício salvou-se, apenas, a família, porque o Natal continua a ser encarado, sobretudo por não católicos e por ateus como uma festa familiar.
Este facto é dos poucos aspectos positivos do Natal dos tempos modernos, pois permite relembrar a muitos durante este período, aquilo que esquecem ao logo de todo o ano, que têm uma família.
Sendo importante, este aspecto é muito pouco para tudo aquilo que o Natal significa.
Como seria importante que durante este período as pessoas entendessem que mais importante que comprar para dar é saber dar, porque há coisas que se dão mas não se podem comprar.
Natal significa a esperança que acompanha o nascimento, e o nascimento é vida, afinal um dos valores mais importantes das sociedades civilizadas, porque é uma daquelas coisas que se dá mas não se compra.
Quando nos aproximamos do dia em que os Portugueses serão chamados para se pronunciarem sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, seria importante que todos reflectissem sobre o sentido e importância da vida, para que nos próximos Natais, independentemente do significado que cada um lhe atribua, muitas gargalhadas de crianças felizes não deixem de ser ouvidas porque foram silenciadas prematuramente pelos próprios progenitores, porventura mais interessados no seu bem estar do que em assumir a responsabilidade pelas consequências dos seus actos.
Para isso não é necessária a abundância de presentes ou a mesa farta que a mentalidade consumista associa à felicidade, basta que exista amor e sobretudo respeito pela vida.
Saúde : Rede Ibérica de Telepatologia envolve Hospital do Espirito Santo
Sexta, 29 Dezembro 2006
O Hospital de Évora, e três espanhóis formam a Rede Ibérica de Telepatologia, um projecto que se encontra em fase de ensaios, mas que deve começar a funcionar em Maio de 2007.
Trata-se de uma iniciativa que vai permitir, acelerar diagnósticos em análises de tecidos com amostras de células.
Segundo o coordenador do projecto do lado português, serão digitalizadas imagens da amostra, que ficam disponíveis na Internet.
Além do hospital de Évora, a Rede Ibérica de Telepatologia integra as unidades hospitalares espanholas de Badajoz, Cuidad Real e Gran Canaria.
http://www.dianafm.com/
Governo quer concentrar serviços
Algumas repartições das Finanças têm os dias contados. O Governo quer concentrar vários serviços em nome da eficácia. Das 18 direcções distritais existentes, apenas 11 devem sobreviver a esta reforma.
Viseu, Coimbra e Aveiro podem ficar debaixo de uma única direcção e a da região centro, Beja, Évora e Portalegre sob alçada da direcção única do Alentejo. A possível reorganização também deve criar uma única estrutura para os Açores, onde actualmente existem três.
http://www.tvi.iol.pt/
As lutas no Alentejo
Foi, 2006, um ano de dificuldades, mas também de resistência e de lutas, para os trabalhadores do Alentejo e do País. O governo PS, aplicando a cartilha neoliberal, intensificou a política ao serviço dos grandes grupos económicos e financeiros.
http://www.avante.pt/
Maioria dos consumidores portugueses prefere vinho alentejano
MJ registou menos sociedades em 2005
Os valores revelam um decréscimo de 7% face a 2004, ano em que foram registadas 24 mil sociedades, cuja maior incidência se verificou na Região Autónoma da Madeira e no Alentejo, com quebras de 43% e 11%, respectivamente.
http://www.fabricadeconteudos.com/
DGV continua a recrutar pessoal mesmo depois de confirmada extinção
A Direcção-Geral de Viação (DGV), cuja extinção foi confirmada a 27 de Outubro com a publicação da nova Lei orgânica do Ministério da Administração Interna (MAI), está a requisitar pessoal para as direcções regionais de viação do Alentejo e Braga.
http://www.negocios.pt/
THE QUEEN

A trágica notícia da morte da princesa Diana deixa o povo britânico incrédulo e em choque. Retirada no Castelo de Balmoral com a sua família, sua alteza a Rainha Isabel II não compreende a resposta do público à perda de Diana. Para Tony Blair, o popular e recém-eleito primeiro-ministro, o povo necessita de sentir um apoio dos seus líderes. Enquanto o público manifesta o seu pesar de uma forma sem precedentes, Blair acha imprescindível reconciliar a Rainha com os britânicos.
Realização :Stephen Frears
intérpretes :Helen Mirren, Michael Sheen .James Cromwell
Visite: http://www.queenonline.com/
GRUPO UNIÃO SPORT

JUVENTUDE ÉVORA 2-U.MONTEMOR-2
Aproveitando a paragem dos campeonatos a equipa sénior do Juventude de Évora recebeu no Sanchez de Miranda em Évora a equipa do U.Montemor. O jogo terminou empatado a 2 bolas, tendo o U.Montemor entrado a todo o gás e aos 15 minutos já vencia por 2-0 com golos de Miguel e Luis Gonçalves. A equipa de Miguel Ângelo marcaria por Filipe Abrantes e Flores(já na 2ªparte). Mesmo no final da partida a equipa do U.Montemor enviou uma bola ao ferro da baliza de Gonçalo. Este foi um jogo aproveitado para rodar o plantel das duas equipas
Cortesia da:
Optimismo céptico
Eduardo Luciano
Quinta, 28 Dezembro 2006
Esta é, para mim, a última crónica de 2006. Por hábito fazem-se balanços salientando o melhor e o pior dos últimos 365 dias. Este ano que agora se fina foi pródigo em tragédias maiores e menores. Desde a carnificina permanente no Iraque à eleição de Cavaco Silva como Presidente da República Portuguesa. Tivemos alienação colectiva com o mundial de futebol que se estendeu a quase todo o mundo, tendo a histeria assentado arraiais em Évora durante uns dias com a presença de uns milionários com especial habilidade para dominar o esférico.
O governo disparou em todas as direcções catalogando a maioria dos portugueses como privilegiados que não merecem nem a água que bebem, enquanto tratava os verdadeiros privilegiados como espécies em vias extinção.
A central de informação que Santana Lopes anunciou, Sócrates concretizou sem ter anunciado. Se passarmos em revista a opinião publicada durante 2006, verificamos uma apreciável concatenação de esforços no sentido de nos vender algumas ideias, que nos foram repetidas até à exaustão por articulistas que não imaginávamos a apoiar um governo dito socialista.
A imagem do primeiro-ministro foi vendida como o paradigma da coragem, da eficiência, do espírito reformista. As políticas do governo foram apresentadas como inevitáveis e sem alternativa. A direita com espaço para emitir opinião foi a principal “municiadora” de argumentos em defesa das políticas do governo, enquanto a esquerda foi sempre apresentada como imobilista e inimiga da modernidade.
A oposição política, teoricamente à direita do governo, passou por dificuldades terríveis. É sempre difícil fazer oposição a políticas com as quais se está genericamente de acordo e esse foi o principal motivo da desorientação deste espaço político. Muito mais do que a falta de carisma de Marques Mendes ou Ribeiro e Castro.
Mas nem tudo foi mau no ano que passou. Pinochet morreu, Hugo Chavez ganhou as eleições na Venezuela, Lula foi reeleito no Brasil, Ortega ganhou na Nicarágua e Rafael Correa venceu no Equador. Sendo personalidades tão diferentes do ponto de vista pessoal e ideológico têm em comum um forte sentimento anti-imperialista.
Em França um forte movimento estudantil travou um conjunto de leis laborais retrógradas mostrando que é possível travar na rua políticas anti-sociais.
Em Portugal muitos sectores travaram lutas duras, contra políticas que a esquerda caracterizou como de retrocesso social e que culminou numa manifestação de cem mil pessoas a 12 de Outubro.
Mas tenho de confessar que a central de informação cumpriu o seu papel e se apodera da sociedade portuguesa um sentimento de impotência perante as políticas do governo.
Este executivo não só sabe usar o PowerPoint com mestria como sabe mandar repetir até à exaustão um conjunto de conceitos que entram no ouvido e se instalam na linguagem de toda gente. Algo parecido com a música pimba, não gostamos mas quando damos por nós estamos a assobiá-la na rua.
Nada de desânimos. É possível um 2007 melhor. Com trabalho, luta, persistência e… muita resistência.
A todos os que têm a paciência de me ouvir e àqueles que têm o trabalho de me colocar no ar desejo um ano de 2007 cheio de saúde.
Até para o ano
FUTINDOOR" ABRE A 7 DE JANEIRO
A "Futindoor" é mais uma escola "Academia Sporting", que permitirá aos jovens de Setúbal, e suas zonas envolventes, a prática e aprendizagem do futebol, segundo os reconhecidos métodos existentes na Academia Sporting/Puma. A "Futindoor" será inaugurada no dia 7 de Janeiro, pelas 18h30 e localiza-se na estrada nacional 10 (sentido Setúbal - Alentejo), no Imapark, de Pontes.
http://www.sporting.pt/
Jerónimo de Sousa exige maior protecção às pequenas empresas
O líder do PCP, Jerónimo de Sousa, exigiu esta terça-feira do Governo mais protecção às micro, pequenas e médias empresas, argumentando que o sector não tem condições para competir no mercado face à concorrência de Espanha.
No final de um encontro com representantes de associações de micro, pequenas e médias empresas de Lisboa, Setúbal e Alentejo, Jerónimo de Sousa alertou que os previstos aumentos da electricidade «de 8 a 9% em média» para a indústria e o aumento das taxas de juro serão factores que em 2007 «terão um impacto brutal na vida das pequenas e médias empresas».
http://diariodigital.sapo.pt/
Famílias numerosas ainda predominam nas ilhas
Nas Regiões Autónomas, as famílias mais numerosas eram ainda bastante relevantes: as famílias com 5 e mais pessoas representavam 20% do total.
Essa proporção não ultrapassa os 6% em Lisboa, no Alentejo e no Algarve.
http://da.online.pt/
Pousadas de Portugal: resultados operacionais aumentaram 54% este ano
Em comunicado, as Pousadas de Portugal anunciaram ter aumentado em 54% os resultados operacionais de 2006, com as receitas totais a crescerem 6%, face a 2005. O comunicado não adianta, no entanto, quaisquer valores.
O aumento de produtividade nas Pousadas de Portugal reflecte algumas das medidas estratégicas adoptadas desde que, em 2003, o Grupo Pestana Pousadas assumiu a gestão da rede", salienta o comunicado que refere ainda que "uma das medidas que resultou em aumentos de rentabilidade foi no âmbito da racionalização de custos com a criação de regiões operacionais, num total de oito – Norte (2), Centro, Alentejo (2), Algarve, Lisboa, Açores".
http://www.turisver.com/
316,2 Milhões de euros foi quanto a Christie.s avaliou a Colecção de Joe Berardo, e será essa importância que o Estado terá de desembolsar se quiser, em 2016 ser proprietária das obras, que constituem a referida colecção.
“Femme dans Un Fauteuil”, de Picasso (18 milhões de euros), um Bacon (15 milhões) e um Andy Warhol (12 milhões), são as peças mais caras,
(in Expresso)


Vou patir, vou para bem longe, vou voar,
mas como sempre hei-de voltar,
cruzar os céus, uma mais vez irei
e a Deus onipotente predirei,
que os proteja no vosso lar,
que eu, lá no alto, por onde passar,
olharei o céu e vou recordar,
a nossa santa mãe
que, com amor me irá acenar.
Vou partir, vou para longe, vou voar,
no coração levo, estou certo,
o vosso profundo amor,
mas seja aqui ou lugar incerto,
sempre estarei ao vosso dispôr.
Vou partir, vou para longe, vou voar,
e neste mundo, repartindo vou o meu amor,
que embora seja pouco ha-de chegar,
para coração alegrar.
E a Deus pedirei com fervor
A todos vós abençoar,
dar-vos saúde e o maior lhes conceder,
que eu, neste pequeno, mas palpitante coração,
com saudade e grande amor os irei recordar.
Vou partir, vou para longe, vou voar,
mas vós, para sempre irão estar,
aqui e em qualquer lugar bem dentro de meu coração,
palavras sentidas,com amor e solidão.
DESTE VOSSO IRREQUIETO E ERRANTE IRMÃO.
Évora, 20 de Agosto de 2002
António José Cambetas
TAÇA DE PORTUGAL DE FUTSAL: GD.MONTEMOR VAI A OBIDOS.
Disputa-se este fim-de-semana mais uma eliminatória da Taça de Portugal de Futsal em séniores, esta já com as equipas da 1ªDivisão. O GD.MONTEMOR desloca-se a Obidos para defrontar a equipa do Nadadouro que milita na 3ªDivisão. Os jogos são:
Sporting CP-U.Algarve
Forte da Casa – SL Olivais
NS Tires – Benedita
Portela – Piedense
“Os Independentes” – AMSAC
Nadadouro – Montemor
Pombal – Boa Esperança
Fundão – Castelo
Novos Talentos – Odivelas
Sacavenense – Bidoeira de Baixo
Vila Verde – Alcaria
Fontaínhas – Porto Santo
Sassoeiros – “Os Belenenses”
Amarense – Santa Suzana
Moinho - SL.Benfica
Teve lugar no passado dia 23 de Dezembro, no auditório do Centro Cultural Transfronteiriço do Alandroal, o já tradicional Concerto de Natal da Banda da Escola de Musica do Centro Cultural do Alandroal.
Um concerto onde se estreou um novo elemento, Luis Carrasqueira, tendo sido este apadrinhado por José Tique, foi ainda homenageado o Maestro António Alfaiate, pelos seus 10 anos na Banda. Foi um espectáculo que contou com casa cheia, onde a banda mostrou o seu valor.
Fique de seguida com algumas fotos deste acontecimento:




Texto e fotos: Hugo Calado
Ó infeliz pouca sorte
Tanto que me tens procurado
Vou deixar a minha gente
Para ir servir o Estado.
Vou agora assentar praça
E já sei para onde vou
Meu sorriso me abalou
Perdi toda a minha graça.
Metido numa arruaça
Fazendo para ter bom porte
Peço a Deus que me livre da morte
Ao saltar do avião,
Que é com alma e coração
Ó infeliz pouca sorte.
Quando no quartel entrei
E vi tanta gente fardada
Calei-me não disse nada
Tão triste que eu fiquei.
A minha boca fechei
Dei resposta por calado
E de amigos rodeado
Eu já a dizer-lhe vou,
Nos casos em que eu estou
Tanto que me tens procurado.
Logo no dia seguinte
“Prantaram-me” a marcar passo
Senti-me com cansaço
E quem fala a verdade não “minte”
Nós juntamos mais de vinte
A pedirmos ao tenente
Aqui a andar para a frente
É que não nenhum lugar vago,
Ó que saudades que eu trago
Vou deixar a minha gente.
Um dia fui impedido
De um dito sargento
Que são coisas que eu lamento
Como dias de nascido.
Ele não era mau indivíduo
Para estimar qualquer soldado
Era assim meio desbandalhado
Mas era boa pessoa,
Ali perto de Lisboa
Para ir servir o Estado.
Manuel Inácio Luís (Bico)
(Volto a lembrar que todas as “décimas” e não só, aqui transcritas são retiradas do livro
Cantadores de Alegrias Mágoas e Mangações, Edição C. M. A. 1993.

FORCADOS DE MONTEMOR NOMEADOS PARA MELHOR GRUPO NO CAMPO PEQUENO...
...EM 2006 O GRUPO PEGOU 97 TOIROS EM 29 CORRIDAS
O Grupo de Forcados Amadores de Montemor-o-Novo, encontra-se nomeado para vencedor da época na Praça do Campo Pequeno. Este grupo foi o que actuou este ano mais vezes na mais importante praça do pais no ano de 2006; por 3 ocasiões (Inauguração da Praça, Corrida TVI, e Centenário do Sporting). Depois de ter sido considerado por muitos meios de comunicação social como o Melhor Grupo de 2006, este é mais um reconhecimento de mais uma época de prestigio deste grupo que completa no próximo ano 68 anos. No ano de 2006 o grupo actuou em 29 corridas tendo pegado 97 toiros, sendo o grupo composto por 33 elementos.
No: http://www.alentejohome.com/blogs/

Status: Active
Location: Alandroal
Price: €400000,-
Quinta near Santiago Maior with a covered area of 300 m2 on a plot of 62.500 m2 located in the heart of the Alentejo. The house consists of 2 bedrooms; 2 suites; 1 kitchen; 1 dining room; a spacious living with typical fireplace of big dimensions; 1 pantry; 3 bathrooms; a porch with panoramic views.
No: http://avozportalegrense.blogspot.com/

Olivença é Portugal
Li, com muita atenção, como é lógico, a carta de Theresa Schedel de Castello Branco, de Lisboa, no "Sol" de 16 de Dezembro de 2006, sob o título "Olivença agradecerá o esforço?"
(…………)
O que eu não perdoo (enfim, é uma maneira de dizer...) é o desconhecimento Histórico. A autora, de entre os documentos da época de 1640-1668, escolheu um dos mais pessimistas, quando poderia ter optado por muitos outros com outras opiniões. Desconhece dois casos que deveriam ser um exemplo: em 1641, a 17 de Setembro, ante um ataque surpresa de espanhóis, os populares oliventinos, enquanto esperavam tropas regulares, defenderam a sua terra com sacrifício das vidas de muitos de entre eles, junto à Porta do Calvário, o que deu origem a que o feriado municipal, até 1801, fosse celebrado a 17 de Setembro (onde estavam então as ligações a "Castela", matrimoniais e outras?); o outro caso, mais significativo, ocorre em 1657/8, quando as tropas espanholas se apoderaram de Olivença, e os seus seis mil habitantes, salvo 30, não aceitaram as propostas do ocupante, e abandonaram a povoação, dispersando-se por Elvas, Juromenha, Estremoz, Vila Viçosa, Alandroal, etc. Só regressaram a Olivença com a Paz de 1668 e a reentrega de Olivença a Portugal. Entretanto, espanhóis de Cheles, Alconchel, e Badajoz, tinham ido para a Terra das Oliveiras, principalmente para fazer uma recepção entusiástica ao Rei de Espanha... uma farsa abominável!

Os “menos jovens do Alandroal” podem reconhecer um. Os “outros” que não são do Alandroal, podem reconhecer “outro” que é famoso não só por aparecer na televisão, mas pelo seu “big” nariz.
Tudo isto há 40 anos…
40 mil teleconsultas no Alentejo
Cerca de 40 mil teleconsultas, de 12 especialidades, foram realizadas no Alentejo nos últimos quatro anos e meio, desde o arranque da telemedicina, projecto que já abrange dez centros de saúde e três hospitais da região, escreve a Lusa.
«O Alentejo é, sem dúvida, um paradigma e um exemplo. Temos dado mostras de um grande espírito criativo ao nível da telemedicina, uma ferramenta que é cada vez mais importante».
No final do próximo ano, espera-se que a implementação do projecto de teleconsultas esteja finalizado na região, envolvendo a ligação em rede de um total de 17 centros de saúde e os quatro hospitais de referência (Évora, Beja, Portalegre e Elvas).
http://www.portugaldiario.iol.pt/
Retrato nacional - autoridade estatística revela 2005
Um milhão de férias no estrangeiro
A procura turística dos residentes continua a colocar o Algarve na primeira posição, com 29% do total de dormidas em 2005. Já em 2006 observou-se, porém, uma perda de peso relativo do Algarve a favor das regiões do Alentejo e do Centro, que passaram a representar, respectivamente, 13% e 26% do total de dormidas.
http://www.correiomanha.pt/
Brasil é principal importador do vinho luso do Alentejo
Entre os 76 países que importam o vinho da região lusa do Alentejo (centro-sul), o Brasil é o principal mercado, tendo “crescido significativamente”, disse neste domingo Joaquim Madeira, presidente da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA).
As exportações de vinho alentejano devem atingir este ano 11% do volume comercializado, com aumentos significativos para os mercados de Angola e Estados Unidos, além do Brasil.
O responsável da CVRA disse à Agência Lusa que os vinhos da região estão também sendo "muito bem acolhidos" em mercados como França, Alemanha, Suiça e Canadá.
Para Joaquim Madeira, Angola e China são dois mercados com "boas perspectivas", sobretudo o país africano, que tem registado "o maior crescimento".
http://www.agencialusa.com.br/
População idosa vai representar 32% da população em 2050
O índice de envelhecimento aumentou, em 2005, para 110 idosos por cada 100 jovens (109 em 2004), situando-se o índice mais elevado na região do Alentejo (171) e o mais baixo na Região Autónoma dos Açores (63).
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

GD.MONTEMOR PERDE EM LISBOA
Os Torpedos 4-3 Montemor
Lagoa e Benfica 1-1 V.Setúbal
Os Independentes 3-4 Castelo
Vit.Olivais 13-3 União Praiense
Os Pantufas 4-4 Sonâmbulos
Univ. Algarve 9-4 Sapalense
Porto Santo 6-4 Almodovarense
1ºIndependentes29 2ºVit.Olivais25 3ºCastelo 23 4ºV.Setúbal, U.Algarve e Sonanbulos22 6ºPantufas19 7ºMONTEMOR16 8ºPorto Santo e Torpedos 13... 14ºAlmodovar6
NO ALANDROAL ASSIM...
A Praça
À Lareira
Este ano o Pai Natal subiu mais alto
Fotos: f. táta
TAÇA DO DISTRITO DE ÉVORA – 2ª ELIMINATÓRIA
J.S.A. fora da prova
Calipolense 5 – Sporting de Viana 0
Santiago Maior – Corval – (empatados após jogo e prolongamento, logo que possível resultado final)
Monte Trigo 2 – Redondense 1
Cabrela 1 – Torre de Coelheiros 3
União 6 – Valenças 0
Borbense 5 – Luso Morense 1
Portel 5 – Alcaçovense 0
Alandroalense 0 – Escouralense 2
A assistência
Três que nunca falham (falta um, o Barradas). E + 10.
Assim não vamos lá...
Será que os Alandroalenses preferem a INATEL?

