outubro 31, 2006

CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Todos os dias oiça na:

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Despenalização do aborto
Domingos Cordeiro

Terça, 31 Outubro 2006
Encontra-se já no Tribunal Constitucional a proposta de referendo ao aborto que para ali foi enviada pelo Presidente da Republica para fiscalização preventiva da sua constitucionalidade.
Os juízes do Tribunal Constitucional têm agora 25 dias para emitir Acórdão, após o que o Presidente da Republica disporá de 20 dias para decidir se convoca ou não o referendo. O teor da pergunta agora enviada aos juízes do Tribunal Constitucional é precisamente igual à referendada em 1998 e é o seguinte: “Concorda com a despenalização voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento autorizado?”.
Apesar de o processo legislativo-constituicional estar ainda em curso o debate em torno do assunto está já lançado.
Os argumentos de quem está contra o referendo são, no essencial, os que foram aduzidos em 98.
Para uns, deveria ser o Parlamento a legislar.
Para outros, o que está em causa é o direito à vida.
Ainda para outros, o que se pretende, é a liberalização do aborto.
Respeitando uns e outros argumentos não posso, contudo, concordar com eles.
Se em 98 – bem ou mal – foi realizado um referendo sobre esta questão não faria agora sentido que se alterasse a lei no Parlamento.
Por princípio, sou favorável à ideia de que uma vez referendada certa matéria a mesma só deverá ser alterada por novo referendo.
Prefiro que as mulheres e os homens que, há 8 anos, ficando em casa, perderam a oportunidade de corrigir uma situação injusta, estejam agora disponíveis para ir votar, assim contribuindo para que o referendo possa ser vinculativo.
Decorridos que são 8 anos após aquele referendo, todos nós já percebemos que o que está em causa não são questões sobre a origem da vida, politicas ou religiosas.
O que está em causa é saber se queremos que as mulheres portuguesas continuem a ser julgadas por um crime de homicídio punível com pena de prisão até 3 anos.
O que está em causa é saber se queremos continuar a sujeitar estas mulheres ao vexame de serem constituídas arguidas, interrogadas e julgadas ou se queremos, em alternativa, que o artigo do Código Penal que hoje as pune seja simplesmente eliminado, tal como já o fizeram a larga maioria dos países europeus que, habitualmente, referimos como países de boas práticas.
E não se diga, no caso de o SIM vir a sair vencedor, como espero, que tal abre a porta à liberalização.
Não abre.
Só quem não está atento aos muitos testemunhos dados a conhecer por quem já viveu tal experiência pode pensar que uma mulher se decide a abortar por mero capricho ou leviandade.
Julgamos, pelo contrário, tratar-se de uma das decisões mais difíceis de tomar por quem já teve de passar por essa experiência.
É isto e só isto o que estará em causa no dia do referendo.

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A TERRA DO ENDOVELICO IV

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Introdução:

A Terra do Endovélico – O Deus dos Lusitanos – é um romance histórico escrito por José Galambas, e cuja acção se desenrola em locais do Concelho do Alandroal.
A obra com prefácio de Manuel Calado e ilustrações de Eunice Gomes, editado pela Zéfiro, ficciona uma história de amor vivida pelos nossos antepassados, sob as bênçãos do Deus Endovélico.
Depois de autorizado pelo Autor, o Alandro al propõe-se divulgar extractos da obra, dando especial atenção aos locais (do nosso Concelho), onde a mesma se desenrola.
Não só aos que fazem parte deste Concelho, mas a todos, aconselhamos vivamente a leitura de A TERRA DO ENDOVÉLICO – O DEUS DOS LUSITANOS.

- Arriscaram muito, muito mesmo em vir aqui! Há uma batalha prestes a acontecer. Homens de Negro circulam por estes campos e vales à volta das nossas aldeias.
Eles já acamparam bem perto do ribeiro lá ao fundo!
O Sacerdote apontou para um ponto no horizonte, mas apesar de toda a claridade da Grande Lua, eles não conseguiam ver nada.
- Mas digam-me? O que vieram aqui fazer?
Anaya conseguiu falar timidamente, tinha-se afastado dos braços de Cyrus quando o sacerdote apareceu de repente.
- Fizemos uma prece a Endovélico, para que nos protegesse, pois foi aqui que eu e Cyrus nos conhecemos e...
- Humm! E tu Cyrus, o que trouxeste para proteger a tua amada? – interrompeu Ryur.
Os dois coraram, ficando embaraçados, pois o sacerdote parecia ter facilmente descoberto o amor entre eles.
- Não trouxe nada, mas protegeria Anaya se alguém nos atacasse! Ninguém lhe poderia fazer mal algum! Não o permitiria.
- Muito bem! muito bem! Já que aqui estão e por isso mesmo, venham comigo! Mas agora em silêncio, já falamos muito aqui, neste local tão sagrado! Não vale nada perdermos o nosso tempo com palavras!
...........
...........
- Vamos sentir o silêncio, tentando fazer o mínimo barulho possível e esperar que o Deus Endovélico nos forneça os sinais e as indicações necessárias para aquilo que viemos aqui fazer.
E assim ficaram num profundo silêncio. Parecia que a Grande Lua, lá no céu, tinha levado consigo todos os sons da noite. Ryur ergueu, com ambas as mãos, o bordão aos céus e assim se deixou ficar.