Menino Jesus
(Popular)
Ó meu Menino Jesus,
Ó meu menino tão belo,
Onde foste a nascer
Ao rigor do caramelo.
José embala o menino
Que a Senhora logo vem,
Foi lavar os cueirinhos
À fontinha de Belém.
Ó meu Menino Jesus,
Ó meu menino adorado
Como vieste nascer
Numas palhinhas deitado.
Ó meu menino tão belo
Ó meu Menino Jesus,
Como vieste nascer
Para morreres na cruz.
Natal
(Popular)
O Menino está dormindo,
Nas palhinhas despidinho.
Os anjos Lhe estão cantando,
Por amor tão pobrezinho.
O Menino está dormindo,
Nos braços de São José.
Os anjos Lhe estão cantando,
Glória ti-bi-dó-mi-né.
O Menino está dormindo,
Nos braços da Virgem pura,
Os anjos Lhe estão cantando,
Hossana lá nas alturas.
O Menino está dormindo,
Um sono de amor profundo;
Os anjos Lhe estão cantando,
Viva o Salvador do Mundo!
Natal
(Miguel Torga)
Velho Menino-Deus que me vens ver
Quando o ano passou e as dores passaram:
Sim, pedi-te o brinquedo, e queria-o ter,
Mas quando as minhas dores o desejaram...
Agora, outras quimeras me tentaram
Em reinos onde tu não tens poder...
Outras mãos mentirosas me acenaram
A chamar, a mostrar e a prometer...
Vem, apesar de tudo, se queres vir.
Vem com neve nos ombros, a sorrir
A quem nunca doiraste a solidão...
Mas o brinquedo... quebra-o no caminho.
O que eu chorei por ele! Era de arminho
E batia-lhe dentro um coração...
VIUVA RICA SOLTEIRA NÃO FICA

Realização: José Fonseca e Costa
Elenco: Bianca Byington; Ricardo Pereira; Cucha Carvalheiro; Filomena Cautela; Diogo Dória; Vítor Espadinha; Pedro Lacerda; Carlos Martins Medeiros; Luís Mascarenhas; Carlos Nabais; João Maria Pinto; José Raposo; Rogério Samora; Anton Skrzypiciel; João Vaz; Helena Vieira.
Finais do século XIX, Ana Catarina é uma jovem aristocrata que regressa a Portugal com a sua mão prometida a D. António. Meses depois perde o seu marido e o pai e herda o solar dos Silgueiros e umas terras vitícolas. Herdeira e rica não lhe falta pretendentes, Ana Catarina casa e enviúva vezes sem conta enquanto a ama e o abade planeiam ficar com os seus bens.
Site Oficial: http://www.clapfilmes.pt/viuvaricasolteiranaofica/
MATINÉ DE NATAL
POR ÁGUA ABAIXO

Um rato de estimação tenta enganar um rato de esgoto e acaba sendo jogado na privada da casa em que mora. Preso no esgoto, ele busca agora uma forma de retornar ao seu lar. Com vozes de Hugh Jackman, Kate Winslet, Jean Reno, Ian McKellen e Bill Nighy.
O Cine Clube Domingos Maria Peças é patrocinado por
– NESTA ÉPOCA -
Divulgação da Musica Tradicional Portuguesa – A nossa música
Ó Meu Menino Jesus
Letra e música: Popular (Campo Maior, Alto Alentejo)
Recolha: Michel Giacometti
Intérprete: Roda Pé
Ó meu Menino Jesus,
Ó meu menino tão belo,
Onde foste a nascer
Ao rigor do caramelo. [bis]
Ó meu Menino Jesus
Não queiras menino ser,
No rigor do caramelo
A neve te faz gemer. [bis]
O menino da Senhora
Chama pai a S. José,
Que lhe trouxe uns sapatinhos
Da feira de Santo André. [bis]
O menino chora, chora
Chora pelos sapatinhos,
Haja quem lhe dê as solas
Que eu lhe darei os saltinhos. [bis]
Dá-me o teu menino,
Não dou, não dou, não dou
Dá-me o teu menino,
Vai à missa que eu já vou.
Voz - Agostinho Teodoro
TAÇA DO DISTRITO DE ÉVORA – 2ª ELIMINATÓRIA
23/12/2006
Calipolense – Sporting de Viana – 15 horas
Santiago Maior – Corval – 14.30
Monte Trigo – Redondense – 14,30
Cabrela – Torre de Coelheiros – 14.30
União - Valenças – 15 horas
Borbense – Luso Morense – 14,30
Portel - Alcaçovense – 14,30
Alandroalense – Escouralense – 15 horas.
DISTRITAL DE JUVENIS
Resultado da última jornada: Sporting de Viana 2 Terena 1
INFANTIS FUTEBOL DE 7
Resultado da última jornada : Alandroalense 0 Lusitano 16
DISCIPLINA
Alandroalense: Joaquim Valadas: 1 jogo de suspensão; Carlos Máximo, Rui Brito, Carlos Folgado: advertência.
Rosário: Jorge Martins, Bruno Carvalho, Rui Balancé: repreensão por escrito.
Santiago Maior: José Cavacas: 1 jogo de suspensão; Sérgio Mitra: repreensão por escrito; Paulo Facão: repreensão.
Terena (Juvenis) – Carlos Courela: advertência.
O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:
Produção de vinhos do Alentejo atingiu limite
Este ano deverá fixar-se entre 93 a 95 milhões de litros
Joaquim Madeira, presidente da CVRA, considera que está na altura de dizer «basta», pois tudo o que venha a ser produzido agora será «excedentário».
O responsável acredita que a solução passa por se apostar no mercado externo pois este tem tendência para aumentar, apesar de reconhecer que tal «exige um grande esforço, muito investimento, melhorias e transformações».
«Crescemos demais estamos numa pequena crise de crescimento. Vamos parar, tentar arranjar mercados, melhorar qualidade, competir e quando chegar a ocasião certa podemos então crescer mais e de forma sustentada», sublinhou.
De acordo com o Agroportal, Joaquim Madeira frisou ainda que há 20 anos os vinhos do Alentejo tinham «uma fatia de mercado razoável» e actualmente «temos uma parcela de mercado enorme», realçando que os produtores «têm vindo a conquistar espaço no país, atingindo 45% do mercado nacional de vinhos de qualidade».
http://www.fabricadeconteudos.com/
Cinema: Portugal e Brasil atribuem 455.000 € para co-produções
«Call Girl», o novo filme de António-Pedro Vasconcelos, é uma das quatro longas-metragens apoiadas pelos institutos de cinema de Portugal e do Brasil com um total de 454.940 euros, de acordo com os resultados do concurso hoje anunciados.
Este é o segundo subsídio conseguido pela produtora MGN Filmes para «Call Girl», no valor de 113.735 euros, depois do realizador ter conseguido em Outubro um subsídio de 650 mil euros, no concurso de apoio à produção de longas-metragens.
«Call Girl», cuja rodagem deverá decorrer no Alentejo e em Lisboa no início de 2007, é uma intriga policial que aborda a questão das escutas telefónicas e das investigações judiciárias.
http://diariodigital.sapo.pt/
Diáriamente na:

Cem anos - Eduardo Luciano
Quinta, 21 Dezembro 2006
Cem anos. Nem mais nem menos. Cem anos de vida que se comemoraram bem perto de nós, na freguesia de Nossa Senhora da Tourega.
Rosário Amaral nasceu no dia 16 de Dezembro de 1906, em plena monarquia. Começou aos 8 ou 9 anos a vida dura de trabalho como operária agrícola.
Assistiu à implantação da República, ao golpe militar de 1926, a 48 anos de fascismo, a duas guerras mundiais, à Revolução de Abril, aos avanços e retrocessos históricos dos últimos 32 anos.
Em 1962 participou activamente nas lutas pela jornada de trabalho de 8 horas e depois de Abril entusiasmou-se com o projecto colectivo da Reforma Agrária, trabalhando até à sua reforma na Unidade Colectiva de Produção do Barrocal.
Rosário Amaral teve tempo e engenho para criar 4 filhos, ajudar a criar 9 netos, 17 bisnetos e 6 trinetos.
Quando vivemos num mundo que privilegia o jovem e o efémero, dá-me um especial prazer invocar esta figura centenária. É a memória viva de um tempo de dificuldades, de fome, de miséria, de analfabetismo, mas também a memória da sua superação pela luta corajosa do dia a dia arriscando muito mais do que o almoço ou o jantar.
No passado sábado, em Valverde, fizeram uma bonita festa de aniversário à tia Amaral. Foram recordados na sua presença episódios que dizem bem da têmpera daquela mulher. Numa altura de desistências e cansaços, em que alguns com metade da sua idade deixam cair os braços ou encolhem os ombros, ou se vendem por um prato de lentilhas, Rosário Amaral participou nas reuniões de freguesia do seu Partido de sempre até quase aos 99 anos.
Esta é a minha singela homenagem a uma mulher que nasceu e vive nesta nossa terra, mas é também a minha mensagem de Natal.
Ouvimos todos os anos, enquanto consumimos furiosamente tudo o que o sacro santo mercado nos põe à frente, apelos à reflexão sobre o sentido da vida e este exemplo demonstra que a nossa vida só tem sentido se o formos nós a desenhar.
Cem anos vividos de frente para vida. Gostava de lá ter estado para lhe dar um abraço. Para lhe dizer que, sendo mais os cansados da vida, haverá sempre quem não se canse de viver. E esses são os que importam. O ramo de cravos vermelhos que lhe ofereceram tem exactamente esse significado.
Até para a semana
Um Blogue a visitar : http://www.calipot.blogspot.com/
Do nosso colaborador Hugo Calado que tão boas provas tem prestado no: 
assim como no Alandro al,
Uma visita ao: http://bandaalandroal.no.sapo.pt/, para saber o programa do Concerto de Natal, de que já havíamos dado conhecimento em posta anterior.É dia 23.
E SE UM DIA TODOS SE LEMBRASSEM DE PÔR A BOCA NO TROMBONE?
Que País…
Que Justiça…
Que hipocrisia…
Que “barrigada” de rir…
Lá porque uma Senhora se lembrou de “prantar” em livro, preto no branco, aquilo que todos falavam abertamente, foi para aí um corrupio de primeiras páginas nos jornais, aberturas de telejornais, colóquios, comentários, etc, etc.
Metem nojo.
Afinal o que é que a Senhora escreveu, que todos nós não sabíamos já?
Que o “gajo” lhe ia às fuças? - O que é que esperavam?
Que o “gajo” se peidava? – Ora porra!
Que tinha “massa” e mandava malhar quem o chateasse? - até eu se tivesse poder mandava dar umas “lambadas” a muitos que me têm lixado.
Que na “bola” era, o quer, posso e mando? – Não se falava noutra coisa!
Agora o que me dá graça são os “gajos” que dizem: São brigas de casais (V. L.), Não conheço a Drª Carolina Salgado ( G. M. ); ainda não li o livro, nem faço conta de o ler ( I.M. [intelectuais de merda] ).
Conclusão:
Que merda de País!
Que merda de Justiça! (aqui pelo menos, parece quererem dar a mão à palmatória)
Cambada de hipócritas!
Xico Manel
Aqui começa o Alqueva...

Foto: José Manuel Rodrigues - Edição de postais C.M.A.
Página desportiva a cargo das instituições desportivas de Montemor-o-Novo.


HÁ DERBY EM MONTEMOR-O-NOVO ESTE SÁBADO
No próximo sábado dia 23/12/06, disputa-se mais uma eliminatória da Taça de Évora, com a equipa do U.Montemor a receber a equipa do Valenças, equipa da freguesia de Ciborro. Este jogo será um derby concelhio e será disputado no Estádio 1.ºde Maio às 15:00 Horas.
U.MONTEMOR ORGANIZA FESTA DE NATAL
A Direcção do U.MONTEMOR, organiza mais uma vez a Festa de Natal do Clube, onde irão estar presentes todos os atletas e familiares do GUS. A festa será realizada dia 22 de Dezembro no Pavilhão de Exposições do Parque de Exposições e Feiras da cidade de Montemor-o-Novo.
Flores Silvestres

Limonium Multiforum

Santolina Impressa
Crónica de Domingos Cordeiro
Terça, 19 Dezembro 2006
A primeira grande medida do novo Procurador Geral da Republica foi de grande eficácia.
Chamou a magistrada que mais tem dado a cara no combate contra a corrupção no futebol e entregou-lhe todos os inquéritos referentes às suspeitas existente neste meio.
A decisão tem sido bem acolhida por todos os quadrantes, designadamente, pelo politico e pelo judicial.
Maria José Morgado vai ter uma equipa de magistrados do Ministério Publico escolhida, meios disponibilizados e uma grande atenção da comunicação social que gosta do tema, e gosta da magistrada.
Afigura-se, desta forma, estarem criadas as condições para que, de uma vez por todas, se esclareçam todas as dúvidas que, pela perfusão de factos e contradições que se vão sucedendo no tempo, a todos incomodam e causam perplexidade.
O estatuto de quase “procuradora especial” reclama de Maria José Morgado uma responsabilidade acrescida em termos de resultados e exigências de investigação.
Aguardamos, todos, que alguém ponha um ponto final neste clima de suspeição geral.
Não só para punir os culpados e absolver os inocentes. Mas, sobretudo, para que aqueles que gostam de ir aos estádios possam sair lá com a certeza de que nada ali foi negociado para lá do esforço e do talento dos jogadores.
A investigação ter ir até ao fundo do assunto. A tarefa é árdua. Por isso mesmo, não pode haver desfalecimento.
Os limites do grupo de investigação liderado por Maria José Morgado deverão ser tão só as garantias de equilíbrio, isenção e cumprimentos da lei.
A última coisa que os Portugueses esperam é que o processo se eternize e venha a dar em muito pouco, ou mesmo nada.
Para os que habitualmente nos ouvem e lêem votos de um Feliz Natal.
Crónica de 20 de Dezembro - Hélder Rebocho
Quarta, 20 Dezembro 2006
Os últimos meses do ano civil constituem um tempo de reflexão, em que se faz o balanço de um ano de actividade.
Em regra recordam-se os bons momentos do ano findo e revêem-se os erros cometidos que hão-de servir como lição para o futuro. Não raras vezes, é também nesta época que somos assaltados por sentimentos contraditórios de satisfação, quando revemos aquilo que de bom conseguimos fazer, e de inquietação quando analisamos o que poderíamos ter feito e afinal não fizemos.
O final do ano é tempo de congratulação, de arrependimento, de juras e promessas, de projectos para o ano novo que se aproxima.
Este renovar da esperança é generalizado, sendo comum a cidadãos, empresas, associações, governos e autarquias locais.
A renovação da esperança, no tocante às Autarquias Locais, é expressa nas Grandes Opções do Plano, documento onde ficam a constar as actividades previstas pelos Executivos Camarários para o ano seguinte. É no fundo um assumir de compromisso quanto ao futuro do Município.
Como Eborense atento e interessado pela minha cidade não quis entrar no novo ano sem saber o que esperar da Câmara Municipal de Évora para 2007, e por isso tive a preocupação de compulsar as Grandes Opções do Plano, aprovadas em reunião pública da Câmara no passado dia 29 de Novembro.
De entre as diversas novidades, como a redução de dois milhões e meio de euros em relação ao orçamento para 2006, houve um aspecto que, pela sua importância para o futuro, despertou a minha atenção e por isso merece aqui particular destaque.
Foi com satisfação que constatei a consagração nas Grandes Opções do Plano do tão necessário Plano Estratégico para Évora, que sendo um instrumento de primordial importância para o desenvolvimento da cidade e do concelho só peca por tardio.
Este Plano é fundamental para que se possam definir e articular políticas, prioridades e projectos de desenvolvimento sustentado, direccionados num sentido concreto e com um rumo objectivamente traçado.
A inclusão deste instrumento nas Grandes Opções do Plano já fora proposta para 2006 pelo Vereador do P.S.D., sendo então recusada pela Vereação Executiva.
Dada a sua importância, o mesmo Vereador do P.S.D. voltou este ano a propor a inclusão do Plano Estratégico de Évora nas Opções do Plano para 2007. Em boa hora o fez, porque desta vez a sua proposta mereceu acolhimento.
Naturalmente que a execução deste Plano e das outras actividades previstas só seria possível com a aprovação das Grandes Opções do Plano e do Orçamento para 2007 e também aqui, o Vereador do P.S.D. não funcionou como força de bloqueio, pois a sua abstenção foi determinante para a respectiva aprovação, considerando os votos contra dos Vereadores da C.D.U. e os votos favoráveis dos Vereadores do P.S.
Quem ainda há pouco tempo era acusado pelo P.S. de estar coligado com a C.D.U., a propósito da polémica gerada pelas eleições para a Região de Turismo de Évora, corre agora o risco de ser olhado de lado pela C.D.U. por não ter inviabilizado a aprovação da Grandes Opções do Plano e o Orçamento para 2007.
Este facto torna evidente uma conclusão.
No anterior mandato o executivo Camarário criou o hábito de trabalhar a dois tempos, tendo de um lado quem queria impor as suas ideias a todo o custo e do outro quem as pretendia inviabilizar a qualquer preço, por isso, parece agora não lidar bem com a presença de quem tem ideias e propostas próprias e se situa fora da lógica destrutiva do antagonismo inevitável.
O resultado está à vista. A preponderância que uma força com representação minoritária soube assumir e que exerce com responsabilidade é de forma engenhosa transformada em coligações imaginárias, ora com o P.S. ora com a C.D.U. ao sabor da conveniência de cada uma destas forças, porventura com o propósito, de tentar ocultar a verdadeira coligação com os Eborenses na execução dos compromissos assumidos e na defesa intransigente dos interesses da cidade e do Concelho, que o Vereador do P.S.D. tem revelado na sua actuação.
Évora já podia ter o seu Plano Estratégico há um ano e só agora foi consagrado.
Por isso outra conclusão se impõe.
Enquanto se menosprezarem as propostas válidas, optando por ficcionar conluios, as decisões importantes para o desenvolvimento da cidade pecarão sempre por tardias.
Monsaraz



foto : http://monsarazemfotos.blogspot.com/
De:

Mais um ano chega ao fim.
No ano em que comemorou 67 anos o Grupo de Forcados de Montemor participou em 29 espectáculos. De Norte a Sul do país, de Sevilha ao “Rock in Rio”, passando pelo Campo Pequeno e acabando em Montemor, o Grupo esteve lá.
Foram 97 as pegas que ficam para contar e muitas mais histórias para recordar.
Recheado de êxitos este ano chegou ao fim, com uma certeza:
O Grupo de Forcados de Montemor não vai fica por aqui…
Boas Festas são os votos do Grupo de Montemor.
Gala de Natal, uma noite para recordar!
Clik aqui e veja as fotos
Vamos lá então, tal como prometi, regressar aos bancos da Escola.
(Já agora, se me é permitido, considerem uma homenagem à D. Antónia Cardoso, ilustre Professora no Alandroal, e que merecia sem dúvida figurar na toponímia da nossa terra).

"Feita" a 4ª classe, no Domingo seguinte os"meninos" juntavam-se, tiravam a fotografia no Tacão. Depois iam a casa de cada um comer um bolinho e beber um pirolito, um escarchado, um licor. Assim se cimentavam amizades para toda a vida.

Às meninas era vedado o escarchado... mas pirolitos não faltavam!
E aqui já mais espigadotes (no dia em que o Sr Arcebispo visitou o Alandroal)

Da terra nasce a flor
Da flor nasce o perfume
Da flor nasce o amor
Do amor nasce o ciúme.
Nasce logo com o destino
De tudo o que ao mundo vem
Não é dado por ninguém
Vem logo de pequenino.
Não é preciso ensino
Nem de poeta nem de actor
Traz a palha e traz a cor
P´ lo bem de uma ciência,
Gerado p´la providência
Da terra nasce a flor.
Há tantos por esse campo
Que é um gosto a gente vê-las
Só me dá vontade de colhê-las
Que são almas que gosto tanto.
De manhã quando me levanto
Olhá-las, eu tenho por costume
Há outras que o cheiro assume
Bonitas e bem cheirosas,
Mas é dos cravos e das rosas
Da flor nasce o perfume.
É mesmo a época que deita
Cá no mundo essa beleza
Gerada da natureza
Está uma coisa bem feita.
Todo o ano há colheita
Seja em que tempo for
Pela voz do criador
Ou dispôs ou a criou,
Mas dela sempre gostou
Da flor nasce o amor.
Vai crescendo lentamente
O amor é invisível
Até parece impossível
Não caber dentro da gente.
Vive apaixonado e doente
Perde o uso do costume
Dói se faz o resume
Tantas vezes que acontece,
Mas cria ódio e aborrece
Do amor nasce o ciúme.
Dionísio António Rita
De: Taeko Kubono
Só quero desejar um bom natal e um prospero ano 2007 e que continuem sempre com este blog que e bastante interessante, principalmente para quem esta fora do seu pais de origem é muito confortante ter sempre umas noticias do alandroal que esta sempre no meu pensamento assim me despeço com um grande abraço de saudades deste amigo........
Electricidade, regadio e 1.140 milhões de investimento
Dez anos depois do início das obras e de um investimento superior a 1.140 milhões de euros, a Barragem de Alqueva já produziu quase 346 GigaWatts/hora de energia para a Rede Eléctrica Nacional e rega quase 6.500 hectares. A empreitada principal de construção civil da barragem e central hidroeléctrica de Alqueva foi adjudicada a 14 de Dezembro de 1996 e as obras no terreno começaram no início de Janeiro de 1997. Na globalidade, já foram investidos nas diferentes valências da barragem, até ao final deste ano, cerca de 1.143 milhões de euros, segundo os cálculos avançados pela empresa responsável pelo projecto.
Depois de uma década de obras e de um volumoso investimento, distribuído pelas áreas agrícola, hidroeléctrica, turística e de abastecimento público, a reserva de água, considerada estruturante para o Alentejo, já permite regar e produzir energia eléctrica. Dos 110 mil hectares (ha) de regadio que Alqueva irá criar até 2015, as infra-estruturas de Alqueva já permitem «alimentar», através da rede secundária de rega, 5.820 hectares no concelho de Ferreira do Alentejo (Beja) e 596 na aldeia da Luz, no concelho de Mourão (Évora).
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/
Portugal perdeu 92 mil explorações
Portugal perdeu 92 mil explorações agrícolas, em seis anos, mas a produção agrícola não caiu. De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, a modernização é feita lentamente. Entre 1999 e 2005, Portugal perdeu 92 mil explorações agrícolas, o que representa uma queda de 2%.
As unidades de maior dimensão estão no Alentejo, em oposição às pequenas, de 2,6 hectares, na Beira Interior. O perfil da agricultura portuguesa mostra ainda que 2% das explorações portuguesas ocupam metade da superfície utilizada.
Apesar de se estar a tornar mais competitiva, a agricultura portuguesa estás ainda muito caracterizada por uma lógica familiar, que aposta ao mesmo tempo na criação de gado e em culturas diversas.
http://www.tvi.iol.pt/

O Referendo
José Faustino
Segunda, 18 Dezembro 2006
Daqui a dois meses vamos pela terceira vez votar num referendo.
O referendo é um instrumento do regime democrático que me agrada particularmente, pois permite que o povo se pronuncie sobre os grandes temas nacionais.
Uma decisão referendada dá muito maior conforto a quem tem de a implementar e obriga, necessariamente, a uma maior ponderação a quem a critica.
Sobre o próximo referendo, tem-se dito que ele não era necessário pois a actual maioria parlamentar, do Partido Socialista, teria legitimidade para aprovar a despenalização da interrupção voluntária da gravidez. Não concordo. Em primeiro lugar, porque esta é uma daquelas grandes questões que deve sempre ser referendada, em segundo lugar, uma vez que esta mesma questão já tinha sido referendada em 1998, agora nenhuma maioria parlamentar teria legitimidade moral para avançar sem uma nova consulta popular.
A questão do referendo ser ou não ser vinculativo também tem que se lhe diga. Em 98 o referendo não foi vinculativo, mas a maioria parlamentar, da altura, respeitou o resultado e fez bem, tal como agora fará bem em respeitar o resultado independente de votarem ou não mais de 50% dos eleitores, aliás o Primeiro-Ministro e líder do PS já anunciou que assim faria.
Se assim não fosse, essa seria a melhor forma de desvalorizar a importância do referendo.
Sobre a questão a referendar, penso que a generalidade das pessoas é contra o aborto, mas não é isso que está em causa.
O que se pretende saber é se a lei deve ou não autorizar a interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas, podendo a mulher recorrer a um hospital púbico ou privado.
Infelizmente, nem tudo o que é permitido por Lei é necessariamente bom para as pessoas e para a sociedade. A interrupção da gravidez nas condições em que vai a referendo parece-me ser um mal necessário, por várias razões de que destaco apenas duas: Primeiro, nem o Estado nem a sociedade têm mostrado capacidade de amparar e educar os filhos indesejados e assim sendo é preferível optar por um mal menor; Segundo, pelo número de abortos clandestinos que se realizam nas mais precárias condições.
Depois, também é bom lembrar que esta medida não é obrigatória para ninguém, só recorrerá à interrupção voluntária da gravidez quem quiser.
Se os eleitores se pronunciarem pelo sim, também a classe médica e a sua Ordem devem reformular os seus princípios no sentido de respeitarem as opções de cada um dos seus membros.
Devem respeitar aqueles que não querem participar em determinados actos médicos, mas devem igualmente respeitar os que tenha opção contrária, só assim se pode praticar a Democracia.
Podia ser Natal
Letra e música: António Manuel Ribeiro
Intérpretes: António Manuel Ribeiro e Miguel Ângelo (in CD "Espanta Espíritos", 1995)
Podia haver uma luz em cada mesa
E uma família em cada casa
Jesus em Dezembro, aqui na Terra
Podia ser Natal e não ser farsa.
A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador
Podia ser notícia o fim da Amargura
Que divide os homens por trás dos canhões
A fome e a miséria servem a loucura
Que forja profetas e divide as nações.
A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador
Podia ser verdade o tom e o discurso
Desse velho actor falando aos fiéis
Mas nada se passa na noite do mundo
Máscaras de dor, pequenos papéis
A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador
A história certa é
Natal de porta aberta
Podia ser Natal.

FUTSAL: G.D.MONTEMOR VENCE LAGOA
Montemor 2- Lagoa e Benfica-0
União Praiense 3- Castelo-8
Almodovarense 4- Os Pantufas-7
Sonâmbulos 2- Univ. Algarve-2
V.Setúbal 8- Porto Santo-3
Sapalense 5- Vit.Olivais-7
Os Independentes 8- Os Torpedos-0
CLASSIFICAÇÃO:
1ºINDEPENDETES29
2ºVit.Olivais22
3ºV.Setúbal e Sonanbulos21
4ºCastelo20
5ºU.Algarve19
6ºPantufas18
7ºMONTEMOR16
8ºLagoa11...
14ºAlmodovar6


RUGBY C.DE MONTEMOR 41-LOULÉ 12
VITÓRIAS EM TODOS OS JOGOS DISPUTADOS NO CAMPEONATO
Os séniores do Rugby Clube de Montemor receberem e venceram o RC.Loulé por 41-12 e contam por vitórias todos os jogos disputados no campeonato até ao momento.
Num jogo que se pensava complicado o mesmo foi tornado facil graças à excelente exibição da equipa montemorense, que não deu qualquer hipoteses ao seu adversário.
A equipa de Montemor-o-Novo alinhou neste jogo com:
José Lima, Hugo Ferreira, Joel Pedreirinho, Gonçalo Ramos, André Calção, Hugo Mota, Gonçalo Saúde, Francisco Cornacho, José Maria Reis, António Quadrado, João Reis, João Malta, Ricardo Cornacho, José Almeida e Hélio Guerreiro. JOGARAM AINDA: Pedro Neves, Ivo Mota, António Aguiar, Filipe, João "Cabra", Francisco Soares e Bruno.
RUGBY C.MONTEMOR É VICE-CAMPEÃO DO TORNEIO NACIONAL DE JUNIORES APÓS PERDER COM O S.L.BENFICA
A equipa júnior do Rugby Clube de Montemor, sagrou-se Vice-Campeã do Torneio Nacional de Juniores, realizado em Vilamoura, após perder num jogo equilibrado contra o S.L.Benfica por 10-5, perdendo assim a possibilidade de ser campeã.
Na sua serie a equipa montemorense tinha vencido também o Caldas por expressivos 35-0 e a equipa do Vilamoura por 5-0.
Este torneio foi um excelente resultado para a equipa de Montemor; a de salientar ainda a lesão do jogador do RCM, António Tomé que fracturou um pé na marcação de um ensaio

Contos que nos transportam no tempo e nos deixam um sorriso nos lábios.
Histórias que se voltam a publicar no Blog Alandro al
=Agora que Estamos no tempo "delas" - as matanças -.=
A MATANÇA
Nesse dia matava-se o porco. Foram convidados para tal acontecimento o filho, que trabalhava em Reguengos e o cunhado que se pelava por estas coisas.
O filho achou por bem, até porque o de Reguengos tem fama e proveito, de levar um garrafão de cinco litros para acompanhar a cachola do almoço.
Porco morto, começou a petisqueira, o sarrabulho, depois uma orelha assada, as molejas, uma febrazinha assada, uma isca de fígado, mais um copinho a cargo do sobrinho e do tio, enquanto o dono da matança trabalhava desalmadamente, primeiro a musgar, depois a raspar, depois a abrir e vá lá, vá lá, que a pendurar ainda os dois convidados deram uma ajuda.
Chegada a hora do almoço, e da cachola, bem que punham o garrafão em posição invertida, mas escorrer alguma coisa está quieto. Estava seco.
O filho, como lhe competia, prontificou-se de imediato a ir ao Melão buscar mais um garrafão, só que o pai tinha aprendido um jogo novo, e estava-se pelando por mostrar o seu saber. Tratava-se do jogo da cachaporra, que como sabem são três fósforos de tamanhos diferentes, escondidos entre os dedos, e perde aquele que tirar o de menor tamanho.
Ainda foi aconselhado a não se meter nisso, até porque estava cansado de trabalhar, e de não petiscar nada, portanto era melhor ir tirando uma bucha e descansar. Qual quê? Não só quem perder vai buscar o vinho, como ainda o paga.
Sendo assim.... Vamos lá à jogatina.... Não é preciso dizer quem perdeu. Estão mesmo a ver!!!
Num descargo de consciência o filho ainda lhe disse: deixe lá estar que eu vou.... mas nessa altura foi a mãe e esposa do dito, que disse logo: não senhora… vai ele... ninguém o mandou ser parvo.
Xico Manel
Tele-medicina para reduzir tempo de espera
Ministro da Saúde defende a utilização de novas tecnologias
O ministro da Saúde, Correia de Campos, defendeu hoje a utilização das novas tecnologias, como a tele-medicina, nos hospitais com dificuldades em atrair especialistas, para reduzir o tempo médio de espera para uma consulta. O ministro falava à margem de uma visita ao Centro Hospitalar do Baixo Alentejo (CHBA), onde foi questionado pela agência Lusa sobre a escassez de card iologistas no Hospital de Beja, que origina esperas superiores a quatro meses para consultas.
Segundo o ministro, a tele-medicina e as novas tecnologias poderão ser um meio que ajude a «solucionar» esse tipo de problemas.
http://www.portugaldiario.iol.pt/
Moura: Nestlé vende Água do Castelo a empresa espanhola
Segunda, 18 Dezembro 2006
A multinacional suíça vendeu a marca alentejana ao grupo espanhol Mineraqua. A Água do Castelo, que tem captação e engarrafamento em Moura, vai ser gerida por uma sociedade constituída recentemente em Espanha.
http://www.dianafm.com/
Aquecimento global pode afectar vinhos
O aquecimento global pode condenar dentro de 50 anos a produção de vinho em vários locais do país, nomeadamente no Alentejo, alertou o presidente da ViniPortugal, Vasco D’Avillez, durante o Fórum Anual do Sector do Vinho. O responsável mostrou-se preocupado com os riscos para a produção nacional já que a cultura da vinha necessita de um clima mais temperado para sobreviver. “Em Marrocos não se faz vinho”, sublinhou o dirigente da ViniPortugal, temendo que dentro de 50 anos, a “vinha deixe de existir numa boa parte de Portugal”.
http://correioalentejo.com/
Estado apoia quatro projectos no Baixo Alentejo
O Estado, através da Direcção-Geral das Autarquias Locais celebrou esta quarta-feira, 13, contratos-programa com quatro Municípios do distrito de Beja.
Os quatro contratos-programa assinados esta semana representam uma verba total superior a dois milhões de euros, tendo sido apoiados o projecto de construção das infra-estruturas do bairro mineiro de Val D’Oca, em Aljustrel, assim como a construção do Parque de Feiras e Exposições de Barrancos, do Arquivo Municipal de Ferreira do Alentejo e do Centro de Convívio de Ourique.
http://correioalentejo.com/
Lisboa-Dacar - Segunda etapa sem camiões mas com percurso prometedor
A segurança é a principal preocupação dos responsáveis pela organização do rali Euromilhões Lisboa- -Dakar 2007, neste segundo ano consecutivo pelo sul de Portugal, onde contará com duas etapas: uma passará pelo Alentejo e terminará em Portimão; a outra com partida e chegada a Portimão, que decorrerá no dia 7 de Janeiro. E, por isso, o camiões ficam de fora do programa.
A GNR vai destacar, desde Lisboa até ao Algarve, 600 efectivos. Em Portimão, a PSP e a Polícia Marítima contarão com 250 e 50 elementos, respectivamente. E o INEM estará de prevenção com três ambulâncias na zona ribeirinha, onde ficarão as viaturas em parque fechado.
http://dn.sapo.pt/
De: Tiago Salgueiro
Tal como se tem vindo a verificar em situações anteriores, vimos por este meio informar que irá realizar-se, no próximo dia 22 de Dezembro de 2006 (sexta-feira), pelas 21 horas, um concerto de música clássica com o Quarteto ODEON, composto por Adrian Florescu (violino), Liviu Scripcaru (violino), Irmã Skenderi (viola) e Peter Flanagan (violoncelo).
Irão ser executadas obras de Johann Strauss, Josef Strauss, Johann Schrammel e Antonio Vivaldi.
O concerto será realizado na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa, com entrada livre.
Esta iniciativa será a última a realizar antes do final do ano de 2006, de acordo com a planificação efectuada pela Fundação da Casa de Bragança.
Agradecemos que esta informação possa ser colocada na agenda cultural do vosso blogue.
Gratos pela atenção dispensada, apresentamos os melhores cumprimentos,
O Técnico Responsável
Tiago Salgueiro
ENTREVISTAS IMAGINÁRIAS de ANO NOVO
I. O modelo de texto que se segue inspira-se abertamente no poder comunicativo de um grande jornalista americano (A.B.). Assim dizemos que quem vai prestando atenção suficiente aos tempos que correm, saberá que a democracia já não se esgota no pluralismo formal dos partidos políticos. Pelo que enquanto portugueses e alentejanos estamos simplesmente em afirmar que precisamos todos cada vez mais de inspiração, convicções e muita confiança no futuro. Entretanto já passaram trinta anos sobre a realização das primeiras eleições autárquicas neste 12 de Dezembro. Nada contra tudo a favor desta magnífica conquista da Nação portuguesa. Desde que acrescentemos que a democracia e o desenvolvimento sustentável são interdependentes e que só a sua progressão simultânea pode, efectivamente, conduzir às melhorias na qualidade de vida que as populações justamente aspiram.
Recriam-se por isso com júbilo 3 personagens (a entrevistadora e dois entrevistados) do Portugal democrático de hoje que, em breves declarações, vão dar-nos a sua leitura pendente sobre alguns aspectos problemáticos do Poder Local.
Quanto ás questões directamente envolvidas nesta entrevista, terá de presumir-se que o seu tom geral obedeceu a um jogo simples de parada e resposta. Por uma questão de ritmo, o diálogo dito informal, foi realmente espontâneo sem deixar de ser responsável. Criativo e sonhador. Capaz de livremente encaixar os interfaces e o trânsito necessário entre as ideias e a crítica das ideias. Como se tratasse de uma amostra prática referida à indispensável dialéctica do poder local.
Primeira parte
II. As questões
“ATM”: como é que caracterizaria a terra onde está vivendo?
“PFR”: é uma bela montra da Beira interior. Talvez digam por aí…
que tem as melhores rotundas do país. E não só.
“PXLL”: o Alandroal é um vila ancestral na parte que nos toca.
“ATM”: Vale a pena viver cá? Há qualidade de vida?
“PFR”: damos o primado à política com qualidade.
“PXLL”: Quem sabe de objectivos? Saberá que pretendemos viver bem.
“ATM”: a vossa relação e envolvimento com os diversos segmentos da população local, como é?
“PFR”: boa mas previamente distante.
“PXLL”: distante mas absolutamente boa.
“ATM”: Há desemprego nos v/ concelhos?
“ PFR”: Há, claro.
“PXLL”: Claro; podia haver menos.
“ATM”: Que tipo de empenhamento têm com a autarquia?
“FFR”: trabalho sempre mesmo quando viajo. Assumo que tomo o pequeno-almoço.
“PXLL”: viajando admito trabalhar. Almoço.
“ATM”: Sente-se desgastado e mal pago?
“PFR”; para ser sincero, recuso uma coisa e convivo bem com a outra.
“PXLL”; também não vale a pena comentar essas duas matérias.
“ATM”: Apreciam as artes como quem aprecia a vida?
“PFR: atribuo-lhes um valor duplo.
“PXLL”: aprecio muito mas depende da época.
SEGUNDA PARTE
III. Em tom mais asseverante
“ATM”: O que é que pode e deve ser alterado nos órgãos autárquicos?
“PFR”: deve aumentar a transparência na relação com os cidadãos. Um desafio que vimos igualmente assumindo relaciona-se com a mudança dos conteúdos funcionais das autarquias. As infra-estruturas na maior parte dos casos estão concluídas. Por isso já estamos em condições de passar à criação/satisfação das designadas Necessidades Imateriais: a Educação/Cultura, a Acção Social e o Ambiente são as áreas que os munícipes mais sentem. E que mais gente chamam às terras. Este trabalho, se bem que mais difícil, é a nossa próxima prioridade.
“PXLL”: Concorda-se. É apenas mais uma das questões em que não podemos piscar o olho e avançar para os lados.
Por último, gostaríamos de fazer ainda mais uma pergunta.
Pode ser?
Os dois entrevistados, entreolham-se ensaiando responder a uma só voz sem recurso ao manual.
Faça favor. Temos pouco tempo.
“ATM”: é verdade que as empresas municipais são criadas para resolver problemas locais? Ou são apenas uma forma encapotada de ir colocando os militantes partidários obedientes e aumentar os vossos rendimentos de autarcas?“
PFR”: por mim, vejo-as como um faca de 2 gumes. Mas adianto que é uma pena que seja somente uma pequena minoria das ditas empresas geridas por autarcas, olhe não sei… que talvez não recebam dinheiro.
O quê?...
“PXLL”: Pois é. Deviam evitar-se as acumulações. Pode acontecer é que não consiga evitar-se o resto. Além disso o princípio da subsidiariedade é para continuar. Não acha?...
IV. Em conclusão
A v/entrevista, senhores autarcas, decorreu muito bem. O resumo que vamos apresentar aos leitores é o seguinte: Educação/Cultura, Acção Social e Ambiente são as áreas às quais as duas autarquias vão prestar mais atenção (PFR). É um alvo em observação ultrapassada que está a era do betão (PXLL). Conforme nos lembrou o PR no Congresso dos Municípios. Anote aí no v/ órgão de comunicação que nós, os representantes do único poder executivo eleito directamente, concordamos que devíamos ser acesamente a favor da qualidade de vida dos cidadãos. E não desconfiamos nem receamos (d)este novo tipo de contratualização social.
Nesta perspectiva não queremos des sinalizar ou bloquear caminhos e as novas tarefas que estão na ordem do dia. Nem ser meros executores de inconfessáveis “contra poderes públicos” alojados no seio das próprias autarquias. É esta a nossa vontade. Temos valores éticos e políticos à nossa frente dos quais não abdicamos.
“ATM”, muito obrigado pela v/disponibilidade.
António Neves Berbém
Dez. XVI/VI
PS: Tal como falámos muito a sério quando partilhámos da dor sentida pela evocação da morte do Amigo Zé Vicente Roma (Vide Comentários) assim Felicitamos vivamente e sem constrangimentos o Alandroal pela realização da Feira do Livro.
E já agora aproveito para reafirmar aos meus prezados Alandroalenses, tenham ou não percebido, que todos os textos que enviei para o blogue, partiram sempre do princípio de que - e podes publicar isto - toda a oposição é crítica porque toda a governação é criticável. Este amável princípio estende-se à ideia de que o governo da polis aprende com a crítica assim como a oposição com a governação. É uma regra das democracias que pressupõe, é claro, que os actores políticos se disponham ao debate.
Se não o fizerem...não se vitimizem depois com a omissão dos próprios
gestos e acções. É simples. Vem nos manuais de Ciência Política.
António Berbém
Por este ano, esta foi a última Crónica do Dr. António Berbém.
Vêem as Ferias de Natal, Ano Novo e outros afazeres.
Contamos continuar em 2007 com esta prestimosa colaboração, que tanto tem valorizado este espaço que cada vez mais se pretende de todos os Alandroalenses, e não só.
Xico Manel
RESULTADOS
DIVISÃO DE HONRA
Portel 1 - Torre de Coelheiros 1
Alandroalense 2 – Escouralense 1
Redondense 1 – Canaviais 0
Calipolense 1 – Bencatelense 0
União 8 – Estremoz 1
Valenças 1 – Borbense 2
Monte Trigo 2 – Oriola 1
Há duas jornadas atrás éramos 11º, agora já somos 6ª.
O União habituou-se à chapa 8, não quer outra vida.
O árbitro do Gus- Estremoz, conseguiu transformar um jogo de bola, numa tragicomédia (comédia para os espectadores, trágico para o Estremoz). Pela primeira vez vi expulsões de jogadores, treinadores, dirigentes e mais se houvesse, serem ovacionados, quando abandonavam o campo, pelo público da Equipa adversária.
1ª DIVISÃO SÉRIE A
Giesteira 0 – Sporting de Viana 2
Brotense 3 – Fazendas do Cortiço 2
Arraiolense 2– Aguiar 1
Alcaçovense 1 – Santana do Campo 3
Cabrela 2 – Luso Morense 1
1ª DIVISÃO SÉRIE B
São Manços 1– Corval 0
Vera Cruz 2 – Rosário 0
Arcoense 1 – Santiago Maior 1
Amieira 0 – Aldeense 1
Azarujense 3 – São Romão 1
Vai tomando forma

A sinalização é boa...

Vamos vêr o resto.
fotos f.tata

foto f.tata
Ladainha dos Póstumos Natais
Poema de David Mourão-Ferreira (in "Obra Poética: 1948-1988"
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que se veja à mesa o meu lugar vazio
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que hão-de me lembrar de modo menos nítido
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que só uma voz me evoque a sós consigo
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que não viva já ninguém meu conhecido
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem vivo esteja um verso deste livro
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que terei de novo o Nada a sós comigo
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem o Natal terá qualquer sentido
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que o Nada retome a cor do Infinito
ENTRE INIMIGOS

Realização: Martin Scorsese
Com: Leonardo DiCaprio; Jack Nicholson; Matt Damon; Mark Wahlberg; Martin Sheen; Ray Winstone; Vera Farmiga; Kevin Corrigan.
O jovem polícia Billy Costigan (DiCaprio) é infiltrado no bando de Costello (Nicholson), um chefe da Máfia local. Enquanto Billy ganha a confiança de Costello, Colin Sullivan (Damon), infiltrado na polícia como informador de Costello, ascende a uma posição de poder na Unidade Especial de Investigação. Cada um dos homens embrenha-se profundamente na sua vida dupla, recolhendo informações sobre os planos e operações de cada um dos lados. Mas, quando se torna claro, quer para os policias quer para os gangsters, que existe uma toupeira entre eles, Billy e Collin passam a estar subitamente em perigo de serem descobertos e cada um inicia uma corrida para desvendar a identidade do outro a tempo de se salvarem.
Veja: http://thedeparted.warnerbros.com/
O Cine Clube Domingos Maria Peças é patrocinado por
Da Banda do Centro Cultural do Alandroal
Dia 23 de Dezembro, pelas 16 horas, no Forum Cultural Transfronteiriço. Homenagem ao Maestro Alfaiate que completa 10 anos na regência da Banda.
Saiba mais em: http://bandaalandroal.no.sapo.pt/


Cantares ao Menino
Centro Histórico
16 de Dezembro
Início às 21.30
no
Largo da Câmara Municipal Montemor-o-Novo

foto site Coral S. Domingos Montemor o Novo
Concerto de Natal na Sé de Évora
A Fundação Eugénio de Almeida vai assinalar o Natal com um concerto especial no próximo dia 21 de Dezembro, pelas 21h30, a ter lugar na Sé de Évora.
O espectáculo conta com a participação da Orquestra Sinfonietta de Lisboa dirigida pelo maestro Vasco Pearce de Azevedo e do soprano Teresa Cardoso de Menezes. O programa do concerto inclui excertos de Messiah, a mais emblemática oratória de G. F. Haendel e do famoso concerto Grosso em Sol menor, op.6, nº8 Fatto per la notte di Natale, de A. Corelli.
Na ocasião, a actriz Glória de Matos irá ler contos inéditos escritos para esta ocasião por João César das Neves e Patrícia Reis.
De: Nuno Mendes
O blog alandroaljovem ja se encontra no activo tanto como o novo site do 
Não deixe de os visitar.
De : http://aldrabar.com.sapo.pt/
De : Gerência do Restaurante “A MARIA”
A Gerência do Restaurante “A MARIA”, aproveita a oportunidade, de, por este meio desejar um FELIZ NATAL E BOM ANO NOVO a todos os Clientes e Amigos.
Cândido Monteiro, Maria da Piedade.