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NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALENTEJO

Alto Alentejo nas bancas a 31 de Outubro

No dia 31 de Outubro vai chegar às bancas do distrito de Portalegre um novo semanário, intitulado Alto Alentejo. A publicação vai sair à quarta-feira, com 28 páginas, mas excepcionalmente o primeiro número estará nas bancas na terça-feira, devido ao feriado de 1 de Novembro.
O jornal pretende abranger os 15 municípios do distrito de Portalegre e, numa fase seguinte, os concelhos vizinhos de Vila Velha de Rodão, Mação, Sardoal, Abrantes, Mora, Estremoz, Borba e Vila Viçosa.
http://www.fabricadeconteudos.com/

Pousadas de Portugal com descontos de 50 por cento

Durante o mês de Novembro, as Pousadas de Portugal oferecem 50% de descontos nas estadas de duas ou mais noites, de domingo a sexta-feira, nas reservas efectuadas até 17 de Novembro.
“Abraçar o Outono” é o conselho das Pousadas de Portugal, que sugerem estadias inesquecíveis em ambientes únicos e paisagens de sonho, sem esquecer a qualidade gastronómica rica em diferentes sabores e aromas de cada região.
Do Norte de Portugal, passando pelas Beiras, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e alcançando o Algarve, são diversas as unidades aderentes a esta promoção que oferece a oportunidade de desfrutar de um descanso semanal com tons outonais a preços convidativos.
Informações e reservas em www.pousadas.pt ou pelo telefone 21 844 20 01.
http://www.opcaoturismo.com/

Fluviário: Mora vai receber 250 mil visitantes por ano

No âmbito na Conferência dedicada ao primeiro Fluviário da Europa, que decorreu na passada sexta-feira na Casa do Alentejo, em Lisboa, o presidente da Câmara Municipal daquele concelho, José Sinogas, afirmou que “o Fluviário de Mora é o maior projecto municipal em construção no Alentejo e vai gerar um fluxo de visitantes de cerca de 250 mil por ano, permitindo combater a desertificação e colocar Mora no mapa da Europa”.
http://www.cienciapt.net/

Alvito foi o cenário escolhido para o II Encontro Rota do Fresco

O Centro Cultural de Alvito foi o cenário escolhido para a realização, a partir de hoje e até quarta-feira, do II Encontro Rota do Fresco. Uma iniciativa que nesta edição pretende abordar a problemática do património arquitectónico como recurso do desenvolvimento sustentável.
Recorde-se que o projecto Rota do Fresco está associado à AMCAL-Associação de Municípios do Alentejo Central que inclui os concelhos de Alvito, Cuba, Portel, Viana do Alentejo e Vidigueira e não se resume apenas à componente turística, a investigação do património tem sido também uma vertente fundamental como afirmou, à Voz da Planície, João Paulo Trindade presidente da Câmara Municipal de Alvito e o anfitrião do II Encontro Rota do Fresco.
http://www.vozdaplanicie.pt/

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CINEMA DO PERRY

O Perry, foi o primeiro a trazer cinema ao Alandroal.
Contavam-me que a projecção se fazia na parede dos Casarões, e a assistência se aglomerava nos Arrequizes. No intervalo fazia-se uma “pequena quete” e cada um dava o que podia (se podia) para dentro de uma lata, que, ao cair da moeda, pelo som emitido o Perry descobria o valor da mesma, ou se era uma “pedrinha” ou um “botão”.
Em homenagem a mais esta “personalidade” que coabitou no Alandroal, o Alandro al criou uma rubrica à qual deu o seu nome.
A coberto da mesma, aqui lhe temos deixado fotos de grandes estrelas da sétima arte (de outros tempos, e recentemente actuais).
A partir de hoje vamos aqui deixar "cartazes" de grandes filmes de outros tempos, porque recordar é viver.

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NOTÍCIAS DO CLUB DE RUGBY DE JUROMENHA

O Clube de Rugby de Juromenha participou no passado dia 28 de Outubro, no II Torneo internacional de Veteranos Mainake-Costa del Sol, em Málaga,juntamente com a equipa local, South Iberian Barbarians Rugby, o Clube de Rugby Atlético Portuense, de Puerto de Santa Maria e a Académica de Coimbra.
O C.R.J. efectuou um grande torneio, tendo levado de vencida a mais experiente formação da Académica de Coimbra, no primeiro encontro do torneio, e que se veio a revelar como o mais bem disputado, por 7-0, através de um ensaio de Paco Del Arco, transformado por João Zuquete.
No encontro final venceu o C.R.Atlético de Portuense por 26-0, tendo conseguido 4 ensaios por Luís Bota Luz, Alexandre Carriço, João Prazeres e Reyes Longares, 3 deles transformados por João Zuquete.
Nos outros dois encontros o C.R.A.Portuense venceu a equipa local por 17-0, e a Académica venceu esta mesma equipa por 29-0.

Paulo Jaleco

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MUSEU FILATÉLICO DO ALANDRO AL

MUSEUS PORTUGUESES

Museu do Automóvel Antigo - Oeiras

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Austin Seven

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Citroen Torpedo

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Mercedez Bens

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Rochet Scheineder

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NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALANDROAL

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IV Fórum HdF – “Serviços de Saúde: Inovar para Sobreviver”

O IV Fórum Hospital do Futuro - “Serviços de Saúde: Inovar para Sobreviver”, um espaço de partilha de experiências de sucesso para debater a inovação na Saúde vai ter lugar na próxima quinta-feira, dia 2 de Novembro. Serão apresentados os projectos vencedores dos Prémios Hospital do Futuro 2005/2006 e vão ser abertas oficialmente as candidaturas para os Prémios Hospital do Futuro 2006/2007.
Os painéis em debate serão “Hospital do Futuro” (moderador: Prof. Dr. Rosado Pinto - Conselho de Administração do Hospital D. Estefânia), “A Tecnologia ao Serviço da Proximidade” (moderador: Dr. Mário Veloso - Serviço de Neurologia do Hospital Egas Moniz), “Inovar nos Serviços Tradicionais de Saúde” (moderador - Dr. Manuel Brito - Conselho de Administração do Hospital de São José) e “A Iniciativa Privada e dos Cidadãos” (moderadora: Drª Arminda Neves, Coordenadora Adjunta do CNEL).
O encontro contará com a presença de oradores das seguintes instituições e associações: Hospital do Barlavento Algarvio, Hospital Curry Cabral, Hospital Pediátrico de Coimbra, Hospital de Chaves, Centro de Saúde do Alandroal, Ministério da Saúde, Consórcio RTS, Câmara Municipal do Fundão, Hospital Distrital da Figueira da Foz, Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, Grupo de Rastreio e Intervenção da Surdez Infantil, Associação Dianova Portugal, Associação Nariz Vermelho, SinASE, Laborial, Soluções para Laboratórios SA, Bayer Portugal SA e Centro de Genética Clínica.
http://www.cienciahoje.pt/

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PÁGINA DE DESPORTO

Da responsabilidade das Organizações Desportivas de Montemor-o-Novo

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outubro 30, 2006

SABER DAR A VOLTA AO "TEXTO"

NOITE DO RÉPTIL
DIA 23 NOITE DO RÉPTIL NO ALDRABAR ATREVA-SE E APAREÇA!

Era a notícia publicada aqui no blogue no dia 23 de Outubro de 2004.

Mas…
Esta noite do réptil teve um desfecho que não era precisamente aquele que os organizadores pretendiam.
No entanto realizou-se.
Porque muitas vezes é preciso saber “dar a volta ao texto” e ridicularizar quem tem pretensões a”lixar” o próximo.
Porque não deixa de ter uma certa graça, e demonstra que a cabeça não serve só para usar o chapéu, e será mais uma história que os vindouros recordarão, aqui lhes conto a
história da noite do réptil:

Propunha-se o Marroquino que, contactou a Gerência deste estabelecimento de diversão nocturna, sito no Alandroal, fazer uma demonstração com as suas cobras e bichos afins, da exótica arte de “encantar” os répteis, fazendo-os sair, ondulando, do cesto onde habitavam, ao som das notas musicais do seu pífaro.
Acertado o cachet, procedeu-se à divulgação do espectáculo não só na localidade, como também nas terras limítrofes. Tanto assim que até neste modesto espaço se deu conta de tal acontecimento.
Só que, alguém, (há sempre alguém que tudo faz para lixar o próximo) por qualquer motivo, não ia à bola, com a gerência do “Aldrabar” resolveu alertar as autoridades, do “crime” que ali se iria cometer.
Vieram de Estremoz as autoridades competentes, dispostas a confiscarem os ditos répteis, entrados ilegalmente no País, assim como, dispostas a fazerem pagar caro a ousadia não só do artista como do proprietário do bar.
Mas, nestas coisas, aparece sempre um amigo, que resolveu pôr ao corrente a organização, do que as autoridades premeditavam.
O amigo Marroquino e os seus répteis, cavaram logo para bem longe do Alandroal, e nunca mais ninguém lhe pôs a vista em cima.
O pior é que muita gente veio de fora e com os habitues da casa a mesma esgotou. Misturados com a multidão lá andavam as referidas autoridades prontas a cumprir o seu dever, mal o “artista” iniciasse o espectáculo.
Aflito e sem saber como se havia de justificar perante os fregueses, ficou o nosso amigo proprietário do local. Desabafou para dois amigos, por acaso dois irmãos, a sua desdita. E, da mente destes, saiu a solução para o problema.
Luz difusa, turbante (por acaso uma toalha) na cabeça, um pífaro, um cesto, uma corda lá dentro, com a ponta desfiada, um fio de coco na extremidade que o outro irmão levou para o primeiro andar, as pessoas a uma certa distância, não fossem os “bicharocos” fazer das suas (cobras venenosas!) … e pronto. Uma pifarada, e a ondulante cobra (a corda) a ondular fora do cesto, erguendo-se pelos ares.
E …tudo acabou em bem. As autoridades aperceberam-se do logro, deram meia volta, maldizendo o delator. A assistência rindo a bandeiras despregadas, não sei se da ridicularização das zelosas autoridades, se do estratagema montado. O proprietário do bar dos lucros alcançados, e os pais da ideia da partida pregada e da “boleia” ofertada no consumo da noite a que merecidamente tiveram direito.