Do: Meu vizinho
O menino escreve uma carta ao Pai Natal, onde diz:
- Ó seu barrigudo do c...(catano), seu cegueta, todos os anos te escrevo
uma carta a dizer que quero um camião dos bombeiros e tu ofereces meias e
cuecas... Vou-te f...(lixar) quando passares à frente da minha porta com
as renas, vou-te lixar à pedrada...
O Pai Natal manda-lhe então uma carta onde diz:
- Meu filho, este Natal vou-te compensar. Vou-te pôr fogo à casa, filho da
puta, não te vão faltar é camiões dos bombeiros...
U.MONTEMOR 1-LUSITANO ÉVORA 1 (JOGO AMIGÁVEL)
Nesta 5ªFeira à noite as equipas seniores do U.Montemor e do Lusitano de Évora aproveitaram para jogar um jogo amigável no relvado do Estádio 1.º de Maio em Montemor-o-Novo. O resultado foi um empate de 1-1 com os golos a serem marcados por Luis Seatra (29m) pelo União e Barry(89m) pelo Lusitano de Évora.
ATLETISMO: ATLETAS DE MONTEMOR-O-NOVO NA SELECÇÃO
Os atletas Fábio Direitinho e Patrícia Foito do Grupo Desportivo do
Reguengo/S. Mateus e Maria Mestrinho do Núcleo de Atlétismo da Casa do Povo
de Lavre foram seleccionados para o estágio de meio fundo e provas combinadas.
A organização é do Centro de Formação Centro Sul e Associação de
Atletismo de Évora.
Agora que se fala tanto "dela"
"O benfiquista" (canto inferior esquerdo) ZÉ VICENTE ROMA
(O Alandro al agradece à Kayto o envio desta foto e texto)
Jornada a realizar no fim-de-semana 16 e17/12/06
DIVISÃO DE HONRA
Dia17/12/06 – 15 horas
Portel - Torre de Coelheiros ( Rui Russo)
Alandroalense – Escouralense ( Hugo Quintino)
Redondense – Canaviais ( Nelson Dias)
Calipolense – Bencatelense ( Bruno Piçarra)
União – Estremoz ( Ricardo Ferreira)
Valenças – Borbense ( Mário Belmonte)
Monte Trigo – Oriola (Paulo Forca)
1º União 24 pts; 2º Calipolense 22; 3º Portel 19. Alandroalense é 8º com 13 pts igual aos Canaviais, menos 1 que Oriola e dois que Escouralense e Monte Trigo e com mais 2 que Bencatelense e Borbense, o último é o Valenças com 6 pts.
1ª DIVISÃO SÉRIE A
Dia 17 /12/06 – 15 horas
Giesteira – Sporting de Viana ( João Letras)
Brotense – Fazendas do Cortiço ( Jorge Carretas)
Arraiolense – Aguiar ( Sérgio Padeiro )
Alcaçovense – Santana do Campo ( Aníbal Martins)
Cabrela – Luso Morense ( João Marques)
1º Cabrela 19 pts; 2º Santana do Campo 18; 3º Sporting de Viana 17.
1ª DIVISÃO SÉRIE B
Dia 16/12/06 – 15 horas
São Manços – Corval ( Paulo Forca)
Vera Cruz – Rosário ( João Nunes)
Arcoense – Santiago Maior ( Bruno Piçarra)
Amieira – Aldeense (Fe5rnando Oliveira)
Azarujense – São Romão ( Nelson Dias).
São Manços é 1º com 23 pts; São Romão 17, Perolivense 14.
Santiago Maior é 4º com 13 e Rosário 7º com 11 pts.
JUVENIS
Dia 16/12/06 – 16 horas
Lusitano – Sport Lisboa e Évora
Sporting de Viana – Terena
Portel – Calipolense
União – Canaviais – 10 horas
Estrela – Atlético
Borbense – S. Pedrense
Na última jornada: Terena 0 Lusitano 5
1º Lusitano; 2º Borbense;3º Canaviais. Terena é 8º.
INFANTIS FUTEBOL DE 7 – SÉRIE A
Dia 16/12/06 – 10.30 horas
Alandroalense – Lusitano
Atlético – Estremoz
Redondense – Borbense – 09,30
Canaviais – Sport Lisboa e Évora
Na última jornada: Borbense 15 Alandroalense 0.
1º Lusitano: 2º Canaviais; 3º Borbense. Alandroalense é 8º.
DISCIPLINA
Alandroalense: Ricardo Ribeiro:1 jogo de suspensão; Joaquim Chão Quente e Joaquim Valadas; repreensão por escrito.
Rosário: Emanuel Grenho e António Mira 1 jogo de suspensão; Paulo Bencatel, Marco Trindade e Bruno Carvalho: advertência.
Santiago Maior: José Cavacas repreensão por escrito; Jorge Balixa advertência.
Terena (Juvenis): Jogo em atraso: António Gonçalves 2 jogos de suspensão; Altino Alfaiate repreensão por escrito; Luís Pereira e Inácio Varandas advertência.
Último jogo: Altino Alfaiate : 1 jogo de suspensão; Luís Pereira e vítor Perdigão repreensão por escrito.
REUNIÃO DE =6/12/2006
Processo de protesto nº 1/CJ-06/07 em que são recorrentes o Grupo União Sport e recorridos Calipolense Clube Desportivo de Vila Viçosa e outros, por eventual erro técnico da equipa de arbitragem do jogo nº 111.00.015 do Campeonato Distrital de Seniores da Divisão de Honra, disputado entre os Clubes acima referidos.
Julgar improcedente o protesto e, consequentemente, manter o resultado final do referido jogo.

Não só os jogadores e treinadores "fazem" um Clube. Quem ajuda tem muito valor...

BREVE HISTÓRIA DO ESTÁDIO 1.ºDE MAIO EM MONTEMOR-O-NOVO
-O ESTÁDIO 1.ºDE MAIO FOI INAUGURADO DIA 1 DE MAIO DE 1927 (79ANOS)
-AS OBRAS DE ARRELVAMENTO FORAM INAUGURADAS EM 1 DE SETEMBRO DE 1985 (21ANOS)
-OS BALNEÁRIOS DE NIVEL EUROPEU FORAM INAUGURADOS EM 8 SETEMBRO DE 1996 (10ANOS)
-A BANCADA NOVA, FOI INAUGURADA A 6 DE SETEMBRO 2003 (3ANOS)
-FOI NESTE ESTÁDIO COM TRANSMISSÃO EM DIRECTO NA RTP QUE SE DISPUTOU
EM SÉNIORES E JUNIORES A FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL DE RUGBY EM 05 OUTUBRO
DE 2004
-EM 2006 O RELVADO FOI SUBSTITUIDO, CONTINUANDO A SER DE RELVA NATURAL
-EM NOVEMBRO DE 2006 RECEBEU O JOGO DA SELECÇÃO NACIONAL SUB-18 COM A UCRANIA
O Estádio 1º de Maio é composto ainda por uma pista de atletismo, tendo todas as comodidades na bancada nova, cadeiras individuais, camarotes para público e imprensa, Sala Imprensa, Bar, Museu, bem como nos balneários um posto médico. É ainda composto por um campo de futebol de 5, bem como um edifício




RUGBY NAS ESCOLAS PRIMÁRIAS DA CIDADE DE MONTEMOR-O-NOVO
MAIS DE 150 CRIANÇAS JÁ PRATICAM A MODALIDADE
Como diz o velho ditado “de pequenino se torce o pepino”, este é o lema do trabalho dos formadores (com cursos de treinadores): João Malta, José Maria Reis, Helena Torres e João Nuno realizado nas Escolas Primárias de Montemor-o-Novo. Estas aulas extracurriculares são dadas em parceria com o Rugby Clube de Montemor; e trata-se de divulgar, apresentar e incentivar nos mais jovens esta modalidade que se encontra em crescimento no concelho e no próprio país. Estas aulas de RUGBY já motivaram o interesse das crianças e nesta altura existem mais de 150 crianças a praticar este desporto nas diversas escolas primárias da cidade. Este desporto é praticado em Montemor-o-Novo há mais de 10 anos e têm conseguido excelentes resultados a nível desportivo, com presenças na 1ªdivisão e por duas vezes nas meias finais da Taça de Portugal.
RUGBY C.MONTEMOR: JUNIORES NO ALGARVE
A equipa junior do Rugby Clube de Montemor, joga neste fim-de-semana no Algarve, em Vilamoura, em mais um Torneio Nacional. No último torneio nacional o RCMontemor, conquistou o 4ªlugar. Os jogos da 1ªfase da equipa montemorense são:
16/12-15:00h-RC.MONTEMOR-VILAMOURA
16/12-16:20h-RC.MONTEMOR-CALDAS

ESCOLA DE TENIS DE MONTEMOR-O-NOVO: TORNEIO DE NATAL
No próximo dia 18 de Dezembro, pelas 10:00h, inicia-se nas instalações do Clube de Ténis de Montemor-o-Novo, o TORNEIO DE NATAL/2006, na vertente de Singulares e Pares. É uma oportunidade para os atletas da ESCOLA DE TENIS DE MONTEMOR-O-NOVO, mostrar ao público o que aprenderam nas aulas ao longo do ano.

Mulheres socialistas do Baixo Alentejo congratulam-se com a convocação do referendo sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez
As mulheres socialistas do Baixo Alentejo congratulam-se com a convocação do referendo sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez e apelam a todas pessoas para que "se empenhem na vitória do sim”.
http://www.vozdaplanicie.pt/
ASAE apreendeu só este ano mais de mil reses dopadas
A utilização de medicamentos proibidos para a engorda rápida de animais é frequente em Portugal, sendo que, só este ano, foram já apreendidos mais de um milhar de bovinos que ingeriram substâncias que, consumidas podem causar danos à saúde.
Os dados estatísticos coligidos pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) revelam que a prática de dar medicamentos proibidos aos animais é comum em quase todo o país, havendo, só nos primeiros oito meses deste ano, situações detectadas em Alenquer, Torres Vedras, Aveiro, Coimbra, Viseu e em várias zonas do Alentejo.
http://diariodigital.sapo.pt/
Alandroal prepara Festa de Natal para os mais pequenos
À semelhanças dos anos anteriores, a Câmara Municipal de Alandroal, conjuntamente com o Agrupamento Vertical de Escolas do Alandroal, preparam a Festa de Natal das escolas deste Concelho. As festividades decorrerão durante o dia 14 de Dezembro no Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal.
A realização de um espectáculo de marionetas intitulado “ Variações de Marionetas em Redor da Música” é a surpresa reservada para os mais pequenos, que pode ser também apreciada por todos os públicos.
Destinada aos alunos do ensino pré-escolar e 1º ciclo, o espectáculo dá vida às várias personagens através de diversas técnicas de construção e manipulação de marionetas, sendo a música, que vai desde Liszt e Choupin a Tina Turner, passando por Erik Satie e Louis Armstrong, a base de todo o espectáculo.
O espectáculo, a cargo do grupo português de marionetas “TRULÉ”, distinguido com diversos prémios de âmbito internacional, sobe ao palco do auditório do Fórum Cultural Transfronteiriço em duas sessões, agendadas para as 10:30 e 15:00 horas, proporcionando aos mais pequenos, em cada uma delas, 50 minutos de curiosidade, alegria, cor e som.
Durante todo o dia decorrem também outras actividades e muitas surpresas alusivas a esta quadra natalícia.
A autarquia presta todo o apoio necessário a esta iniciativa, no sentido de proporcionar um dia diferente aos alunos das escolas deste Concelho durante a época festiva que se avizinha.
Gabinete de Imprensa - CM Alandroal
O livro deste Natal
Eduardo Luciano
Quinta, 14 Dezembro 2006
Uma senhora chamada Carolina escreveu um livro. Uma espécie de autobiografia. Digo uma espécie porque ao contrário das autobiografias normais nesta apenas constam os pormenores mais sórdidos.
A jovem autora resolveu colocar em letra de forma, a sua ascensão e queda no mundo do futebol profissional e parece que as suas confissões colocaram o país à beira de um ataque de nervos.
Os telejornais abriram com a notícia do lançamento do livro. Várias passagens da obra tiveram a dignidade de serem citadas em rádios, jornais e televisões.
Juízes, Procuradores da República e polícias afirmaram que a iam ler com muita atenção. O livro em questão esgotou na cidade do Porto e arredores.
Mas afinal o que tem de tão especial a obra em questão? É a qualidade literária? Será o relato da interessante vida de uma trabalhadora de um bar de alterne?
Nada disso. A dita Carolina resolveu acusar o ex-companheiro de vários crimes, explicando o quando o como e o porquê, confessando mesmo a co-autoria de um deles.
A ser verdade tudo o que se afirma no livro, existe um país por baixo deste em que vivemos, que tem regras muito próprias e onde a impunidade é completa.
Mas será que não tínhamos todos a noção que era assim? Claro que, mais coisa menos coisa, sabíamos que o mundo do futebol profissional não era propriamente um sítio recomendável pela sua transparência.
Por isso as declarações da autora não são assim tão surpreendentes. O que é surpreendente é que elas visam a única personalidade deste país que é referida na imprensa por dois nomes próprios e por dois apelidos: Jorge Nuno Pinto da Costa.
Não faço a mínima ideia se o que a rapariga afirma é ou não verdade. Toda a gente tem direito à presunção de inocência e o principal visado no livro não é excepção, mas que a sua imagem sofreu um rude golpe é inegável.
Durante anos muitos tentaram denegrir a imagem de Pinto da Costa. Gente poderosa, presidentes de outros clubes de futebol, treinadores. Mas o homem saía de todas as crises com a sua posição reforçada dando-se ao luxo de arrasar os inimigos com tiradas de humor negro, misturadas com ironia e sarcasmo.
Desta vez parece que o abalo é maior. Muito maior. Aquilo que homens poderosos não conseguiram obter, foi conseguido por uma simples trabalhadora da noite por quem aquele a quem já chamaram Papa parece ter-se apaixonado.
E é aqui que radica o principal interesse desta história. Porque é o exemplo acabado da força do amor. Uma amante despeitada pode arrasar com a reputação de um homem que muitos queriam atingir e nenhum tinha conseguido.
O Natal é a época do amor por excelência e é a altura exacta para lançar um livro destes. Um verdadeiro hino à força demolidora do amor. Que o diga Jorge Nuno.
Até para a semana

Não estão feias…
Mas, se fossem deste tamanho

Eram mais bonitas.
Divulgação da Musica Tradicional Portuguesa – A nossa música
O Cego Pedinte
Letra: Popular (Romanceiro do Algarve)
Música: Amélia Muge
Intérprete: Amélia Muge* (in CD "Todos os Dias", 1994)
Abre a porta, Ana
Abre o teu postigo
Dá-me esse teu lenço
Que eu venho ferido
Se tu vens ferido
Vinde muito embora
Esta minha porta
Não na abro agora
Abre lá a porta
Ou só o postigo
Vinde dar esmola
Ao triste ceguinho
Quem qual o vadio
Nesta hora anda?
Estou de anágua branca
Vou-me para a cama
Tu estás em anágua
Pois melhor te quero
Vinde sem vergonha
Ajudar o cego
Minha mãe não durma
Não queira dormir
Ouvirá o cego
Cantar e pedir
Se ele canta e pede
Dá-lhe pão e vinho
Se ele não quiser
Siga o seu caminho
Não lhe quero o pão
Ai não lhe quero o vinho
Quero que a menina
Me ensine o caminho
Arma a tua roca
Aparelha o linho
Dá ajuda ao cego
No ganhar caminho
Vai-te agora cego
Segue nesta estrada
Quem quiser criados
Paga-lhes soldada
Ande lá menina
Vinde mais além
Bem cego eu seria
Não vos vira eu bem
De condes e duques
Já fui pretendida
Só de um triste cego
Me quedo rendida
As terras que vemos
São já terra minha
Assobe ao palácio
E serás rainha
Mereceram figurar em "cromos"

José Eduardo

Mário Wilson
Uma amabilidade de : http://cromodoscromos.blogspot.com/
Poemas de um Alentejano, com raízes no Alandroal que vive no outro lado do Mundo


Dai sai
mas paree-me ouvir
as pedras da nossa calçada
cheias de murmúrios aflitos
e alegrias de rosas perdidas.
O Granito, meu bairro
que contigo sonho
rompo a barreira do sono
e entro na conversa das pedras,
ando com elas e ouço-as dizer
não pertencer mais ao seu mundo.
Levado pelas conrrenteza
dos ventos assuados de nuvens
parto para longe
e aí ficam essas pedras
da calçada, desalinhadas
feita de granito.
Deixo a minha cidade,
o meu Alentejo que tanto amo,
de Évora saio, mas
em meu coração macio
a saudade levo
e na calçada da vida
vou andando, viajando
regressando a outra casa
lá distante, lá para o Oriente
que um dia me recolheu
essa cidade é Macau.
António Manuel Fontes Cambeta
Deferência da:
Crónica de 12 de Dezembro - Domingos Cordeiro
Quarta, 13 Dezembro 2006
O Governo assinou na passada semana um acordo histórico e inédito com as confederações patronais e sindicais para o aumento do salário mínimo nacional. O referido acordo visa, num espaço de cinco anos, elevar o salário mínino dos actuais €385,90 para €500,00 em 2011.
Para 2007 o valor do salário mínimo será já de €403,00, isto é, mais 4,4% do valor actual, logo claramente acima da inflação prevista.
Trata-se, como referi, de um acordo histórico e inédito.
Histórico porque é a primeira que, na existência do Conselho de Concertação Social, um acordo é subscrito por todos os agentes que ali têm assento.
Histórico porque abre caminho a melhores condições para a dignificação do trabalho e crescimento do emprego.
Inédito porque, afasta a tendência tão portuguesa de trabalhar para o curto prazo e no improviso. Traz estabilidade à negociação laboral e maior responsabilização de todos os agentes envolvidos, em particular dos sindicados.
Por outro lado, permite às empresas programarem o seu futuro de forma mais consistente e, sem surpresas, melhorarem os seus modelos organizativos e de funcionamento.
O Pais precisa de mais acordos de médio prazo que permitam uma visão mais nítida do percurso, difícil, que tem para percorrer.
O presente acordo, como expressão de uma nova cultura de modernidade e exigência, pode e deve abrir portas para novas convergências que reforcem a competitividade do Pais.
Todavia, este acordo não é sómente histórico e inédito.
É, também, por tudo o que encerra, uma prova de vida do Conselho de Concertação Social.
Com efeito, é agora necessário que, em 2011, o salário mínimo esteja, de facto, nos €500,00.
É que, se por alguma razão tal não acontecer, estaremos perante a falência do modelo de concertação em Portugal e tudo teria sido em vão.
Na minha perspectiva o Pais só terá a ganhar se este acordo for cabalmente cumprido.
Têm agora a palavra as confederações patronais e sindicais e, igualmente, o Governo como garante do acordo e avalista da sua eficácia nos próximos cinco anos.
Cronica de 13 de Dzembro - Hélder Rebocho
Quarta, 13 Dezembro 2006
No passado domingo o mundo recebeu a notícia do falecimento de Augusto Pinochet, o ditador que durante os 17 anos em que exerceu o poder ordenou a morte de mais de 3.000 opositores e prendeu, torturou e exilou muitos milhares de Chilenos. A morte do velho general não causou surpresa dada a sua provecta idade e a debilidade do seu estado de saúde.
Por isso o sentimento da maioria dos Chilenos, em especial das vitimas ainda vivas e dos familiares daqueles que morreram a seu mando, não terá sido de júbilo e de alívio, mas antes de revolta e impotência, perante o seu desaparecimento sem ter sido julgado e condenado pelos seus crimes.
Para os crentes morreu sem enfrentar o julgamento dos homens, ficando agora sujeito á justiça divina onde responderá pelos seus pecados.
Para os não crentes, simplesmente morreu impune, sem responder por crimes contra a humanidade, fraude e corrupção.
Os cerca de 300 processos que pendiam sobre si desde a sua detenção em Londres no ano de 1998, arrastaram-se nos Tribunais durante anos e entre incontáveis faltas a audiências judiciais e fintas á prisão logrou contribuir para o adiamento de um julgamento, que também a justiça Chilena parecia não querer realizar por temer o reacendimento de ódios que ainda hoje dividem o país.
De tudo isto resulta apenas uma conclusão inabalável, um criminoso morreu impune por inércia do sistema judicial chileno.
Todos sabemos que o funcionamento da justiça em muitos dos países da América Latina não é propriamente um modelo de eficiência, sobretudo quando comparado com o sistema judicial da Europa Ocidental.
Em Portugal a justiça tem sido mal tratada pelo poder executivo e legislativo, por isso debate-se hoje com problemas estruturais que contribuem, de forma determinante, para uma imagem menos positiva das instituições judiciárias.
No entanto, apesar de condicionada, por carecer de meios materiais e humanos e de uma reforma de fundo, que não se fique pelos meros enxertos legislativos a que vimos assistindo, a justiça Portuguesa é eficaz e imparcial, mas não é imaculada.
No passado dia 04 de Dezembro decorreram 26 anos sobre a data da morte de um Primeiro Ministro de Portugal, Francisco Sá Carneiro, de um Ministro da Defesa, Adelino Amaro da Costa, de um Chefe de Gabinete do Primeiro Ministro, António Patrício Gouveia e ainda, de outros cidadãos cuja vida tem o mesmo valor apesar de não gozarem do mediatismo dos governantes.
O acidente de Camarate, em que todos pereceram, sempre teve contornos de crime, por isso foi alvo de diversas investigações, arrastou-se anos nos Tribunais e nas Comissões de inquérito parlamentares, mas os culpados nunca foram julgados.
Os autores do atentado, um pouco á semelhança de Pinochet, foram ludibriando magistrados, polícias e deputados, até que a prescrição fez com que morresse a esperança de ver os autores do crime julgados e condenados.
Verdade ou não, José Esteves, como se de um jogo de escondidas se tratasse, anunciou agora, a coberto da protecção conferida pela prescrição que foi um dos executores do atentado que durante anos foi investigado pela justiça portuguesa sem qualquer resultado conclusivo.
Do caso Camarate resulta também uma conclusão inabalável, os eventuais criminosos, tal como Pinochet, também morrerão impunes.
É todos os dias a mesma m....

503 Service Unavailable
The service is not available. Please try again later.
Não é possível apresentar a página
De momento, a página que procura não está disponível. O Web site poderá estar com problemas técnicos
Até o amigo Espinho da Praça da Républica teve que procurar nova casa.
O que vale é que o Alandro al tambem tem uma segunda casa AQUI.
Se tiver dificuldades clik e ponha nos favoritos
E o prometido é devido.
Aqui estão “elas” já na quarta classe (são menos).