(Nota do autor: Talvez nem tudo fosse assim como o descrito, mas que o facto ocorreu lá isso ocorreu, e como diz o ditado: quem conta um conto, acrescenta um ponto.
Um abraço amigo para o Gilberto, e manos Clarés – Excelentes pessoas [por sinal])

Xico Manel




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ENDOVÉLICO E JAVALI

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Endovélico: Afinal o TGV passa ou não pelo Concelho do Alandroal?

Javali: Vê lá a imagem abaixo

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Endovélico: Ainda bem que não me estragam os “montes”. Ainda tenho poderes!

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Oiça diàriamente na:

http://www.dianafm.com/

Crónica Hélder Rebocho

Segunda, 30 Outubro 2006
O tema do aborto está novamente na agenda dos Portugueses.
Na passada semana o parlamento aprovou a realização de um referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez, até às primeiras dez semanas de gestação. A questão não é nova. Em 1998, a legalização do aborto já fora sujeita a referendo, contando, então com 70% de taxa de abstenção do eleitorado, razão pela qual, a vitória do “Não”, que então se verificou, não foi vinculativa.
Quando se volta a falar sobre o tema o fantasma da abstenção volta a assombrar o referendo, e por isso, há já muitas vozes que provocam o governo, no sentido de alterar a legislação relativa ao aborto no Parlamento, sem consulta popular.
O próprio Ministro António Costa veio recentemente propor a alteração legislativa na Assembleia da República, caso o referendo não venha a atingir 50% de votantes.
A polémica é salutar em democracia, significa que existe liberdade de opinião e todos sabemos que é do confronto de ideias que nascem as melhores decisões, por isso, encaro com naturalidade as posições e as teses que vão surgindo a favor e contra a despenalização do aborto.
O que me parece grave, porque representa um mau sintoma para a nossa democracia, é estarmos a discutir e equacionar cenários para o caso da abstenção se situar acima dos 50%, o que não será de estranhar se venha a verificar, tendo em conta o resultado do ultimo referendo sobre esta questão e os níveis de abstenção, cada vez mais elevados que vão caracterizando os actos eleitorais em Portugal.
Em tempos justificou-se a elevada taxa de abstenção com a falta de maturidade política dos Portugueses, consequência de uma democracia jovem. Hoje já não faz sentido esta justificação.
A democracia Portuguesa já é suficientemente madura, por isso só o desinteresse pela vida pública ou o descrédito nos governantes podem justificar os índices de abstenção que a cada acto eleitoral se vão consumando, quase sempre em crescendo.
É verdade que em democracia a liberdade de escolha e decisão passa também pela abstenção. Os Portugueses são livres de votar ou não, fundamental é, que tenham direito de voto, conforme determinado pela Constituição.
Se ainda posso conceber que em eleições para escolha de representantes alguns abstencionistas não se revejam em nenhum candidato ou ideologia política em sufrágio, já não compreendo a lógica da abstenção no referendo.
Esta forma de consulta popular é uma manifestação da democracia directa, em que os Portugueses podem decidir por si, sem a mediação dos representantes eleitos, como acontece na maioria das matérias, ou seja, não é o deputado que vai votar uma alteração legislativa, mas sim o cidadão.
Por outro lado, o referendo incide sobre questões de relevante interesse nacional, que a todos deveriam interessar. Por isso entendo que a abstenção, mais aqui do que em qualquer outro acto eleitoral, representa um acto de desprezo pelas elementares regras da cidadania e da democracia.
O efeito útil do referendo, ou seja a vinculação do legislador à decisão popular, só se obtém se o número de votantes for superior a 50% dos inscritos no recenseamento eleitoral, pois caso contrário não tem efeito vinculativo.
Se no próximo referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez a vitória voltar a pender para o lado da abstenção, esta forma de consulta popular fica vazia de sentido e permite à Assembleia da Republica legislar sobre esta matéria, como o faz em relação a qualquer outra.
Caso assim seja, perdem os adeptos do “sim” e os defensores do “não”, porque a decisão que for tomada por via legislativa, seja ela qual for, resultará sempre de uma maioria política e não de uma maioria social.
A questão do aborto, mais do que política tem uma natureza eminentemente social, os nossos governantes têm reconhecido este facto ao recorrerem ao referendo sempre que pensam legislar sobre esta matéria. No entanto, os Portugueses assumem hoje uma postura individualista na sua forma de estar na sociedade, interessando-se, apenas, por aquilo que acham lhes diz directamente respeito, o problema é que na vida em sociedade tudo diz respeito a todos e a cada um de nós e às vezes só nos lembramos disto quando a “desgraça” nos bate à porta.
Se fosse possível um referendo sobre aumentos de vencimentos, valor da carga fiscal ou benefícios sociais, tenho a certeza que a abstenção seria quase nula, como a lei não permite referendar estas matérias muitos Portugueses demitem-se do seu dever cívico, permitindo que outros decidam por eles quando poderiam ser eles próprios a decidir.
A memória às vezes é curta e não vai muito além da carteira de cada um, porque aqueles que hoje podem votar e não querem esquecem-se que há não muito tempo a grande maioria dos Portugueses queria votar e não podia. Este era um direito reservado apenas para alguns, que votavam sempre, às vezes mais de uma vez no mesmo acto eleitoral.
A democracia exige responsabilidade, confere direitos, mas também impõe deveres.
Para que em Portugal não se volte a afirmar que “ manda quem pode e obedece quem deve” seria importante que todos participassem activamente na vida política, pelo menos, quando para isso são convocados.
Uma decisão responsável quanto ao aborto só pode resultar do aborto da abstenção.

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POETAS POPULARES DO CONCELHO DO ALANDROAL

VERSOS

Maria desculpa, sim
Que eu já vou dar o fim
Com este pequeno verso,
Agora muito em latim
Tu ofendeste a mim
E eu é que desculpa peço.

Esse nome de Maria
Já o vi outro dia
No altar de Deus escrito,
Queria eu ter a regalia
De viver na companhia
Desse nome tão bonito.

Ó Maria, ó Maria
És para mim a luz do dia
Mas eu sei que me não ligas,
Mas eu tenho esta mania
Lá te vou pedir um dia
Desculpa destas cantigas.

Domingos Mendes Moreira

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NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALENTEJO

Ataque às sex shops

Muitas estão fora da lei. Mais de 600 artigos sexuais confiscados
Quase metade das sex-shops em Portugal está fora da lei. A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) efectuou, esta quinta-feira, uma mega operação de fiscalização a várias lojas em todo o país. Mais de 600 artigos eróticos foram aprendidos em 59 estabelecimentos. A maior parte das sex shops não tinha licença.
No total foram apreendidos 684 artigos sexuais no valor de 15 mil euros. A maior parte não tinha rotulagem em português ou não tinha o preço afixado. Ao todo a ASAE instaurou 29 processos de contra ordenação.
Na operação estiveram envolvidas 21 brigadas que inspeccionaram sobretudo lojas no Norte, Centro e Lisboa, sendo que as fiscalizações no Algarve e no Alentejo tiveram menos incidência.
http://www.portugaldiario.iol.pt/

Minas do Lousal receberam Presidente da República

O Presidente da República presidiu no Lousal (Grândola) à apresentação oficial dos projectos Ciência Viva e Museu Interactivo, integrados no programa de desenvolvimento e redinamização do complexo mineiro do Lousal (RELOUSAL). Um projecto que “criará oportunidades turísticas e de emprego” e que é o “aproveitar de um espaço que fechou, mas que continua vivo”, salientou Cavaco Silva. A ocasião serviu também para inaugurar uma exposição sobre modelos de minas do século XIX e a exposição de pintura do irmão do PR.
http://www.setubalnarede.pt/

Brigada Territorial da Guarda Nacional Republicana assinala aniversário em Elvas

A Brigada Territorial da Guarda Nacional Republicana, que abrange o Alentejo e Algarve, vai assinalar em Elvas esta terça-feira, 31 de Outubro, os 95 anos da GNR.
http://www.alentejopress.com/

Piranhas no Alentejo

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Fluviário de Mora vai mostrar espécies exóticas

Piranhas: o Alentejo vai tê-las!
Constituído por um conjunto de aquários e espaços envolventes, o Fluviário de Mora vai permitir observar as diferentes espécies de peixes, através de uma exposição de habitats naturais, aquáticos e terrestres, num percurso entre a nascente e a foz de um rio. Espécies exóticas de África e América do Sul também vão fazer parte da mostra. «É o maior projecto municipal em construção no Alentejo e vai gerar um fluxo de visitantes de cerca de 250 mil por ano, permitindo combater a desertificação e colocar Mora no mapa da Europa”.

Moura: Primeiro Ministro coloca primeira pedra de fábrica de painés solares

José Sócrates desloca-se esta segunda-feira a Moura para participar na cerimónia que assinala a construção da primeira fábrica de painéis solares do tecnopólo daquela cidade do Baixo Alentejo.
http://www.noticiasalentejo.pt/

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ALENTEJO HISTÓRICO

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DESPORTO EM MONTEMOR

Uma página desportiva a cargo das instituições desportivas de Montemor-o-Novo.

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NACIONAL DE JUNIORES: U.MONTEMOR VENCE JUVENTUDE POR 3-1

No Nacional de Juniores no derby distrital o U.Montemor venceu a equipa do Juventude de Évora por 3-1 no Municipal de Montemor. Num jogo dominado pela equipa montemorense o resultado peca por escasso, e pela boa exibição do guarda-redes eborense.
Quanto aos golos 1-0 num autogolo aos 44 minutos, na 2ªparte Marco restabeleceu a igualdade aos 46m, para aos 69 e 90, Cláudio e Kimilsom darem a vitória ao U.Montemor. Os resultados foram:

Sesimbra 1-Farense-3
Despertar 1-Cova Piedade-0
Atlético 6-Corroios-0
Barreirense 4-Luso-0
Olhanense 0-Quarteirense-1
U.MONTEMOR 3-J.ÉVORA-1

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RUGBY CLUBE DE MONTEMOR
Os séniores do Rugby Clube de Montemor jogaram no Algarve frente ao RC.Loulé na 2ªJornada do Torneio de Abertura e perderam por 30-19.