Para a semana talvez apareçam “eles” e “elas”... separados como mandavam as leis de outrora.
“Por Caminhos do Endovélico”
XVI Encontro do CEDA no Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal
A Câmara Municipal do Alandroal, em parceria com o CEDA – Centro de Estudos Documentais do Alentejo, tem agendado para os dias 16 e 17 do corrente mês de Dezembro, no Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal, o XVI Encontro deste organismo, intitulado “Por Caminhos do Endovélico”.
Neste Encontro marcarão presença inúmeras individualidades ligadas à temática abordada, destacando-se a presença do Prof. Doutor Manuel Calado, e do Prof. Doutor Carlos Fabião e a sua equipa de trabalho.
No concelho do Alandroal, “os vestígios do culto ao Endovélico são um traço perene e único em Portugal, por isso, o município pretende valorizar todo o espólio, fazendo o reencontro do passado com a memória viva do presente”.
Inscreva-se no Posto de Turismo de Alandroal e participe!
Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal recebe Feira do Livro/06
Abriu ontem ao público, na Vila do Alandroal, a edição 2006 da Feira do Livro. A iniciativa, a cargo da Câmara Municipal de Alandroal, decorrerá até dia 20 do corrente mês de Dezembro, no Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal.
Nas habituais bancas de livros encontrará cerca de 400 publicações das editoras Presença, Pergaminho, Editorial Noticias e Europa-América.
Esta iniciativa da edilidade local tem como objectivo incentivar a leitura e proporcionar um contacto mais próximo da população com os livros, possibilitando também a sua aquisição a um preço mais baixo.
Visite a Feira do Livro e venha conhecer as novidades editoriais!
Horário: 9:00h – 20:00h (todos os dias)
Corta Mato Escolar no Concelho do Alandroal
Realiza-se hoje, dia 13 de Dezembro, o Corta-mato Escolar do concelho do Alandroal.
A realizar-se anualmente, esta iniciativa, da responsabilidade do Município local e do Agrupamento Vertical de Escolas do Concelho, recebe a participação de escalões infantis, juvenis e juniores.
A recepção aos alunos ocorre junto ao polidesportivo da escola EBI Diogo Lopes Sequeira.
O local onde normalmente se realiza a prova sofreu, nesta edição, alterações, sendo que a prova se irá realizar junto ao Parque de Feiras e Exposições do Alandroal.

Gabinete de Imprensa C.M.A.

……..
E o Alto Sacerdote dos Druida começou a ler:
Levantem-se os Deuses!
È a Vós que escrevo estas palavras!
É a Vós que suplico hoje!
Conduzam a minha pena em cada traço escrito, pois é em Vós grande louvor e com a vossa bênção que Vos escrevo!
Oh Deus Sol! Todo Poderoso!
Reflecte em mim toda a tua luminosidade!
Toda a Força da Tua Luz Ancestral!
Rogo por Vós em todo o meu ser!
Vergo-me perante Vós e obedeço à Vossa Vontade!
Terra Mãe onde nasci, Despertai!
Olha por mim em todos os caminhos que em Ti percorro!
Em todas as Tuas pedras erguidas num clamor aos Céus!
Olha por mim enquanto não volto para o Teu útero!
Lucifecit! Rio de Luz!
Toda a Tua magnitude! Todo o Teu encanto!
Toda a grandiosidade com que Te manifestas protegendo esta
Terra!
Ajuda-me a pensar quando olho para Ti e em Ti me revejo!
Tu que consagraste tantos Lusitanos indica-me o caminho
Pelo qual sei que tenho que caminhar!
………………..
……………….
……………….
Irmão…
As Lágrimas percorrem-me o rosto…
Alimentam esta Terra…
A Unidade…A Paz…A Harmonia…
É preciso Amar este Dom Enorme que é a Vida!!!
FIM
O Alandro al agradece ao autor José Galambas e à Editora Zéfiro a permissão concedida, para a transcrição de excertos desta obra.
Instituição abre lar para deficientes mentais adiado há 30 anos
A Cerciestremoz anunciou ontem a abertura de um lar-residência para pessoas
com deficiência mental, destinado a 15 utentes da zona de Estremoz, uma velha aspiração da instituição adiada há 30 anos. O presidente da Cerciestremoz (Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas), Joaquim Cardoso, adiantou à agência Lusa que o lar está a funcionar ainda num “período experimental para a necessária adaptação dos utentes”. “O lar-residência foi sonho e anseio dos fundadores
da instituição, mas inúmeras vicissitudes conduziram ao adiamento por 30 anos desta justíssima aspiração”, disse. “Nesta sociedade, por múltiplas razões, é imperioso
garantir às pessoas com deficiência mental protecção de direitos e dignidade de condições de existência”, alegou o responsável. Joaquim Cardoso explicou que a obra do edifício do lar, situado no Monte da Razão, junto ao Bairro da Salsinha, começou em 2001, mas esteve parada durante algum tempo por falta de verbas. Fundada em 1976, a Cerciestremoz, que completou em 2006 30 anos de actividade, tem cerca de 80 utentes com idades entre os nove e os 50 anos, oriundos dos concelhos alentejanos de Estremoz, Borba, Vila Viçosa, Alandroal, Redondo, Sousel e Fronteira. Os utentes estão distribuídos pelas valências de formação profissional, área educativa e centro de actividades ocupacionais. A instituição, que iniciou a sua actividade com crianças deficientes, tem hoje vários utentes adultos, alguns a frequentar aquele estabelecimento de ensino especial desde a fundação, e recebe apoios de diversos organismos do Estado e dos municípios das áreas que abrange.
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/
FLORES SILVESTRES

Asarina da Praia

Cravo Romano
Amor, se fores à feira
Traz-me uma prenda galante
Não tragas nada de ourives
Um pucarinho é bastante.
Olha, eu não posso ir
Fica-me bastante pena
Por uma coisa pequena
Que o não esta a permitir.
Por isso te quero pedir
De forma humilde e ordeira
Que se de alguma maneira
Eu poder manter a esperança,
Traz-me uma lembrança
Amor. Se fores à feira.
Quando eu vou e tu não vais
A qualquer lugar, amor
Tudo o que para ti for
Eu nunca acho de mais.
Em circunstâncias iguais
Estamos nós neste instante
Que a feira marca bastante
A bem dos nossos amores,
E se por acaso fores
Traz-me uma prenda galante.
Eu estando no teu lugar
E porque se justifica
(a feira fica mais rica)
Mandava lugar marcar.
Para poderes conquistar
O ambiente em que vives
Para que a mim me catives
Com o prestigio eu gozas,
Não quero prendas valiosas
Não tragas nada de ourives.
Se não fores, paciência
Ficará para outra altura
Eu pedi mais por ternura
Do que por conveniência
Se se desse a coincidência
Isso é que era brilhante
Para mim o importante
Era ter, que eu não escolhia,
Uma peça de olaria
Um pucarinho é bastante.
João Romão Borges
Defender o montado, valorizar a fileira da cortiça
José Soeiro
O montado de sobro desempenha um importantíssimo papel no combate à desertificação do interior, com destaque para todo o Sul do País, constitui um relevante factor de equilíbrio ambiental e representa uma importante fileira florestal com positivos e significativos impactos económicos, sociais e ambientais.
É sob este significativo lema que a Assembleia da República, através de um grupo de trabalho constituído no âmbito da Subcomissão de Agricultura, na sequência de uma proposta do Grupo Parlamentar do PCP que mereceu a aprovação de todos os outros grupos parlamentares, tem vindo a desenvolver um importante conjunto de iniciativas que visam a assumpção de medidas que permitam ao País manter a liderança que detém a nível mundial neste importante sector da economia nacional que é a produção, transformação e comércio dos O Alentejo, com 66,7% da área de montado de sobro, é a mais importante região suberícola do País.
Esta realidade não tem, entretanto, tradução no sector industrial pois o Alentejo conta apenas com 49 empresas das 829 inventariadas e emprega apenas 551 trabalhadores dos cerca de 15 mil do sector.
http://da.campodosmedia.com/
Onze freguesias podem ser extintas
Freguesias com menos de 350 eleitores podem ser extintas. Mombeja, Quintos, São Brissos, Trindade, Casével, S. Pedro de Sólis, S. Sebastião dos Carros, Pereiras-Gare, Conceição e Santa Luzia estão nesse grupo.
Segundo dados recolhidos pelo “Correio Alentejo”, no distrito de Beja podem ser extintas até 2009 pelo menos 11 freguesias com menos de 350 eleitores.
http://correioalentejo.com/
Esta “posta” é dedicada ao “amigo” (que diz conhecer-me de "jingeira"'?) que sempre que eu coloco fotos do Alandroalense, quando dou conhecimento dos resultados, me envia para o meu gmail, como “anonymous” e com pedido de publicação comentários, em que me acusa de só publicar os mesmos quando o Alandroal ganha. Terei todo o gosto de os publicar quando deixar de ser “anonymous” e passar a ser “alguém”.
Serve apenas para lhe dar razão. No Alandro al que é dos Alandroalense valoriza-se o que é bom e nos dá satisfação. Noutros blogues em que colaboro e nada têm com o Alandroal, tal não se verifica.
Fique a saber que sou Alandroalense, tenho orgulho em o ser e torcer pelo meu J.S.A.
O aquecimento

A palestra antes do jogo

A apresentação

E agora... vamos a eles
Fotos P.P.
Histórias que se voltam a publicar no Blog Alandro al
E esta é verdadeira... há testemunhas que o comprovam... ainda hoje é falada no Alandroal.
BUUUM… E A BOMBA REBENTOU
Ainda hoje, quando me ocorre à memória esta peripécia, não deixo de pensar que quem teve a culpa disto foi a minha mulher. Eu conto:
Eram aí três da tarde de uma sexta-feira quando a minha mulher me telefonou para me dizer que vinha publicada no Diário do Governo desse dia uma Lei que permitia, entre outros locais, a caça com furão na Ribeira do Lucifecit. Impossível, pois se ainda na última reunião das comissões venatórias tínhamos por unanimidade votado contra, como é que agora eles se atreviam a ir contra a vontade das bases. “Eu mando-te aí o Diário do Governo para veres se é mentira!” Mandou e lá vinha escarrapachada a autorização a partir do próximo Domingo. Tratei logo de contactar o amigo ZÉ KAGANO, para lhe dar a novidade. Eh pá… isso é uma mina, ninguém deve saber aqui nas redondezas, quem é que vai ler o Diário da República? O pior é que nós não temos furões nem sabemos quem aqui perto possa ter, e além do mais é preciso uma licença especial que só se tira em Évora. Vamos a Évora, tiramos a licença e o resto depois se verá. Vinte e cinco minutos demorámos do Alandroal a Évora.
Tirámos a licença e ainda comprámos um furão, mal amanhado, que um cigano nos vendeu por cinco contos.
Chegados ao Alandroal fomos falar com o Alberto, que percebia de furões, e que nos aconselhou que só com um furão não fazíamos nada, mas conhecia em S. Romão um criador que era possível que nos arranjasse mais um. Lá veio mais um por especial favor e lá se foram mais seis contos. Já de noite convidamos o Judas, que se lembrou que o cunhado Espada tinha desses bichos e lá fomos a Terena desenrascar outro.
Munidos de três bichinhos, pelas 4 da manhã, ala que eles aí vão caminho da ribeira. Bem, amigos… aquilo parecia a feira de Borba… tanta gente… mas do Concelho só nós… eram só Lisboetas. Já nessa altura o que era a corrupção… nós pensávamos que éramos os mais espertos, quem nos havia de dizer que os outros sabiam mais que nós. Buracos para meter os furões, nada… estavam já todos ocupados. Com muita persistência, mas já fora da zona autorizada, lá descobrimos um buraquito. Furões lá dentro… furões que já não saíram. Só por volta da meia-noite é que dois deram à costa, o outro ficou lá.
Como tinha visto que os outros confrades quando os furões não saíam deitavam bombinhas de Carnaval, no dia seguinte fui a caminho do ZECA DO SUPERMERCADO e comprei as bombas todas que ele lá tinha para utilizar em situações futuras. Não ganhei nada com isso, pois só houve mais uma situação e com resultados idênticos à caçada anterior, só que desta vez ainda apanhámos um coelho, mas perdemos o resto dos furões.
Nessa altura, o Alandroalense estava a fazer um bom campeonato, e até subiu de divisão, e eu que sempre acompanhei e vibrei com o futebol, principalmente o da minha terra, aproveitava o resto das bombas para festejar fazendo-as rebentar sempre que o Alandroal marcava golos.
Jogo nas Piçarras, tarde de muito vento e chuva, ao intervalo o Alandroal perdia por 2 a 0. Recomeço do jogo e o Alandroal reduz para 2 a 1… lá vão bombas… 2 a 2 idem, e logo de seguida o 2 a 3; o JANECA ainda tentou avisar, mas como era gago… “oh… oh… olhe… que… que… está… ace… acesso…” buuumm… dedos todos esfacelados… e hospital de Vendas Novas.
E tudo começou pela ganância de caçar coelhos com furões.
BEM FEITO.
Alternando com “O Alandroal histórico”, “Alentejo Histórico”, também Lisboa tem lugar.


Página dos Clubes Desportivos de Montemor- o -Novo

FUTSAL: JUVENIS E JUNIORES DO GD.MONTEMOR CONTINUAM A VENCER
Mais um fim-de-semana, mas duas vitórias no Distrital de Santarém(por não haver equipas em Évora nestes escalões): os juvenis viajaram até Tomar e ganharam à equipa local por 3-0, ficando na liderança com os mesmos pontos da equipa dos Patos. Nos juniores e com o campeonato parado, era tempo de taça distrital, onde o GDMontemor recebendo e vencendo o Rio Maior por 8-1, qualificou-se para as meias-finais da prova. A equipa feminina a participar na Taça Distrito de Évora foi a Arraiolos vencer por 6-1.
FUTSAL: G.D.MONTEMOR PERDE NA MADEIRA
Lagoa e Benfica 3- Os Torpedos-2
Porto Santo 5- Montemor-4
Castelo 4- Sapalense-1
Praiense 5- Os Independentes-6
Os Pantufas 3- V.Setúbal -3
Univ. Algarve 4- Almodovarense-2
Vit.Olivais 2- Sonâmbulos-2




RUGBY CLUBE DE MONTEMOR RECEBE O LOULÉ
Depois de ter descansado neste fim-de-semana por desistência do RC Sado, os séniores do Rugby Clube de Montemor recebem no próximo sábado dia 16 de Dezembro às 14:30 a equipa do RC Loulé ...Recorde-se que a equipa montemorense conta por vitórias todos os jogos disputados neste campeonato.

ANDEBOL: JORNADA DUPLA PARA OS JUNIORES DO A.C.MONTEMOR
Neste fim-de-semana prolongado os juniores do A.C.Montemor tiveram uma jornada dupla, traduzindo-se por uma vitória e uma derrota. Na 6ªFeira receberam e bateram no Municipal da Cidade a equipa de Santarém dos Empregados do Comércio, por 30-25 e no Domingo perderam por 37-20 com o Progresso. Os Seniores perderam com o E.A.C. por 40-25.
DESPORTO ARRAIOLOS
A cargo do Grupo Desportivo Arraiolense

FUTSAL FEMININO: ARRAIOLENSE 1-G.D.MONTEMOR 6
Na 1ªJornada da Taça de Évora em futsal feminino a equipa do Arraiolense recebia a experiente e forte formação do GD.Montemor. Tal como no Torneio de Abertura em que a equipa Arraiolense perdeu por 1-7, mais uma vez não consegui levar de vencida esta equipa sendo o resultado final de 6-1 a favor da equipa montemorense. Os resultados da 1ªJornada foram os seguintes:
Juventude 2-SL.Évora 4 e CBÉvora 15-Alcaçovas-0 e Arraiolense 1-Montemor 6.
Vocação para a Diferença…se tal for o caso
I. Ao correr da pena, gostaríamos muito mais de estar aqui a recordar o dia da Padroeira do Alandroal do que sustentar o conceito e manter a opinião de que as cidades satélites são cada vez mais iguais. Todavia como disse G. Orwell, sucede apenas que umas ainda conseguem ser mais iguais do que outras.
Se repararmos bem, as variáveis essenciais que as caracterizam pouco se alteram entre si dado que estão todas invariavelmente marcadas por excessos urbanísticos e desvairados planos de crescimento e desajustado desenvolvimento.
Sobeja apenas neste quadro “a falta de memória” e o cruel amontoado de prédios e pessoas em loucas correrias diárias de casa para o trabalho e vice-versa que duram tanto como as suas próprias vidas.
Urbanizações desde sempre tuteladas por interesses económicos vorazes que assim multiplicam lucros e os gastos “derrapantes” subsequentes com a fileira dos (re) ordenamentos necessários emprestáveis à vida miníma das pessoas que vivem nestas cidades-satélite, transformadas em autênticos polvos residenciais.
Tudo junto vem servindo, é claro, para diminuir e aniquilar a qualidade de vida das populações. Em Portugal como sabemos, de um modo geral, a qualidade de vida ou é claramente insuficiente. Ou então é decididamente má.
Por exemplo, entre Massamá e Rio de Mouro ou entre o Laranjeiro e Paio Pires quais são as Diferenças verdadeiramente marcantes que individualizam estas terras-dormitório?
Há excepções ao que foi apontado? Concerteza e ainda bem que assim vai, por vezes, acontecendo. É, de resto, o único caminho e alternativa com futuro: marcar as Diferenças, potenciar e aproveitar tudo aquilo que pode individualizar. Quer enquanto Vilas quer enquanto Aldeias.
II. O Alandroal integra-se nesta problemática e faz parte destas questões ambientais e desafios actualíssimos? Claro que faz.
Para dar um só sinal, a Vila tem ou não tem demasiado alcatrão onde antes existiam ruas com brilhantes Calçadas á portuguesa? O Castelo e a Torre já esgotaram o filão do seu potencial atractivo? O Arquiz é um princípio…ou não pode nem deve ser visto como um fim, em si mesmo, de um quase nada?
Posto isto cabe perguntar: o Alandroal é uma vila diferente das vilas vizinhas? Claro que é. Mas só o continuará a ser, na justa medida, em que se tornar ousada e arquitectonicamente mais apelativa e atraente.
Por isso, falávamos atrás das excepções. Sem falsas modéstias mas antes com ambições legítimas, salvaguardadas as devidas proporções, invoquemos de passagem dois casos exemplares, duas Vilas admiráveis.
A vila de Óbidos quem é que não lhe admira a famosa Rua Direita e como esta muitos dos seus caminhos e arruamentos sinuosos feitos em casario branco e calçada mui antiga? Quem é que não gosta de percorrer-lhe as Muralhas inteiras e visitar o Castelo construção romana e depois fortificação árabe. Monumento nacional e actual pousada eis a harmonia e modelo de casamento perfeito entre o antigo e o moderno. O conjunto é medieval mas está extremamente bem cuidado e valorizado.
Algo próximo do que o Alandroal poderá vir a orgulhar-se?...
Mafra, percebe-se logo à entrada que a urbe está pensada, planeada e «urbanizada» em função do Convento, século XVIII. Mas o que é também deveras interessante, é que foi precisamente um escritor, um livro e a literatura de boa cepa memorialística do “Memorial do Convento” de José Saramago (que nem sequer nasceu em Mafra…) que inspiraram o relançamento da Vila construído em torno de uma imagem própria marcada pela Diferença que faz agora dela, um verdadeiro centro de atracção turística bastante superior ao das cidades em volta como as Caldas da Rainha.
Em suma, prédios e apenas mais alcatrão, monumentos sem vida, “um pelourinho errático”, isso já sabemos e muitas as vilas vão mostrando. O importante contudo é compreender e aprofundar aquilo em que podíamos ser e somos diferentes. De acordo com a História aliada à indispensável valorização de uma cultura própria.
III. É portanto necessário «mexer com a mente» das pessoas pondo em evidência que existe cá dentro da Vila mais Mundo do que às vezes Imaginamos. Mas, sem que tais atitudes e posições possam ser vistas como motivo de impotentes crispações e fechamento fugidio ao debate da parte da vereação e dos demais responsáveis pela autarquia.
Talvez menos controlos político-administrativos e mais ideias possam começar a abrir pistas e caminhos novos para o que o futuro indica e propõe.
Sublinhemos, entretanto, dois aspectos que ilustram a abordagem que vem sendo proposta:
A.
1) A vila do Alandroal e a autarquia, podem dispensar-se de ter um pequeno órgão de informação mensal, semestral ou anual capaz de suscitar e promover correntes de opinião locais esclarecidas para debaterem estratégicos cenários de futuro referentes à Vila?
2) Em tempos que já lá vão, foi publicada em vários anos uma revista anual, “Alandroal, Terra minha”, bastante apoiada pelos alandroalenses que se propôs discutir e abordar problemas incómodos que à Vila e ao Concelho, em altura difícil, diziam directamente respeito. A intervenção foi ou não foi útil e a iniciativa interessante?
3) Neste contexto, o boletim da CMA pode continuar a exibir-se e apresentar-se somente com a postura de mais um simples panegírico alusivo a obras já vistas em repetitivas fotografias? Sem posições e conteúdos prospectivos que valham realmente a pena conhecer e saber?...
B.
Quando é que a autarquia vai estar em condições de apresentar o Alandroal como potencial candidato à integração, por mérito próprio, no Programa Nacional de Politica de Ordenamento do Território (PNPOT) de modo a fazer participar o Concelho/Duas Vilas/Três Castelos na designada Politica de Arquitectura e Paisagem em Portugal, salientando e valorizando as condições históricas invulgares da Vila Transfronteiriça que temos à mão?
Em que ponto estamos? Em que lugar vamos chegar?
IV. Embora possa talvez parecer-nos que não, tenhamos por certo que as questões invocadas, mais tarde ou mais cedo, terão muito a ver com a qualidade de vida que certamente desejamos para o Alandroal.
O problema não estará antes, na escolha das políticas certas em que havemos de nos inspirar para darmos desta Vila (dos seus responsáveis e dos munícipes) sinais capazes de levarem à concretização de uma efectiva qualidade de vida?
Queiram então registar, senhores autarcas, que entre as escolhas a preto e branco, sem criatividade e sem ousadia… e a procura persistente da valorização das nossas Diferenças, estamos em acreditar que não deveria ser-vos difícil ensaiar e debater, desde já, um conjunto de novas propostas e iniciativas para um futuro diferente.
Parece que bastaria ter um olhar diferente para os diferentes mundos já experimentados pelas diferentes vilas que nos vão rodeando. Estimulando o trabalho que neste campo de acção, por cá, se faz tardio?
António Neves Berbém
Dez. VIII/VI
Ps: uma certa miopia estética envolta em provável prepotência/impotência burocrática e eventual retaliação politica, chegam para justificar a continuada Usurpação de um espaço público na comunitária Rua A. Herculano?
O Município quis e contentou-se em aceitar colocar-se perante um problema tão simples, em situação de “Refém-traçadinho”, deixando de respeitar a manifesta vontade da maioria dos moradores? «Sem bom gosto» ajuíza que é assim que irá credibilizar-se?
Resultados do fim-de-semana
DIVISÃO DE HONRA
Portel 0 – Monte Trigo 1
Torre de Coelheiros 0 – Alandroalense 2
Escouralense 4 – Redondense 1
Canaviais 2 – Calipolense 2
Bencatelense 1 – União 8
Estremoz 1 – Valenças 0
Borbense 1 – Oriola 0
1ª DIVISÃO SÉRIE A
Fazendas do Cortiço 0 – Arraiolense 3
Aguiar 2 – Alcaçovense 3
Santana do Campo 4 – Cabrela 1
Luso Morense 1– Bairro santo António 3
Sporting de Viana 2 – Brotense 0.
1º DIVISÃO SÉRIE B
Corval 3 – Vera Cruz 5
Rosário 2 – Arcoense 2
Santiago Maior 0 – Amieira 0
Aldeense 3 – Azarujense 0
São Romão 2 – Perolivense1.