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FUTSAL: G.D.MONTEMOR PERDE PRIMEIROS PONTOS

JORNADA 5

Lagoa 2-2 Vit.Olivais
Torpedos 3-1 Castelo
G.D.Montemor 3-4 Praiense
V.Setúbal 5-1 Sapalense
Independentes 7-5 Pantufas
Porto Santo 2-6 Univ.Algarve
Almodovarense 3-4 Sonâmbulos

CLASSIFICAÇÃO:

1ºINDEPENDENTES-13
2ºMONTEMOR-12
3ºV.SETUBAL E U.ALGARVE-10

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Uma deferência da:

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As taxas moderadoras
José Faustino

O Governo, através do orçamento de Estado para o próximo ano, prepara-se para aplicar taxas moderadoras a internamentos hospitalares e intervenções cirúrgicas no âmbito do Serviço Nacional de Saúde. O conceito de taxa moderadora tem, como o próprio nome indica, a intenção de causar alguma moderação aos utentes na utilização de diversos serviços. Se é compreensível a sua aplicação, por exemplo, às consultas médicas, já não faz qualquer sentido aplica-la aos internamentos e operações.
Se me doer a cabeça e pensar em ir ao médico, ao ser confrontado com o pagamento de uma taxa moderadora talvez pense melhor e não vá, dando a possibilidade de acesso a outra pessoa com uma situação mais grave.
Acontece que o internamento num hospital não depende da vontade própria do doente mas sim da prescrição do médico e o mesmo se aplica para as operações, por isso, não se compreende, nestes casos, a aplicação de uma taxa moderadora.
Não convêm iludir o problema, na realidade o que o Governo pretende é criar mais uma fonte de receitas para financiar o paupérrimo Serviço Nacional de Saúde e não moderar coisa alguma.
Percebo e compreendo que o Estado tenha necessidade de criar novas formas de financiamento, mas na minha opinião, neste como noutros casos – infelizmente, demasiados – meteu-se pelo caminho inverso.
Desde logo, é necessário dizer a verdade e às taxas que venha a aplicar chame-se-lhe tudo menos moderadoras.
Depois, discordo do conceito de igualdade para todos os cidadãos perante o Serviço Nacional de Saúde, isto pela simples razão de que os cidadãos não são iguais, uns têm maiores rendimentos do que outros e por isso devem pagar de forma diferenciada, em função da sua capacidade económica.
Também discordo que o Serviço de Saúde seja gratuito para todos, só deve ser gratuito para quem, na realidade, não o possa pagar.
Na minha opinião, deviam existir três tipos de utentes do Serviço Nacional de Saúde: os que tendo um rendimento inferior ao ordenado mínimo nacional deviam estar isentos de qualquer pagamento; os de rendimento médio que pagariam uma taxa abaixo do custo, beneficiando de um desconto; os de rendimento elevado que pagariam uma taxa de igual valor ao custo de cada acto.
Este regime aplicar-se-ia em todos os actos médicos que não necessitassem de internamento, nomeadamente, consultas e exames. A partir do internamento hospitalar, todos os utentes beneficiariam gratuitamente dos serviços, aplicando-se o mesmo princípio às doenças crónicas de elevado custo.
Qualquer pessoa da classe média pode pagar anualmente, com maior ou menor dificuldade, meia dúzia de consultas e mais alguns exames a um preço intermédio entre o custo real e a taxa que hoje paga. O que já não pode pagar, na maior parte das vezes, é o custo de um prolongado internamento, intervenções cirúrgicas ou o tratamento de doenças prolongadas.
Se houvesse coragem para criar um sistema destes em que não haveria taxa moderadora mas, pura e simplesmente, taxa de utilização nos actos e para os utentes que pudessem pagar, estou certo de que o Estado recolheria muito mais receitas e teríamos um sistema muito mais justo e economicamente viável.
É que nem sempre a igualdade generalizada é a melhor solução, na maior parte das vezes é necessário desigualar para igualar.

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COLABORAÇÃO

De:

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Entrámos no defeso!

O 1 de Novembro é conhecido como o encerramento oficial da temporada, sendo esta fase que se segue conhecida pelo "Defeso".
As actuações do Grupo de Montemor em 2006 chegaram ao fim, mas, nem por isso a nossa página vai deixar de ter novidades e motivos de interesse.Iremos acompanhar o grupo e os seus elementos no defeso e dar-lhe em primeira mão todas as notícias. Serão também apresentados artigos de opinião, reportagens e outros que de certeza que não vai querer perder!

Os Números da Temporada - Parte I

Nos números da temporada – Parte I, vamos conhecer quem foram os cavaleiros e os grupos de forcados que mais vezes partilharam a arena com o Grupo de Montemor.

Os Números da Temporada - Parte II

O artigo "Os números da temporada – parte II ", é dedicado ao toiro. Vamos conhecer o número de toiros pegados, as respectivas ganadarias e outras curiosidades.

A Época de 2006 - por João Freixo

O antigo elemento João Freixo resumiu a época 2006. Saiba quais foram os momentos marcantes em mais uma temporada para recordar.

De :

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outubro 29, 2006

COMENTÁRIOS EM PÉ DE PÁGINA - RUBRICA DE ANTÓNIO BERBEM

Há que fazer pela nossa parte com que o Alandroal, seja a melhor terra do mundo, mas para isso é preciso mexer nas coisas, mexer com as pessoas e ter à mão de semear os melhores. E aqueles que a AMAM!