Alandroalense ataca e marca

e faz a "festa"
CLASSIFICAÇÕES:
Divisão de Honra:
1º ALANDROALENSE
2º Oriola
3º União
4ºAtlético
14º e último Rio de Moinhos
1º Divisão série B:
1º SANTIAGO MAIOR
2º Aldeense
11º e último Amieira.
E sabem quem foi primeiro?
O Atlético que ia em quarto.
O
estava a perder o gás.
Mas “ela” foi resolver o “problema”.

Foi ao último treino, e o resultado viu-se.
(pode vê-la a caminhar para lá no TU TUBAS http://tutubas.blogspot.com/
Uma amabilidade da:
Crónica de 6 de Dezembro de Hélder Rebocho
Sábado, 09 Dezembro 2006
Num estado de direito democrático todos os cidadãos devem ter um tratamento igual perante a lei e a sociedade.
Tanto significa que ninguém pode ser beneficiado ou prejudicado no tocante ao cumprimento das suas obrigações perante o estado.
Porém, existem cidadãos que por circunstâncias diversas, quase sempre fortuitas, necessitam de um tratamento especial, não por serem mais ou menos importantes que os outros, mas porque são diferentes.
Os cidadãos portadores de deficiência são pessoas que por causas naturais ou acidentais têm as suas aptidões físicas, psicológicas ou motoras diminuídas.
Para além desta limitação, vivem num mundo estruturado para quem dispõe, na plenitude, de todas as capacidades humanas, facto que acarreta dificuldades acrescidas para fazer coisas tão simples com andar na rua, deslocar-se dentro de casa, conduzir um automóvel ou apenas falar os escrever.
São na verdade pessoas especiais, com necessidades especiais e que por isso merecem um tratamento especial por parte do estado por forma a minorar as limitações impostas pela sua deficiência e a aligeirar a desigualdade ditada pela diferença.
Em Portugal, todos sabemos que existem poucas condições de acesso ao emprego, de circulação e de integração para estes os cidadãos.
O que talvez muitos não saibam, a começar pelo próprio governo, é que para alcançarem alguma qualidade de vida, os deficientes são confrontados mensalmente com despesas que os outros cidadãos não têm.
Para além dos medicamentos, existe uma enorme diversidade de aparelhos e de acessórios fundamentais para os cidadãos portadores de deficiência cujos preços são exorbitantes.
Não posso, assim, deixar de aplaudir o Plano de Acção para a Integração de Pessoas com deficiência ou incapacidade anunciado ontem pelo Sr. Primeiro Ministro, contendo 95 medidas que visam promover a reabilitação, a integração e a participação das pessoas com deficiência na sociedade.
No entanto já não compreendo, nem posso aplaudir, o fim anunciado dos benefícios fiscais para os trabalhadores portadores de deficiência, previsto no Orçamento de Estado para 2007.
Tal medida, trata uma questão de justiça social com critérios puramente economicistas, representando um retrocesso considerável no processo de inclusão social, porque muitos trabalhadores com deficiência serão incapazes de custear as despesas decorrentes das desvantagens sociais que são obrigados a enfrentar.
A justiça social não se obtém com simples cálculos aritméticos, sobretudo para aqueles que vêm o seu orçamento familiar desfalcado por despesas extraordinárias decorrentes da aquisição de ajudas técnicas, adaptações na habitação, assistência, prémios de seguros agravados, perda de vencimentos, medicamentos não comparticipados e taxas moderadoras.
O governo deu aos deficientes o Plano de Acção para a Integração de Pessoas com deficiência ou incapacidade e retirou-lhes os benefícios fiscais a que tinham direito, ou seja, deu com uma mão e retirou com a outra.
Esta não é certamente a conduta própria de quem tinha na justiça social um dos objectivos primordiais da sua actuação, mas vai, sem sombra de dúvida na linha de gestão deste governo que procura a todo o custo desonerar-se dos encargos que competem ao estado.
Depois de pedir às Universidade para se auto financiarem, de sugerir aos Portugueses que vão pensando nas suas pensões de reforma porque o sistema de Segurança Social será inviável a curto prazo, depois de impôr aos Portugueses que comparticipem as taxas moderadoras e os internamentos hospitalares, chegou agora a vez de pedir aos deficientes que suportem na totalidade os encargos decorrentes da sua deficiência.
Esta é sem dúvida uma política de sacudir a aba do capote no tocante a matérias que constituem tarefas fundamentais do estado, em obediência a critérios estritamente orçamentais, tudo em prejuízo da justiça social que constitui o ponto de equilíbrio e estabilidade de uma sociedade moderna.
Com pedido de publicação e enviado por : José Palma Rita
PSD VIABILIZA ORÇAMENTO DA CÂMARA DE ÉVORA PARA 2007 COM PROPOSTAS DE ALTERAÇÕES ÀS GOP´s
As Grandes Opções de Plano para 2007, à semelhança das apresentadas em 2006, encontram-se desde logo limitadas por opções e compromissos assumidos nos anos anteriores, sobretudo na fase final do anterior mandato.
A ausência de um Plano Estratégico para Évora, que proposto pelo PSD em 2006 e recusado pela vereação socialista, condicionou quer a apreciação das propostas apresentadas quer a formulação de novos projectos, pois estes não podem surgir de uma forma solta. Temos que saber, todos, onde estamos e, sobretudo, para onde queremos levar o concelho.
É perante esta realidade que o PSD reapresentou, como iniciativa formal de novo projecto, a proposta de elaboração do Plano Estratégico de Évora em 2007, proposta que foi aceite e integra o Plano de Actividades da CME para 2007.
Enquanto este documento, vital para a cidade e para o concelho não estiver concluído, será difícil articular políticas de desenvolvimento sustentadas.
Porém, porque não é possível nem desejável esperar inactivos pela sua elaboração, o PSD apresentou algumas propostas de reafectação dos recursos financeiros, num orçamento que, continua a parecer excessivamente ambicioso, no lado da receita.
O PSD deu particular ênfase ao avanços dos trabalhos no Aeródromo Municipal de Évora, concluindo as suas mais importantes intervenções, de forma a poder tornar esta infra-estrutura verdadeiramente atractiva e competitiva no espaço nacional.
Em simultâneo, valorizou-se o avanço do Parque de Feiras e Exposições, iniciando-o em 2007 e antecipando em um ano a programação apresentada para a sua conclusão.
A melhoria das acessibilidades rodoviárias e a criação de estacionamento constituíram a terceira preocupação das propostas do PSD.
O PSD apresentou um conjunto de outras pequenas alterações, com menos impacto financeiro que as anteriores, mas feitas na convicção de que, dessa forma, estará a servir melhor os Munícipes, apesar da contenção orçamental a que o município está obrigado.
Évora, Dezembro de 2006
A COMISSÃO POLÍTICA CONCELHIA DE ÉVORA DO PSD
O VEREADOR NO PSD NA CÂMARA MUNICIPAL DE ÉVORA
O GRUPO DO PSD NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ÉVORA
MOÇÕES APROVADAS PELO PSD DE ÉVORA
(COMISSÃO POLÍTICA DISTRITAL)
1 – ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2007
O País assistiu à aprovação pela maioria socialista do OGE 2007, que é o 3º orçamento da governação socialista. O PSD considera que se trata do Orçamento da desilusão. Ao contrário do que era esperado, a despesa aumenta em valores absolutos, aumenta em termos nominais e reais (ou seja, descontada a inflação) e, pior ainda, aumenta mais do que se estima aumentar este ano. Aumenta a despesa total do Estado, aumenta a despesa corrente e aumenta a despesa corrente primária, ou seja, sem juros.
Contra todos os discursos oficiais, a despesa do Estado atingirá mesmo, em 2007, o valor mais alto de sempre. Esta é a maior fraude política a que estamos a assistir.
É assim, que o PS de José Sócrates, quer contribuir para o futuro de Portugal: reduzir o défice, mas com o aumento da receita, que vem do agravamento de impostos (ATINGINDO-SE EM 2007 A MAIS ELEVADA CARGA FISCAL DE SEMPRE – 37% do PIB, incluindo as contribuições para a segurança social) e dos cortes no investimento público.
O PSD apresentou, ao contrário do Governo, medidas de política diferentes e alternativas, centradas na diminuição da despesa pública, na equidade e competitividade fiscal, na introdução de selectividade no investimento público.
Infelizmente, para o governo não é assim.
Este é um mau Orçamento para as famílias, para as empresas, para a classe média, para a economia e para o futuro de Portugal.
O Governo socialista quebrou em toda a linha todas as promessas eleitorais que lhe valeram a vitória, desde o aumento de impostos à criação de portagens nas SCUT, passando pelo aumento da idade da reforma, pelo não aumento de taxas moderadoras (o actual ministro da saúde chamava-lhe há uns anos taxas punidoras), ou pela criação de emprego.
O Governo enganou também os Portugueses sobre o novo sistema de avaliação do desempenho da Administração Pública, prometido para o final de 2005. Enganou ainda todos os seus trabalhadores quando prometeu “a revisão do sistema de carreiras dos funcionários públicos” que o Governo se comprometeu a apresentar até Abril de 2006. Manteve o congelamento das carreiras por tempo indeterminado e manteve os funcionários públicos num clima de total incerteza e dúvida quanto ao seu futuro.
Este Governo em campanha eleitoral falava dos 75 000 funcionários públicos que iam sair, pela aposentação ou pela negociação, e da regra do «saem dois, entra um», de que todos se lembram! Até esta regra o Governo está a quebrar, porque, com a divulgação do Boletim Informativo da Direcção-Geral do Orçamento relativo a Junho de 2006, segundo números do Governo, foram contratados 22.420 funcionários públicos, e no mesmo período, aposentaram-se 12.254 funcionários, pelo que existe um aumento líquido de 10 166 funcionários ou seja, de quase 90 funcionários por dia; uma situação só comparável ao descalabro de admissões dos governos socialistas do Engº Guterres. Constata-se, assim, que por cada funcionário que saiu entraram dois, o que é exactamente o oposto do afirmado na campanha eleitoral.
Este Orçamento expõe a nu a incapacidade reformadora do Governo e traz à memória os tempos de Governação do Engº Guterres (aquela equipa está no actual Governo!), atacando os Portugueses, com aquela manipuladora máquina de propaganda política por um lado a falar de solidariedade, e por outro lado afastando cada vez mais o País, e, a Região Alentejo, da média Europeia. O resultado está à vista: hoje, um em cada três alentejanos vive em situação de pobreza.
Em termos do PIB per capita (riqueza por Português) Portugal passará para 19º lugar na União Europeia, pois dentro de 2 anos seremos ultrapassados por Malta e pela Estónia e o Governo do Partido Socialista desperdiça, com o Orçamento de Estado para 2007, mais uma oportunidade de voltar a colocar o país no rumo certo do desenvolvimento económico e social, a par dos nossos parceiros europeus.
O investimento do Estado, no distrito de Évora sofre um corte de 22% para o próximo ano (2007), com concelhos sem qualquer investimento, o que acontece pela primeira vez desde que há memória de divulgação de tais valores. Os concelhos do interior do país, sofrendo de desertificação acelerada, de envelhecimento populacional e de dificuldades de captação de investimento industrial, ficarão ainda mais debilitados com a ausência de investimento do Estado na criação e melhoria das infra-estruturas e serviços de apoio à mobilidade, à educação, à saúde, à terceira idade.
Este é o resultado de orçamentos de conjuntura sem ter em atenção o relançamento da economia, sem o choque de Gestão que o PSD anunciou várias vezes, como urgente, e que só agora timidamente começa o Governo a falar.
2 – REFORMA DA SEGURANÇA SOCIAL
O Governo do PS aprovou sozinho, na AR, a “Reforma da Segurança Social”. Tratando-se de uma área da governação que é essencial para o futuro destas e das próximas gerações, deveria ter sido procurado um entendimento alargado entre Governo e Oposição, justificando mesmo, pela importância do seu impacte, a celebração de um pacto de regime, como insistentemente propôs o PSD.
Trata-se de uma reforma de grande alcance, que afecta os direitos e os interesses de todos os cidadãos e que atravessa várias gerações. Por essa razão, é inconcebível observar a mais que evidente insustentabilidade do sistema, no futuro, apesar da reforma aprovada unilateralmente, a qual apenas adia a falência do sistema por mais 15 ou 20 anos, por teimosia e arrogância de um governo que se julga detentor da verdade, pelo facto de ser detentor de uma maioria política.
A ideia de que só há uma solução e um caminho para reformar a segurança social, não faz sentido, pois o interesse nacional exigiria um debate sério, despido de demagogia política, na procura da melhor solução. O país merecia mais informação e aprofundada discussão sobre quais as medidas que contribuem para a sustentabilidade da segurança social e quais as que são políticas avulsas de saneamento financeiro as quais, sendo necessárias para reduzir a despesa pública a curto prazo (redução de pensões e de direitos), provocam no entanto perdas financeiras e sociais significativas para os futuros pensionistas, em particular para as gerações mais novas.
A solução escolhida pelo Governo apenas garante a certeza de que serão inevitáveis no futuro mais cortes de pensões combinadas com aumento de impostos, perante uma mais que previsível inevitável ruptura financeira do sistema.
3 – AUMENTO DO DESEMPREGO DE QUASE 5 MIL PESSOAS EM OUTUBRO RELATIVAMENTE AO MÊS ANTERIOR
A cada dia que passa, aumenta o número das centenas de multinacionais que vão trocando Portugal por outros países, lançando milhares de trabalhadores no desemprego.
O desemprego já ultrapassa meio milhão de portugueses que só não surgem nas estatísticas porque mais de 90.000 portugueses já desistiram de procurar emprego num país de onde o investimento estrangeiro todos os dias foge rumo a outros países e onde as pequenas e médias empresas vivem um agonizante quotidiano, afogadas nas dívidas de um Governo mau pagador e nos impostos que aumentam na mesma progressão das promessas eleitorais socialistas da sua redução.
O desemprego continua a aumentar a cada mês nos mais jovens e com mais qualificações, ao ritmo de 5% por cada mês relativamente ao mesmo mês do ano anterior, afectando principalmente os jovens professores, dependentes de um Estado que não lhes assegura o emprego que lhes prometeu. São mais de 50.000 os licenciados que hoje procuram emprego em Portugal, sem sucesso.
Numa altura em que o desemprego continua a aumentar, o Governo socialista, desprovido de sensibilidade social, decide alterar as regras de acesso e garantia do Subsídio de Desemprego, agravando as dificuldades financeiras que já afectam uma boa parte das famílias portuguesas.
Évora, Dezembro de 2006
A COMISSÃO POLÍTICA DISTRITAL DE ÉVORA DO PSD
_______________________
(António Costa Dieb - Presidente)
Para ver no TU TUBAS!
“Tenho um Morto na Minha Cama”
em cena na Aldeia do Rosário
Amanhã, dia 8 de Dezembro, pelas 21:00 horas, o Centro Recreativo e Desportivo do Rosário vai ser palco de “Tenho um Morto na Minha Cama”, uma peça do Teatro Experimental de Pias.
Da iniciativa da Câmara Municipal de Alandroal, com o apoio da Delegação Regional da Cultura e a colaboração do Centro Recreativo e Desportivo do Rosário, a peça, baseada na obra de Roberto Villani, autor contemporâneo brasileiro, “Tenho um Morto na Minha Cama” é uma comédia de enganos concebida de forma a proporcionar momentos de boa disposição ao espectador.
Com encenação de Romão Janeiro, “Tenho um Morto na Minha Cama” é a vigésima quinta produção do Teatro Experimental de Pias e tem como elenco os actores Ana Pacheco (Naná), Romão Janeiro (Costa) e José Carlos Pinto (Miguel).
Roberto Villani é autor de várias histórias infantis e para adultos, premiado por diversas vezes. A sua obra dramática reúne diversos textos com apresentação em vários pontos do mundo.
O Teatro Experimental de Pias completa um quarto de século, tendo inúmeras peças levadas a cena não só por Portugal. A Arte, a Cultura e o Movimento levados a cabo por este mundo fora, agora também entre nós!
Sinopse da peça…
“Depois do acidente de que foi vítima e, após um desaparecimento de cinco longos anos, Costa, retorna à sua cidade natal, onde tinha deixado uma vida completamente organizada. Sentindo-se só procura uma companhia feminina, o que acaba por conseguir, mas...quando chega ao apartamento que lhe tinha sido cedido, depara com a sua mulher e ...
Durante a troca de argumentos com Naná, onde muito rapidamente são passados em revista os acontecimentos dos últimos anos, esta informa Costa que casou de novo, e que aquele apartamento foi comprado com o dinheiro do seguro da sua morte. Costa não se resigna, argumenta no sentido de persuadir Naná de que ele também é seu marido e que tudo aquilo foi comprado com o dinheiro da sua morte.
Percebendo que o seu primeiro marido está decidido a ficar naquele apartamento, Naná, dá início a uma nova estratégia, e usando todo o seu charme feminino, tenta seduzir Costa para um possível entendimento. Quando aparentemente as atitudes de ambos convergem para um possível entendimento, eis quando são interrompidos pelo toque da campainha da porta. Surpresos, ambos ficam algo nervosos, e Naná tem de ser muito lesta para esconder Costa dos olhares do visitante, e o local eleito para servir de esconderijo é o quarto da empregada. Mas, enquanto dura esta indefinição e pela insistência com que a campainha toca, Naná percebe que só pode ser o seu actual marido, então, pede a Costa que deixe de fazer perguntas e se retire o mais rápido que puder para o local que lhe fora indicado.
Algo insegura Naná abre a aporta do apartamento, e segundos depois irrompe pelo quarto dentro Miguel o seu actual marido.
Aqui vai começar uma longa noite para o jovem casal.
Mas... se quiser saber mais não perca tempo e venha ver esta nova produção do Teatro Experimental de Pias.”
(Notícia enviada pelo Gabinete de Imprensa da C.M.A.)

Neste dia, no Alandroal, deitavam-se os foguetes guardados da Festa de Setembro, a Banda tocava o Hino à porta da Igreja Matriz, (e quando não, tocava o Chão Frio no seu clarinete) e chegou a haver Procissão com a Imagem que recordamos.
10ª Jornada – Jogos a realizar no fim-de-semana =9/10/12/06
DIVISÃO DE HONRA
Dia 10/12/06 – 15 horas
Portel – Monte Trigo
Torre de Coelheiros – Alandroalense
Escouralense – Redondense
Canaviais – Calipolense
Bencatelense – União
Estremoz – Valenças
Borbense – Oriola
Calipolense é 1º, 2º União ( ambos com 21 pontos), 3º Portel ( 19). Alandroalense é 10º (com 10 pontos), 1 ponto de vantagem sobre o Redondo, 2 do Borbense, 4 do Valenças e 5 do Estremoz.
1ª DIVISÃO SÉRIE A
Dia 09/12/06 – 15 horas
Fazendas do Cortiço – Arraiolense
Aguiar – Alcaçovense
Santana do Campo – Cabrela
Luso Morense – Bairro santo António
Dia 10/12 – 15 horas
Sporting de Viana – Brotense.
Cabrela comanda, (19 pontos), 2º Giesteira, ( 15) 3º Santana do Campo (15). Nas últimas posições Arraiolense, Brotense (7 pontos), Aguiar é último com 1 ponto.
1º DIVISÃO SÉRIE B
Dia 10/12/06 – 15 horas
Corval – Vera Cruz
Rosário – Arcoense
Santiago Maior – Amieira
Aldeense – Azarujense
São Romão – Perolivense.
Em 1º São Manços, com 23 pontos; 2º Perolivense e São Romão 14. Santiago Maior ocupa a 4ª posição com 12 pontos; Rosário é 7º com 10. Na última posição Vera Cruz com 5.
DISTRITAL DE JUVENIS
São Pedrense – Estrela – 08/12/06
Dia 09/12/06 – 15 horas
Sport Lisboa e Évora – Rio de Moinhos
Terena – Lusitano
Calipolense – Sporting de Viana
Canaviais – Portel
Atlético – União.
Na jornada anterior Rio de Moinhos 1 – Terena 2
Borbense 1º (21 pontos) 2º Lusitano 19, Canaviais 14. Terena ocupa a 7ª posição com 9 pontos. Os últimos São Pedrense e Rio de Moinhos 2 pontos.
INFANTIS FUTEBOL DE 7
Estremoz – Canaviais – 08/12
09/12/06
Lusitano – Atlético – 09,30 horas
Borbense – Alandroalense – 10,30
Sport Lisboa e Évora – Redondense – 10,30.
Comanda o Lusitano com 18 pontos; 2º Canaviais também 18; 3º Borbense com 15.
O Alandroalense é lanterna vermelho ainda sem pontuar.
DISCIPLINA
Alandroalense: Ao Clube 15 euros de multa; Rui Brito e Carlos Folgado: 1 jogo de suspensão; Ricardo Ribeiro repreensão por escrito.
Santiago Maior: Arlindo Rodrigues; 1 jogo de suspensão; Joaquim Conceição: repreensão por escrito.
Rosário : nada consta.
Terena (juvenis) – O relatório do árbitro não deu entrada atempadamente.
O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:
Hospital de Santa Luzia marcou presença na Feira Transfronteiriça da Saúde.
O Hospital de Santa Luzia de Elvas participou na Feira Transfronteiriça da Saúde, uma organização conjunta do Projecto Inforraia, constituído pela Universidade de Évora, Sub-Regiões de Saúde da Guarda e Castelo Branco, Serviço Extremenho de Saúde e Administração Regional de Saúde do Alentejo, e que contou com o apoio do programa comunitário Interreg III.
………..
As acções de rastreios e actividades com a comunidade tiveram por base as doenças: hidatidose e diabetes, tendo sido desenvolvidas pelo Grupo de Luta contra a Hidatidose dos Concelhos de Elvas e Alandroal e pelo Núcleo da Diabetes do HSLE, respectivamente.
http://www.jornalregional.com/
Teve início no passado dia 2 de Dezembro, em Portel, mais um corta-mato Paulo Guerra, este ano limitado a 4 provas, e de que nunca é de mais lamentar a desistência do Alandroal.
O C.R.J. esteve representado com 12 atletas, tendo obtido 50 pontos, que lhe conferiram o 5º, lugar por equipas.
A nível individual há a destacar mais uma excelente prova de Cátia Serra, juvenil de 1º. ano, que a competir no escalão absoluto obteve um óptimo 2º. lugar.
João Pedro Rodrigues, em infantis e Nuno Mourinho, em iniciados, conseguiram também os 2ºslugares, nos respectivos escalões.
Fábio Tavares foi 4º, em juvenis, tendo também pontuado David Tavares e Gonçalo Patacho, respectivamente 5º. e 10º.em infantis, e Filipe Ramos e João Rasteiro, 6º e 7º, em iniciados.
Completaram a participação da equipa do C.R.Juromenha, Isabel Calado, única veterana presente, mas que neste critério corre no escalão absoluto; Joaquim Rodrigues, Vítor Galhetas e Carlos Maneiras, que apesar de não terem conseguido pontuar tiveram um bom desempenho, dignificando a presença do Clube de Rugby de Juromenha.
Paulo Jaleco
Interiores da Capela da Boa Nova - Terena