Costumes e traços psicológicos. Observação das gentes e dos seus hábitos, curiosidades e exercícios da mais pura nostalgia, reconheçamos que de Terena até Juromenha e da Mina ao Alandroal existem memórias, diversos materiais e fontes históricas com inegável valor documental. E temos de aceitar que, pelo facto de sermos destas paragens alentejanas, devemos manter-nos atentos tanto à sua importância cívica e cultural como afectiva… em aberto exercício da cidadania. Sem o uso de disfarces que escondem mal, insensibilidades e incompetências várias.
E tudo o resto que numa lógica centralista e restritiva do exercício da “autoritas” não se vai sabendo nem vendo.
Confessemos também uma outra verdade: muitas vezes, pensa-se melhor nestas coisas quando estamos em grupo(s) conversando e só assim, Avivando memórias, sentimos o que é estar continuamente regressando, continuamente em comunicação. Continuamente presentes… entre as nossas gentes.
Quantos de nós, alandroalenses nascentes, não gostamos cada vez mais do riso, da graça e de aprofundar um certo Fascínio pela vida culturalmente diversa desta VILA? E quem, de entre os “marroquinos”, não se pôs já à conversa para recordar com prazer: a(s) Taberna(s) do Lica, com direito a bebedeiras «personalizadas»; as Mercearias com “avio e folha individualizada”; as carpintarias, mestres Zé e as tertúlias em barbearias com a bola/ luzidias barbas uma vez à semana.
E que mais? E que mais há para contar?...
A arte de Conversar e Contar foi sempre, aliás, um dos mais belos ofícios que aqui cultivámos por todas as Arcas da Fonte, certamente também existentes um pouco por todo o Concelho. Nisto, parece-nos mesmo que conversando “Choupal abaixo” foi concerteza um modo de nos prepararmos, antecipadamente, para a discussão, ensaio e uso de irreverentes liberdades que ainda não existiam até aos inícios dos Anos 7O.
Fomos amigos, fomos cúmplices desde meninos em trocas de leituras e artes da conversação que já David Hume considerava o alicerce de uma sociedade civilizada e Adam Smith ou mais recentemente Karl Popper haveriam de colocar no centro e como marca distintiva das tradições ocidentais da Sociedade Aberta. Na senda do papel superiormente desempenhado pela Atenas comercial e marítima dos tempos de Sócrates… O grego, claro está.

SEM MEDO

Conversar livremente tudo e sem hipóteses de ter medo é, sem dúvida, UMA FORMA de CULTURA, um caminho essencial que requer sensibilidade, uma certa arte e apenas participativa disposição para o diálogo. Ou seja, é uma das melhores maneiras de o passado se tornar Presente e orientador do futuro. Aqui em Landroal, herdeiros que somos de Pêro Rodrigues e D.L. Sequeira. Uma evidência e um património que se torna urgente ser trabalhado e lembrado.
O desafio é passar um pouco de tudo isto à prática e perceber como é que, nesta terra, vamos tornar visível e amplamente divulgada, a galeria notável de Personagens, Lugares do Alandroal e prazeres do Concelho até ao dia em que houver, de facto, alguma e mínima concretização.
Por onde começar? E que tal, Autarquia e vereação, centrar uma primeira ideia e acção na edição em suportes actuais e em Livro, por exemplo, com Entradas de Uma Página dedicadas às Figuras que se inscrevem e integram a TOPONÍMIA do Alandroal e do Concelho? Confirmem e verão que a coisa sairá sempre mais baratinha do que conservar sal em cubas, presumindo que os “impostos” locais nunca pagam nada.
Que tal, se o plural dos responsáveis pela Concelhia vereação da cultura, tivessem já em 2OO7, a ideia de Animar/promover/debater/distribuir, por ocasião das Festas Locais, o que acima foi indicado?
O Alandroal tem na sua toponímia nomes importantes e célebres. E Terena não os terá também? Juromenha começa ou não, pelas razões que se facilmente se adivinham, a precisar de cuidar da sua Imagem histórica? A Mina e as Hortinhas não têm memória? Santiago Maior poderá ficar de fora?...
Porque é que não se faz? E do que estão, afinal, à espera Aqueles que, uma vez eleitos, metem no bolso de trás… as promessas que, às vezes, migrantes sem paixão, nem verdadeiro compromisso com a terra que somos e sem se aperceberem por Aqui de mais nada …fizeram. E assim, vão continuando, de betão em betão, sem terem um espelho criativo e responsável por perto e à mão de semear?

António Neves Berbém

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O UNIÃO - J.S.A. EM FOTOS

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O aquecimento

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A adaptação à relva

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Vamos formar

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A saudação

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As instruções do Treinador

fotos F.T.

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FUTEBOL DISTRITAL

RESULTADOS DA 5ª JORNADA

DIVISÃO DE HONRA

Com a derrota do Alandroalense, e da Torre de Coelheiros a liderança é agora do Calipolense e União.

Calipolense 1 Redondense 0
União 2 - Alandroalense -0
Valenças 3 - Portel - 1
Oriola 1 – Torre de Coelheiros -0
Borbense 2 - Escouralense - 0
Estremoz 0 - Canaviais - 0
Monte Trigo 2 - Bencatelense - 0

1ª DIVISÃO SÉRIE A

Jornada marcada pela negativa com agressão ao árbitro

Cabrela 2 – Brotense - 1
Santo António – Giesteira – Jogo que não chegou ao fim devido a agressão ao árbitro, quando o resultado estava em 0 - 1
Santana do Campo 2 – Fazendas do Cortiço - 0
Alcaçovense 2 – Arraiolense – 1
Luso Morense 2 – Sporting Viana – 2

1ª DIVISÃO SÉRIE B

Rosário averba primeira vitória

Amieira 4 – Arcoense – 2
Azarujense 2 – Vera Cruz – 2
Perolivense 0 – São Mancos – 1
São Romão 1 – Corval – 0
Aldeense 2 – Rosário – 3

O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:

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outubro 27, 2006

NOTÍCIAS C.M.A.