fotos: José Manuel Rodrigues. Edição de postais C.M.A.
Na decoração da gigantesca árvore de Natal colocada este ano no Terreiro do Paço, e considerada a maior da Europa, com uma altura equivalente a um prédio de 25 andares e 280 toneladas de peso, se utilizaram 2.350.000 micro – lâmpadas, 12 mil lâmpadas-bolinha, 26 mil metros de mangueira luminosa, 410 metros de néon e 520 estrobos.
Há já 42 anos que a “Pirelli”, edita o seu famoso calendário.
Imprescindível em qualquer oficina mecânica, ou na cabine de qualquer camião TIR, o mesmo tem ao longo dos anos mostrado os corpos mais esculturais do planeta.
Se o encontrar, folhei-o… verá que merece a pena.
Não perca os golos de Eusébio contra a Inglaterra no Mundial de 66 no blogue Tu Tubas!
Reguengos de Monsaraz assinala aniversário da elevação a cidade
O Município de Reguengos de Monsaraz assinala nos dias 9 e 10 de Dezembro o segundo aniversário da elevação a cidade e os 30 anos das primeiras eleições para as autarquias locais. No sábado, pelas 10:00 horas, as comemorações arrancam com a Cerimónia do Içar das Bandeiras do Município e Nacional, seguindo-se uma Sessão Solene no Auditório Municipal com intervenções alusivas às efemérides e homenagem a todos os autarcas locais que desempenharam funções no mandato 2001/2005 e aos que estão actualmente em exercício (mandato 2005/2009). No total, serão homenageados com medalhas comemorativas 129 autarcas das juntas de freguesia do concelho, Assembleia Municipal e Câmara Municipal.
http://www.noticiasalentejo.pt/
Portugueses gastam 70,4 milhões em bilhetes de cinema
Os portugueses vão cada vez menos ao cinema. No ano passado, as receitas de bilheteira dos cinemas em Portugal caíram 7,4 por cento. Mesmo assim, os portugueses gastaram 70,4 milhões de euros em bilhetes de cinema, apenas naquele ano.
Dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que o preço médio dos bilhetes é de 4,10 euros, sendo que Lisboa tem o preço médio mais elevado (4,4 euros), seguida do Algarve (4,3 euros) e da Região Autónoma da Madeira (4 euros). Os recintos do Alentejo cobraram em média 3,5 euros por bilhete.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/
Cinema perde espectadores
Os portugueses foram menos ao cinema, no ano passado, segundo dados revelados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Em comparação com o ano anterior, houve menos 1,4 milhões de espectadores nas salas de cinema portuguesas.
É em Lisboa que se cobra mais por um bilhete de cinema (média de 4, 4 euros), em contraste com o Alentejo, onde o ingresso para se ver um filme custa três euros e meio.
http://jn.sapo.pt/
Terra Mãe lançou nova rádio
Uma nova estação emissora de rádio, que cobre dois terços de todo o Alentejo, foi lançada na passada quinta-feira, dia 30 de Novembro, pela Fundação Alentejo-Terra Mãe.
A emissora, que anteriormente se designava Rádio Alqueva, emitirá a partir de Portel e Évora, uma vez que manterá estúdios em ambas as localidades.
A Rádio Terra-Mãe (RTM), pode ser sintonizada na frequência de 97.5 FM.
http://bradosdoalentejo.com.pt/
Correm turvas as águas deste rio
Correm turvas as águas deste rio,
que as do Céu e as do monte as enturbaram;
os campos florecidos se secaram,
intratável se fez o vale, e frio.
Passou o Verão, passou o ardente Estio,
üas cousas por outras se trocaram;
os fementidos Fados já deixaram
do mundo o regimento, ou desvario.
Tem o tempo sua ordem já sabida;
o mundo, não; mas anda tão confuso,
que parece que dele Deus se esquece.
Casos, opiniões, natura e uso
fazem que nos pareça desta vida
que não há nela mais que o que parece.
Luís de Camões (1524-1580)
Não havia necessidade
Eduardo Luciano
Quarta, 06 Dezembro 2006
Correspondendo ao convite do Senhor Presidente da Câmara, assisti, no passado sábado, à sessão solene evocativa da passagem de duas décadas sobre o reconhecimento do Centro Histórico de Évora como Património Mundial. Confesso-vos que não sou muito dado a sessões solenes. Normalmente são momentos em que raramente se diz o que se pensa, tendo os intervenientes o cuidado de procurar palavras que possam gerar consenso sobre a efeméride que se está a comemorar.
Na sessão solene de sábado tudo correu de forma quase perfeita. O senhor Presidente da Câmara, no seu discurso, elogiou a cidade, falou sobre a importância da atracção de um turismo de qualidade por oposição a um turismo de massas, fez referências elogiosas ao historiador Túlio Espanca, ao Grupo Pró-Évora como pioneiro do associativismo em defesa do património e a Abílio Fernandes pela importância do seu papel no processo que culminou na elevação do Centro Histórico de Évora a Património da Humanidade.
Foi uma intervenção típica de uma sessão solene evitando a polémica e optando pelo reconhecimento do que é consensual.
A terminar a cerimónia foi dada a palavra ao Senhor Ministro Augusto Santos Silva. Pegou na palavra, despiu a pele de ministro e vestiu a pele de professor. Relembrou a sua formação de base em história, falou sobre a evolução do conceito de património durante o século passado, pontuando a sua intervenção com pequenas estórias e memórias pessoais. Por fim, voltou a vestir a pele de ministro para lembrar a importância dos aspectos culturais para o desenvolvimento económico e para referir que sem o investimento que as autarquias locais realizam nessa área, o nosso país seria certamente muito mais pobre.
E tudo teria ficado bem se Augusto Santos Silva tivesse terminado a sua intervenção por aqui. Mas há coisas que são mais fortes que nós e o Senhor Ministro não resistiu à tentação de despir essa pele e de vestir a pele de homem do PS, para dar Évora como exemplo de crescimento do investimento na área da cultura, sublinhando, principalmente nos últimos mandatos autárquicos. Esta afirmação dita a terminar a sua intervenção, enquanto procurava com o olhar o actual detentor do cargo de Presidente da Câmara, para além de deselegante porque proferida numa Sessão Solene, pareceu-me, logo no momento, destituída de verdade.
Bastaria ao senhor ministro dar uma espreitadela aos últimos orçamentos para perceber que entre o orçamento de 2005 e o aprovado ontem para 2007, com a abstenção do vereador do PSD e o voto contra dos vereadores da CDU, o valor inscrito na rubrica animação e programação cultural diminuiu 792.093 euros.
Afinal, parece que a tendência é a da diminuição do peso da programação cultural no orçamento municipal e, contrariamente ao anunciado pelo Senhor Ministro, principalmente nos últimos mandatos autárquicos.
Estava tudo a correr tão bem… o Professor Doutor Santos Silva poderia ter mantido a sua intervenção na área da defesa do património vivo, do peso da cultura nas economias, no elogio generalizado ao papel das autarquias e até eu teria batido palmas.
Poderíamos usar aqui o aforismo popular: no melhor pano cai a nódoa. Mas não me parece que o pano seja assim de tão boa qualidade nem que a nódoa seja assim tão excepcional.
Página de desporto da responsabilidade das instituições de Montemor-o-Novo.

VITOR PACHECO DO U.MONTEMOR À SELECÇÃO NACIONAL
O jovem jogador Vitor Pacheco foi convocado esta 3ªFeira novamente para os trabalhos da Selecção Nacional. Das Escolas de Formação do União de Montemor, até à presença habitual nas selecções é a história de vida deste atleta; natural da Aldeia do Ciborro, concelho de Montemor-o-Novo, este jovem formado nas camadas jovens do U.Montemor deu logo nas vistas e viria a reforçar a equipa do V.Setúbal. Este ano "deu o salto" na sua carreira, transferindo-se para o SL.Benfica.
Vitor Pacheco é uma presença habitual nos convocados das diversas selecções nacionais; O seleccionador Carlos Dinis convocou-o para o Estágio no Jamor nos próximos dias 12 e 13 de Dezembro da selecção sub-17. Os convocados foram:
Benfica: Vitor Pacheco, Caetano, David Simão, Eugénio, João Pereira, Leandro
Pimenta e Rui Ferreira
Boavista FC: Ivo Pinto e João Reis;
Atlético: Gelson;
Atlético de Madrid: Fábio Futre e Fábio Marques;
Belenenses: Tiago Almeida;
Inter Milão: Coelho;
FC Porto : Figueiredo e Ruca;
Lyon: Anthony Lopes;
Braga: Eduardo Machado;
Sporting CP: Amado, Diogo Viana, Michael, Pedro Mendes, Rosado e Wilson;
Vitória SC: Henrique Dinis e Vítor Bastos;



NOVAS PISCINAS COBERTAS DE MONTEMOR-O-NOVO ABREM EM JANEIRO
Em palavras à imprensa local o Vereador do Desporto da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, João Marques, referiu que a data provável para a abertura das novas piscinas cobertas será ao que tudo indica em Janeiro. Este atraso deve-se aos cortes orçamentais do Estado que proibiu a contratação de novos funcionários por parte das Câmaras Municipais e também devido a estarem a ser feitos testes e melhorias no equipamento.
Este equipamento é uma mais valia para a cidade e para a região e terá
condições únicas para a pratica da natação, quer recreativa quer
desportiva.


__________________________________________________________________
Em comentários recentes, colocados em blogues dedicados ao Futebol Distrital, temos deparado com insinuações que demitem o actual treinador do J.S.A., Paulo Pires.
O Alandro al está em condições de afirmar que Paulo Pires, num gesto que se louva, colocou o seu lugar à disposição da Direcção após a derrota no Redondo, e que a mesma lhe deu um voto de confiança.
Não foi a derrota frente ao Portel, onde o Alandroal apenas foi derrotado por manifesta falta de sorte e o anti-jogo praticado pela Equipa visitante, que o trabalho de Paulo Pires pode ser posto em causa.
Paulo Pires continua, e muito bem anda a Direcção, e o Treinador ao não cederem a pressões.
Melhores dias hão-de vir.
Xico Manel
DESCULPEM POR NÃO RESPONDER A NENHUM DOS TEMAS EDITADOS RECENTEMENTE, MAS TENHO QUE FALAR DE UM ACONTECIMENTO QUE OCORREU À CERCA DE TRÊS SEMANAS NO ALANDROAL E EM RELAÇÃO AO QUAL, ESTRANHAMENTE, NINGUÉM PUBLICOU DURANTE ESTE TEMPO ALGUMA OPINIÃO OU COMENTÁRIO. PENSO QUE OS EDITORES DESTE BLOG ANDAM DISTRAÍDOS OU SERÁ QUE É A CENSURA A FUNCIONAR?
COM MUITA PENA MINHA NÃO POSSO IR À MINHA LINDA TERRA TODOS OS FINS DE SEMANA, MAS ÀS VEZES LÁ CALHA. NO ÚLTIMO FIM DE SEMANA QUE ME FOI POSSÍVEL IR AO ALANDROAL TIVE A AGRADÁVEL SURPRESA DE ASSISTIR A UM CONCERTO DE ALTO NÍVEL MUSICAL NO BAR DO FILHO DO MEU AMIGO MARTINS. NÃO QUERIA ACREDITAR NO QUE VIA ESPECIALMENTE NO QUE OUVIA POIS NÃO É TODOS OS DIAS QUE SE ASSISTE AO VIVO A UMA FORMAÇÃO QUE TEM O MELHOR SAXOFONISTA PORTUGUÊS (NÁNÁ SOUSA DIAS)E UM DOS MELHORES PIANISTAS PORTUGUESES (MIGUEL BRAGA).CONFESSO QUE EM RELAÇÃO AO NOSSO CANTOR ZÉ CARVALHO A SURPRESA FOI MAIOR POIS EMBORA SOUBESSE QUE A SUA FORMAÇÃO MUSICAL TEM A VER COM O JAZZ FOI A PRIMEIRA VEZ QUE O OUVI FAZER ESSE TIPO DE MÚSICA. É DE FACTO ESTRANHO, POIS O ALDRABAR ESTAVA A REBENTAR PELAS COSTURAS, COM MUITA GENTE ILUSTRE DA NOSSA TERRA ,MAS O FACTO É QUE NÃO VI POR AQUI QUALQUER COMENTÁRIO NEGATIVO OU DE ELOGIO.TENHO PENA QUE ESTES ACONTECIMENTOS PASSEM AO LADO, O QUE PROVA O GRANDE ATRASO CULTURAL DA NOSSA TERRA E NÃO CONSIGO PERCEBER PORQUE É QUE NADA ACONTECE NO NOSSO AUDITÓRIO MUNICIPAL. ESPERO QUE COM A MAIOR BREVIDADE ESTES MÚSICOS VENHAM PASSAR MAIS UM FIM DE SEMANA AO MONTE DO ZÉ E QUE FAÇAM MAIS UMA EXCELENTE BRINCADEIRA NO ALDRABAR, OU NOUTRO SÍTIO QUALQUER, JÁ QUE QUEM NOS DEVIA DAR CULTURA NÃO O FAZ.
Afixado por alandroalense em dezembro 5, 2006 06:19 PM
Muito Obrigado pelo seu comentário.
Se me permite irei dar-lhe destaque como "comentários em destaque".
Só não tem razão, quando afirma que "estamos distraídos ou se refere a censura".
Como deve saber (pois por mais de uma vez aqui foi referido) o autor e responsável do blogue não reside no Alandroal. Se não sabe fica a saber que têm sido infrutíferas as dezenas de tentativas para cativar alguém residente que queira colaborar. Presentemente apenas o Gabinete de imprensa da C.M A. nos fornece notícias. É pena...mas...
As relações deste blogue com o Aldrabar são excelentes, e bastas vezes o mesmo aqui tem sido referido. Desta vez não disse nada. Paciência.
Já agora... Porque não aceita o convite de como "Alandroalense" nos ir dando conta de acontecimentos relevantes como esse?
Um abraço, e mande sempre.
Xico Manel
Afixado por Xico Manel em dezembro 5, 2006 07:07 PM
CARO XICO MANEL, DE FACTO, COMO TAMBÉM EU NÃO RESIDO NO ALANDROAL DESCONHECIA O FACTO DE O AUTOR DO BLOGUE TAMBÉM NÃO RESIDIR E ASSIM SENDO O "DISTRAIDO E CENSURA" NÃO FAZEM SENTIDO. TEREI MUITO GOSTO EM DIVULGAR QUALQUER ACONTECIMENTO CULTURAL QUE SEJA DO MEU CONHECIMENTO E QUE TENHA LUGAR NESSA VILA (COM EXCEPÇÃO DE TOURADAS EM PRAÇAS DSCARTÁVEIS). APROVEITO AINDA PARA REFERIR QUE NESSA NOITE MEMORÁVEL AINDA FOMOS BRINDADOS COM A INTERPRETAÇÃO DE DUAS CANÇÕES PELA CONHECIDA CANTORA LARA LI, QUE SENDO AMIGA DO ZÉ, SE DESLOCOU DE PROPÓSITO AO ALANDROAL PARA ASSISTIR AO CONCERTO. COMO SE VÊ, PARA HAVER CULTURA NEM SEMPRE É PRECISO EXISTIR UM GRANDE INVESTIMENTO ECONÓMICO.
JÁ AGORA APROVEITO PARA DIZER QUE ACHO DE TREMENDO MAU GOSTO E FALTA DE SENSIBILIDADE QUE UMA TERRA COMO O ALANDROAL QUE EM TERMOS CULTURAIS INSISTE APENAS NA FESTA DOS TOUROS NÃO TENHA UMA PRAÇA DIGNA DE SER CHAMADA PRAÇA ALENTEJANA....QUE SAUDADES TENHO DO MEU TOURIL....
Afixado por alandroalense em dezembro 5, 2006 09:19 PM
(nota final: É bom quando com elevação e respeito se trocam idéias, se apontam lacunas, se comentam factos. Era assim que eu ( Chico Manuel) gostava que fosse sempre.)

Depois do exame era obrigatória a foto “Tacão”.

Quantas se reconhecem?
Sabe bem recordar!
(Para a semana… há mais)
Crónica de 5 de Dezembro de Domingos Cordeiro
Terça, 05 Dezembro 2006
Numa nota de imprensa veio a direcção do PCP anunciar a substituição de três deputado.
Tal decisão, segundo o PCP, enquadra-se no normal e regular funcionamento do seu grupo parlamentar e deve ser encarada como um natural processo de renovação da sua bancada.
Com um terço da legislatura decorrido, vem agora o PCP anunciar, de forma súbita, tais substituições sem aduzir razões concretas que justifiquem tal decisão que não seja a do estafado argumento da renovação da bancada.
Um dos deputados a substituir é Abílio Fernandes, eleito pelo distrito de Évora. Cessará funções no início de 2007 e será substituído por João Oliveira.
Acrescenta a referida nota de imprensa que o deputado Abílio Fernandes deu um valiosíssimo contributo á intervenção parlamentar. Mais refere que o fez com profundo conhecimento nas matérias que abordou, com combatividade e genuíno empenhamento na defesa dos interesses dos eleitores que em si votaram.
O elogio será, seguramente, merecido. O que torna, ainda, mais incompreensível a sua substituição. Aliás, sou de opinião que a renovação dos grupos parlamentares, a ter lugar, deve ocorrer de quatro em quatro anos, aquando da constituição de listas. Só assim fará sentido falar em respeito por eleitos e eleitores.
Não é esse, porém, o entendimento do PCP, daí a substituição de Abílio Fernandes.
Ora, a este propósito convém lembrar que o distrito de Évora tem na Assembleia da Republica três deputados.
O deputado Abílio Fernandes, eleito pelo PCP e dois outros, eleitos pelo PS.
Se considerarmos que Abílio Fernandes, enquanto Presidente da Câmara de Évora, adquiriu notoriedade, concelhia, distrital, nacional e mesmo internacional e que, por várias vezes, consegui em eleições para a autarquia eborense triplicar o numero de votos que o seu partido aqui obtinha em eleições para Assembleia da Republica, é legitimo concluir que o PCP poderia, agora, não ter representação parlamentar se, tivesse candidatado, como cabeça de lista, João Oliveira pessoa que, como é publico e notório, está longe de ter, no distrito, a notoriedade de Abílio Fernandes.
Com esta decisão, a direcção do PCP trata os seus deputados como peças de uma máquina, peças estas que a todo o momento podem por si ser descartadas.
A par, manifesta um profundo desrespeito pelas regras da democracia parlamentar e pelos eleitores que votaram no Dr. Abílio Fernandes.
O que vem acontecendo, nomeadamente com a substituição do Presidente da Câmara de Setúbal e, agora, destes três deputados deve, a meu ver, merecer uma reflexão por parte dos potenciais eleitores do PCP que, antes de votar, devem ter presente que as pessoas que os representarão não serão as que constam nos primeiros lugares das respectivas listas, mas sim aquelas que a direcção do PCP entender.
ANO EUROPEU DO TURISMO

Camaleão

Flamingo
Investimento de 167 milhões de euros no Alentejo
Cento e sessenta e sete milhões de euros é o investimento previsto para a construção de um novo empreendimento turístico na costa alentejana. A herdade do Pinheirinho ocupa 800 hectares, onde irão nascer hotéis, moradias, apartamentos e um campo de golfe. Um projecto considerado de interesse nacional pelo Governo e que irá criar 450 postos de trabalho.
http://www.tvi.iol.pt/
Évora: Congresso de oftalmologia debate causas da cegueira
O XLIX Congresso Português de Oftalmologia tem início dia 7 de Dezembro (9.00), no Convento do Espinheiro, em Évora. Reunindo mais de 500 especialistas, o congresso pretende abordar patologias que urge diagnosticar precocemente, como é o caso da principal causa de cegueira no mundo ocidental, a DMI – Degenerescência Macular relacionada com a Idade.
http://www.noticiasalentejo.pt/


Introdução:
A Terra do Endovélico – O Deus dos Lusitanos – é um romance histórico escrito por José Galambas, e cuja acção se desenrola em locais do Concelho do Alandroal.
A obra com prefácio de Manuel Calado e ilustrações de Eunice Gomes, editado pela Zéfiro, ficciona uma história de amor vivida pelos nossos antepassados, sob as bênçãos do Deus Endovélico.
Depois de autorizado pelo Autor, o Alandro al propõe-se divulgar extractos da obra, dando especial atenção aos locais (do nosso Concelho), onde a mesma se desenrola.
Não só aos que fazem parte deste Concelho, mas a todos, aconselhamos vivamente a leitura de A TERRA DO ENDOVÉLICO – O DEUS DOS LUSITANOS.
De repente, a floresta agitou-se como o vento. Os carvalhos baloiçaram-se violentamente. E, de entre eles, surgiu o Alto Sacerdote, acompanhado de todos os outros Druidas. Como por magia, estavam todos ali, com as suas vestes brancas irradiando luz por toda a parte. Serenos e em paz, como sempre. O vento parou de se fazer sentir.
- Não será necessário levar Ryur! Ele será enterrado junto a um dos carvalhos sagrados desta floresta mágica, numa cerimónia secreta entre nós, para assim renascer novamente como nosso irmão.
Alguns dos Druidas pegaram delicadamente no corpo de Ryur e colocaram-no aos ombros. Encaminharam-se então para o interior da floresta. Os velhos carvalhos pareciam sussurrar entre si, agitados, como se estivessem a dar as boasvindas a um dos seus.
- Apesar de terem faltado pela primeira vez ao respeito a Ryur, os guerreiros da Terra do Endovélico ganharam a última batalha aqui travada! Todos os Homens de Negro ficaram sem vida. Muitos guerreiros de Antor morreram também. Demasiado sangue foi aqui derramado. Antor foi um dos que tombou. Morreu ao matar Lunghum, o seu filho.
……..
- Oiçam bem! Agora, meus irmãos, é tempo de honrar os mortos. Depois os que ficaram vivos abandonarão a aldeia para que ninguém saiba da existência destas três aldeias. O teu irmão, Viriatho, irá para as terras altas da Lusitânia. Seguirá com Crathos! Quanto a vocês os dois… daqui a três dias, pelo nascer da Luz, irei ao vosso encontro na casa misteriosa. Mas só surgirei sabendo que tudo o que vos disse foi cumprido e que mais ninguém habita a Terra dói Endovélico.
Homenagem ao primeiro que projectou cinema no Alandroal

Uma ideia para um novo blogue:
Um blogue com os melhores vídeos portugueses no You Tube.
A visitar regularmente!
Agradeço desde já a todos os bloggers que linkaren:

Semear dentes

Para colher cabeças
INICIATIVAS MUITO VÁLIDAS
QUE O ALANDRO AL APLAUDE

Homem Só, Meu Irmão
Letra e música: Luiz Goes
Intérprete: Luiz Goes* (in "Canções do Mar e da Vida", 1969, reed. 1995; "O Melhor de Luiz Goes", 1989)
Tu, a quem a vida pouco deu
que deste o nada que foi teu
em gestos desmedidos...
Tu, a quem ninguém estendeu a mão
e mendigas o pão dos teus sentidos
homem só, meu irmão!
Tu, que andas em busca da verdade
e só encontras falsidade
em cada sentimento
inventa, inventa amigo uma canção
que dure para além deste momento,
homem só, meu irmão!
Tu, que nesta vida te perdeste
e nunca a mitos te vendeste
– dura solidão –
faz dessa solidão teu chão sagrado,
agarra bem teu leme ou teu arado,
homem só, meu irmão
Cantiga Para Quem Sonha
Letra: Leonel Neves
Música: Luiz Goes
Intérprete: Luiz Goes (in "Canções de Amor e de Esperança ", 1971; "O Melhor de Luiz Goes", 1989)
Tu que tens dez reis de esperança e de amor
grita bem alto que queres viver.
Compra pão e vinho, mas rouba uma flor.
Tudo o que é belo não é de vender
Não vendem ondas do mar
nem brisa ou estrelas, sol a lua cheia
Não vendem moças de amar
nem certas janelas em dunas de areia.
Canta, canta como uma ave ou um rio
Dá o teu braço aos que querem sonhar
Quem trouxer mãos livres ou um assobio,
nem é preciso que saiba cantar.
Tu que crês num mundo maior e melhor
grita bem alto que o céu está aqui.
Tu que vês irmãos, só irmãos em redor,
Crê que esse mundo começa por ti.
Traz uma viola, um poema,
um passo de dança, um sonho maduro.
Canta glosando este tema,
Em cada criança há um homem puro.
Canta, canta como uma ave ou um rio
Dá o teu braço aos que querem sonhar
Quem trouxer mãos livres ou um assobio,
nem é preciso que saiba cantar.
É Preciso Acreditar
Letra: Leonel Neves
Música: Luiz Goes
Intérprete: Luiz Goes* (in "Canções de Amor e de Esperança ", 1971; "O Melhor de Luiz Goes", 1989)
É preciso acreditar,
É preciso acreditar
que o sorriso de quem passa
é um bem para se guardar
que é luar ou sol de graça
que nos vem alumiar
É preciso acreditar,
É preciso acreditar
que a canção de quem trabalha
é um bem para se guardar
E não há nada que valha
a vontade de cantar
a qualquer hora cantar
É preciso acreditar,
É preciso acreditar
que uma vela ao longe solta
é um bem para se guardar
que se um barco parte ou volta
passará no alto mar
E é livre o alto mar
É preciso acreditar,
É preciso acreditar
Que esta chuva que nos molha
é um bem para se guardar
que há sempre terra que colha
um ribeiro a despertar
para um pão por despertar.

ALMANSOR FUTEBOL CLUBE ORGANIZOU TROFEU "HUGO CUNHA"
Depois de algum tempo de ferias a equipa de futebol de 11 do Almansor Futebol Clube organizou mais uma partida de carácter particular com os amigos do Sporting Vinhense. Este jogo, tal como todos os que realizamos com essa equipa serve para darmos uns pontapés na bola, para convivermos e em especial para homenagearmos o desportista Hugo Cunha (jogador do U.Leiria), que faleceu em Montemor-o-Novo, precisamente no decorrer de um jogo entre estas 2 equipas. No que diz respeito ao jogo - perdemos 1-4, mas ficou já marcado novo jogo, agora
na condição de visitante.

RUGBY CLUBE DE MONTEMOR VENCE EM ELVAS
Mais um jogo mais uma vitória, na deslocação a Elvas a equipa sénior do Rugby Clube de Montemor foi vencer a equipa local por 19-29: Num jogo sempre controlado pela equipa montemorense, a vitória é justa da melhor equipa em campo. O Rugby Clube de Montemor alinhou com:José Lima, Batata, David Canelas, André Calção, Joaquim Rodrigues, Hugo Mota, Francisco Soares, Gonçalo Saude, José Maria Reis, João Malta, José Almeida, António Bibe, Ricardo Ribeiro, António Quadrado e João Santos.
Jogaram ainda: Hélio Guerreiro, Pedro Neves, Francisco Cornacho, Paulo Lucas, Antonio Aguiar, João Marques e Joel Pedreirinho.

GD.MONTEMOR 3-PANTUFAS-4
TORPEDOS 3-PORTO SANTO4
INDEPENDENTES 5- LAGOA E BENFICA -1
SAPALENSE 6- PRAIENSE 5
SONÂMBULOS 1- CASTELO 3:
V.SETUBAL 2- UNIV.ALGARVE 1
ALMODOVARENSE 1- OLIVAIS 8
FUTSAL: JUNIORES E JUVENIS DO G.D.MONTEMOR VOLTAM A VENCER
Mais uma jornada e mais duas vitórias no distrital de Santarém, é o resumo das equipas de juniores e juvenis do GD.Montemor. Os juniores continuam a comandar a classificação com 16 pontos e foram vencer a Rio Maior por claros 8-1; já os juvenis estão no 2ºposto da classificação e receberam o DNO Entroncamento, num jogo difícil a equipa montemorense venceu por 5-4.



NACIONAL DE JUNIORES DE FUTEBOL
RESULTADOS DA JORNADA 13
C.Piedade 3-2 Luso Barreiro
Farense 3-2 J.ÉVORA
Quarteirense 2-1 Corroios
Olhanense 0-3 Despertar
Sesimbra 1-2 Atl.Lisboa
Barreirense 1-0 U.MONTEMOR

Alqueva quase cheia
O nível da cota da albufeira de Alqueva está à beira de atingir um marco histórico. Segundo os dados do Instituto da Água (INAG), faltam apenas 40 centímetros para ultrapassar a cota de 148,51, atingida em Junho de 2004.
http://www.correiomanha.pt/
Paulo Barriga e João Vilhena apresentaram esta semana um novo livro – uma antologia de poemas e flores do Alentejo.
Flores da Planície é o título da antologia de poemas e flores do Alentejo que foi lançada terça-feira, em Évora, pela Fundação Alentejo-Terra Mãe, revertendo parte das receitas das vendas a favor de crianças em risco. O livro, da autoria do jornalista Paulo Barriga – colaborador do “Correio Alentejo” – e do fotógrafo João Vilhena, numa edição da fundação, combina arte e ciência e foi lançado ao final do dia, na sede da instituição, integrado no programa comemorativo dos 20 anos de Património Mundial de Évora.
http://correioalentejo.com/
Duques de Bragança oferecem réplica da Padroeira
Vila Viçosa assinala o Dia da Padroeira de Portugal, Nossa Senhora da Conceição, no próximo dia 8 de Dezembro, sendo que nesse dia os Duques de Bragança oferecem réplica da imagem da padroeira.
http://www.alentejopress.com/
In; http://www.alentejohome.com/blogs/
For the tourist the visit of the small villages like Amieira, Alqueva and Estrela directly on the water is a wonderful destination, where a lot of activities can be done: boat trips, sailing, horse riding, swimming, fishing… Visitors wanting to enjoy archaeological and architectonic patrimony can visit Alandroal, Portel, Monsaraz, Juromenha and Terena.
In: http://touradasetouradas.blogspot.com/
Bandas de musica
Banda da Associação Recreativa Planalto
Banda da Escola de Musica do Centro Cultural de Alandroal
Banda da Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro (Montijo)
Banda da Sociedade Filarmónica Capricho Bejense
Banda da Sociedade Imparcial 15 de Janeiro 1898 de Alcochete
Banda da Sociedade Filarmónica Progresso e Louvor Samouquense
Banda da Sociedade Filarmónica Reguenguense
Banda da Sociedade Filarmónica União Caliponense
Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense " Os Amarelos"
Banda da Sociedade Filarmónica União Samorense
Banda da Sociedade Instrução Coruchense
POSTED BY O BLOG MAIS TAUROMATICO DE TODOS.AQUI É OLE OLE AT
De:

Época de 2006, mais uma temporada para recordar.
A boa época do Grupo de Montemor foi reconhecida pela crítica que elege o nosso Grupo como o Triunfador de 2006.
O Jornal "Olé", a Tertúlia Tauromáquica de Setúbal a Rádio de Campo Maior, o site www.toureio.no.sapo.pt e a Rádio de Portalegre já nomearam os seus vencedores. Grupo de Montemor o melhor Grupo de Forcados do ano 2006.
Também o Restaurante "Andaluz" elegeu a pega de João Cabral como a melhor na praça de toiros de Reguengos de Monsaraz e o Jornal "Olé" e o site Toureio no Sapo consideraram Pedro Freixo como um dos melhores de 2006.

O Alandro al mantem a parceria com a Rádio Diana, que nos permite aqui transcrever a crónica diária transmitida aos microfones daquela prestigiada estação de rádio.
São crónicas dos acontecimentos relevantes que se vão sucedendo não só no país como no estrangeiro elaboradas por entidades de diferentes quadrantes políticos.
Oiça a
http://www.dianafm.com/
Os impostos
José Faustino
Segunda, 04 Dezembro 2006
O Estado queixa-se de que os portugueses não gostam de pagar impostos.
Não sei se assim será. É verdade que pagar impostos não é coisa agradável, mas toda a gente sabe que os impostos são o custo que todos temos de pagar por vivermos numa sociedade organizada.
Será talvez mais correcto falar do maior ou menor grau de satisfação com que todos pagamos os nossos impostos.
Desde logo, para que o Estado possa exigir aos contribuintes, deve ser ele próprio modelo de rigor e cumprir atempadamente com as suas obrigações.
Será isso que acontece em Portugal? Todos sabemos que não. O Estado paga tarde e a más horas, não respeita nada nem ninguém e comporta-se, na maior parte das vezes, de forma autoritária e arrogante perante o cidadão indefeso.
Depois, todos gostamos de saber para onde é que vai o dinheiro dos nossos impostos. Sabe-se apenas que o nosso contributo vai para um Estado monstruosamente despesista onde, cada vez mais, se vão degradando os serviços públicos.
Finalmente, há que sentir que pagamos impostos na devida proporção dos nossos rendimentos.
Ora acontece que em Portugal temos os salários mais baixos da Europa para um custo de vida dos mais altos, com uma exagerada carga fiscal.
Paga-se imposto sobre o rendimento, depois volta-se a pagar imposto sobre o consumo e casos há em que se paga imposto sobre imposto, como do caso dos automóveis, havendo produtos, como os combustíveis, em que pagamos mais de imposto do que pelo próprio produto.
Ninguém é poupado ou beneficiado, o poupado paga sobre os juros do dinheiro que amealha, o investidor paga sobre o património e o estragadão paga sobre as suas extravagâncias.
Contas bem feitas, cada cidadão paga ao Estado quase metade do que ganha. Se pensarmos bem, só a partir do dia 14, de cada mês, é que começamos a trabalhar verdadeiramente para nós.
Alguém sabe ao certo quanto paga de impostos?
O sistema é um labirinto de tal maneira confuso que só com recurso a um técnico ou com um programa informático se consegue saber com exactidão aquilo que realmente se paga.
E que dizer dos famigerados pagamentos por conta, que mais não são do que empréstimos ao Estado a taxa zero?
E das retenções na fonte, onde o Estado nos transforma a todos em cobradores de impostos sem remuneração?
Resumindo:
Estou convencido de que todos pagaremos os impostos com mais agrado quando virmos um Estado cumpridor, que aplique bem o dinheiro dos nossos impostos e que explique de forma clara aquilo que nos cobra.
04/12/06
José Faustino
Alandroal desinspirado?... Inspirado é que não
1.Em aparte inicial e quando justamente acabavam de serem escritas aqui palavras de referência sobre “o vizinho” Professor Rosado Fernandes eis que a sua autobiografia “Memórias de um Rústico” foi apresentada, dia 26 de Novembro, na Livraria Parlamentar de S. Bento com a presença do autor, Pedro Mexia e de Jaime Gama, Presidente da Assembleia da II República.
2.Numa das passagens marcantes da sessão ouviu-se, às tantas, o autor dizer finalmente que: “Portugal é o seu maior problema”. Com a Espanha por perto.
Parafraseando a inspiração, a ironia, e a coragem da afirmação de Rosado Fernandes será que o Alandroal, por mais polémica e politicamente incorrecta que pareça a frase, não é ou não deve continuar a ser “ O maior problema dos alandroalenses?” O conformismo leva a parte alguma? O futuro espera isso de nós? Há por aqui algum «assédio textual»?
Disse Jaime Gama na mesma ocasião que “há contradições criativas no retrato do país” que no caso de Rosado Fernandes, provam que nem Ele nem o País já somos tão rústicos quanto nos fazem crer.
Dir-se-á que uma tal opinião se subscreve sem dificuldade, desde que reconheçamos que somos cidadãos eleitores e sendo munícipes, habitantes de Reguengos ou do Alandroal, não podemos deixar de nos assumirmos pelo voto e em tomadas de posição face à governação e aos agentes políticos que, em proximidade directa, nos vão governando mal ou bem. Dizendo-se contudo invariavelmente «cativos» representantes das populações.
Conforme o demonstram, os casos «exemplares» de Valentim Loureiro e Fátima Felgueiras, bastante ilustrativos deste dualismo composto de excessos de poder e enviesados protagonismos.
Governar não será antes mediar e aceitar que se deve manter a confiança alargada dos governados, valorizando e debatendo as Opiniões contrárias? Na base do regime democrático e da sua evolução, é dispensável a participação da sociedade civil local para se poder ir mais além e superar o pequeno reino dos interesses partidários? Cada vez com menos espaço de intervenção social… como uma eminente personalidade “integrada no sistema” salientou e alertou recentemente.
3.Em termos objectivamente simples, elogiando ou criticando, não será decisivo e mais importante debater aquilo que ainda não está feito… do que gabar o que sendo prometido já foi realizado?
Os meandros, os pequenos jogos e a trama dos interesses partidários revertem sempre a favor do Bem comum? É essa a experiência que temos em Portugal? A não discussão destas condições, deixa de ser necessária e deixa de fazer sentido, só porque são incómodas para quem julga que governa sempre bem? A ideia de liberdade deve servir-nos para denunciar e esclarecer ou para (nos) acomodarmos a situações redutoras e decisões menos certas?
Vejamos as evidências.
4.É já opinião corrente, começa a ser notado e percebido por bastantes pessoas que, no Alandroal, se mantém a profusão de Sinais de Trânsito. E sentidos proibidos em demasia.
Assim como problemas de estacionamento criados a pedido, indevidos e até quando por resolver…
O “labirinto circulante” de curvas para entradas e saídas da Vila, veio para ficar? Sem que, entretanto, exista um conceito de Segurança e um Parque de estacionamento digno desse nome?
Sejamos positivos:custa assim tanto a uma gestão autárquica atenta e aberta, promover e aplicar um estudo acompanhado do competente plano de ordenamento do trânsito local. A colocação de sinais depende de simples visões e “palpites do momento?”
5.O Fórum Transfronteiriço
Um mês antes do Natal…quase às escuras. Mortiço. Intangível. Sem vida cultural. Será que, no essencial, apenas irá servir para uns debates Pré-eleitorais? E porque não há-de servir-nos com as portas abertas para diferentes debates Pós-eleitorais?
Então, precisamente neste mês de Dezembro, o Fórum não deveria ter, efectivamente, uma programação e Animação adequada à época natalícia? Especialmente dedicada às crianças do Concelho?
6.Quanto às já célebres e atrasadas (?) obras da Biblioteca Municipal, vêm servindo apenas para apagar memórias das sucessivas gerações de infantes que por lá passaram? O «dever do respeito» deixou de contar?
Alguém da parte da autarquia soube auscultar os sentimentos e ideias daqueles que ali fizeram a primeira e dita primária aprendizagem? A salvaguarda do espólio está garantida?... Os professores, excelentes formadores de pessoas, que por lá andaram uma vida ensinando, estão totalmente esquecidos? Algum de nós poderá esquecer o “sagrado espírito de missão” com que a Senhora Dona Antónia Cardoso formou e valorizou sucessivas levas de crianças, meninos e meninas desta terra?
A autarquia vai permanecer estranha ao significado do tempo e desatenta destes valores que tocam no mais fundo centro das nossas lembranças e no mais belo senso comum local?
7.Com a mão noutro assunto, o que há-de pensar-se actualmente da parte “Baixa da Vila”. Como havemos de expressar o que qualquer alandroalense vê e não pode deixar de sentir? Está bem iluminada? Tem ou não tem um número crescente de habitações na mais pura decadência?
Muros com enormes extensões caídas são um turístico cartão de visita que se mostre?... Como resolver em conjunto um tão simples problema? Há ou não, em suma, um desequilíbrio estrutural evidente que, aliás, se vem agravando entre as duas metades íntimas da mesma Vila?
Não existe da parte da autarquia Sensibilidade que lhe chegue para a necessidade urgente de estudar, convalidar e aplicar, digamos, um micro-plano adequado à (sua) recuperação?
8.Finalmente
Os custos da surpresa. Fica-se sem se perceber se a Rua Dr. M. V. Xavier Rodrigues vai ficar apenas uma rua marcada por duas mãos cheias de palmeiras e para quê tantas?
Ou se, quando as palmeiras crescerem até “marroquinas alturas”, a dita Rua, irá desaparecer dando lugar a um Palmar/Palmeiral onde antes havia uma ex-Rua que foi em tempos um padrão ambiental. Como foi também uma das referências culturais, com o Colégio e o Choupal.
Tratar-se-á, ao fim e ao cabo, de repor com palmeiras o azarado corte das laranjeiras que deixaram definitivamente Nua, a artéria e nobre caminho que leva à nossa magnifica Fonte?
Em síntese, o Alandroal precisará de algum pequeno Livro Verde para reconhecermos que a sua requalificação é um objectivo local cimeiro com o qual devemos estar todos de acordo?
Em todos os casos de reabilitação e projectos de futuro, podemos confiar que os mesmos serão encarados com mais Atenção histórica e não, com menor sensibilidade e falta de cuidado? Tendo, aliás, em conta o modo orientado, aberto e equilibrado como em passado menos longínquo, foram reconstruídos e recuperados traçados principais da nossa vila?
Podemos enfim sonhar com a criação de condições e realizações propícias de modo que a identidade do Alandroal possa apresentar-se e assumir-se como Vila Património, referência cultural, do Alentejo Transfronteiriço?
António Neves Berbém
Dez. I/VI

Foto:f.tata
Jornada fim-de-semana 01/02/03/2006
DIVISÃO DE HONRA
Alandroalense 1 – Portel 2
Monte Trigo0 – Borbense 1
Redondense 3 - Torre de Coelheiros 2
Calipolense 2 – Escouralense 0
União3 – Canaviais 0
Valenças 3 – Bencatelense 0
Oriola 3 – Estremoz 0.
1º DIVISÃO SÉRIE A
Brotense 5 – Giesteira 2
Alcaçovense 3 – Fazendas do Cortiço 1
Cabrela 1 – Aguiar 1
Bairro Santo António 1 – Santana do Campo 5
Arraiolense 3 - – Sporting de Viana 0
1ª DIVISÃO SÉRIE B
Perolivense 1 – Aldeense 0
Vera Cruz3 – São Manços 7
Arcoense2 – Corval 2
Amieira 1 – Rosário 0
Azarujense 0 – Santiago Maior 2.

Alandroalense 1 Portel 2

União 3 Canaviais 0
TEXTO E FOTOS - HUGO CALADO
Como todos sabemos, ou quase todos, pois cada vez menos pessoas se interessam pela sua historia, o 1º de Dezembro é o dia da Restauração, em que se comemora a independência de Portugal.
Foi em 1640 que os quarenta Conjurados, libertaram o país das mãos Espanholas, e aclamaram D. João IV como rei de Portugal.
Infelizmente é esta pequena/grande historia que quase ninguém sabe, e cada vez hão-de saber menos.
Vila Viçosa, é um dos símbolos deste dia, onde se devia comemorar o 1º de Dezembro. Mas pelo contrário este dia é como se fosse mais um feriado em que não se trabalha, e só se houve logo de manhã a banda a passar.
Foi o que aconteceu hoje, a banda saiu à rua para assinalar esta data, foi até ao Paço Ducal e em frente à estátua do Rei tocou o Hino da Restauração, e tal como mostram as fotos só a banda se deslocou, e eu, para tirar estas fotos, infelizmente isto é assim. Esperemos que nos próximos anos alguém se lembre de fazer mais algumas iniciativas. Se não, de que valeu os 40 Conjurados terem libertado Portugal dos Espanhóis.


Hugo Calado
9ª Jornada
Alandroalense 1 - Portel 2
O Alandroal a atacar o Portel a marcar...

J.S.A.

Escolha do campo

Perigo na área do Portel