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Jogadores de Xito

Jogos de outros tempos nos dias de hoje
IV TORNEIO DE XITO DE CABEÇA DE CARNEIRO


A Câmara Municipal de Alandroal vai promover no próximo domingo, dia 29 de Outubro, o IV Torneio de Xito, a realizar na Aldeia de Cabeça de Carneiro, Freguesia de Santiago Maior.
Este jogo, que outrora era jogado sobretudo nas tabernas, tem a particularidade de ser jogado com uma moeda que circulou há mais de um século no nosso país, o chamado “vintém”. O Xito é jogado sobre uma “lage de xisto”, a uma distância aproximada de 2,5 metros do local donde cada jogador arremessa o vintém.
Através destas iniciativas, a autarquia local, em conjunto com as Juntas de Freguesia e as Associações Desportivas do concelho do Alandroal, pretende recuperar, preservar e divulgar um dos jogos tradicionais mais praticados há umas décadas atrás, actualmente muito pouco jogado em todo o país, mas que no concelho mantém uma forte tradição.
Da responsabilidade do Município de Alandroal, esta iniciativa tem o apoio das Juntas de Freguesia de Ferreira de Capelins e Santiago Maior, e do Centro Cultural e Desportivo de Cabeça de Carneiro.
Gabinete de Imprensa - CM Alandroal
gab.imprensa@cm-alandroal.pt

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CINE CLUBE DOMINGOS MARIA PEÇAS

DALIA NEGRA

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Na Los Angeles dos anos 40, dois policiais - Bucky Bleichert (Josh Hartnett) e Lee Blanchard (Aaron Eckhart) - investigam o assassinato da aspirante a atriz Elizabeth Short (Mia Kirshner). Bucky logo percebe que sua namorada tinha laços inexplicados com a garota assassinada. Mal sabe ele que o crime pode estar ligado a uma rede de corrupção dentro da própria polícia.

Direção: Brian De Palma
Com : Josh Hartnett Scarlett Johansson Hilary Swank Aaron Eckhart Mia Kirshner William Finley John Kavanagh

Veja : http://www.theblackdahliamovie.net/

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA DIANA/FM

Colaboração da:
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Crónica de 27/10/2006
António Leitão

Sexta, 27 Outubro 2006
Chama-se arco reflexo à unidade funcional básica do Sistema Nervoso. É um circuito muito simples, que começa na recepção de um estímulo sensitivo e passa directamente à activação de um estímulo motor, como acontece por exemplo quando pomos a mão em qualquer coisa muito quente e a retiramos rapidamente, mesmo antes de ter consciência de um perigo e vontade de fugir dele. Sensação – acção, é assim que começa todo o comportamento. Ao longo da evolução do animal a que agora chamamos homem, o processo foi-se complicando com o desenvolvimento do sistema nervoso central, em especial do cérebro, para interromper o arco reflexo, para que um estímulo sensitivo não tenha que produzir uma reacção imediata. Ou seja, para que uma pessoa possa ter uma ampla variedade de reacções e comportamentos, imediatos ou diferidos no tempo, por vezes muito complexos e bem planeados. Tornou-se possível sorrir em vez de rir às gargalhadas, olhar sem ter que mexer, odiar sem agredir, introduzir a ironia numa discussão, esperar a melhor oportunidade, adiar um prazer para poder ter outro maior mais tarde.
O cérebro foi crescendo e neste momento tem biliões de células, das quais as principais se chamam neurónios, ligados entre si por triliões de contactos. Apercebemo-nos que estudar o cérebro é tão infinito como olhar para o céu numa noite escura, sem lua nem nuvens. E, no entanto, tanta complexidade ainda não impede que o mais difícil de tudo seja tomar a decisão certa no momento certo. Tudo o que é humano inevitavelmente se complica.
Onde quero eu chegar? Primeiro, à constatação de que, para tomar a decisão mais lógica, há que ultrapassar muitas dificuldades, em especial quando se trata de um processo colectivo, em que várias pessoas partilham toda uma sequência de recolha de informação (evidência), raciocínio e discussão até chegar à decisão entre várias alternativas. Há inúmeras falhas possíveis, tipicamente humanas e muito frequentes:
A procura selectiva, tendenciosa, de evidência,
A inércia ou suspensão prematura da procura de evidência,
As limitações experienciais (incapacidade para olhar além da nossa própria experiência pessoal), por preconceitos ou simplificações abusivas,
O enviesamento tendencioso (quando distorcemos as memórias para tornar as nossas escolhas mais atraentes ou de acordo com os nossos desejos),
O recentismo e o repetitismo (dar mais atenção aos factos mais recentes ou mais repetidos, eventualmente até à náusea),
A ancoragem numa primeira escolha, por acharmos que uma pessoa coerente não deve mudar de opinião,
O pensamento de grupo ou de acordo com as expectativas que o grupo tem em relação a nós,
A assimetria na atribuição do nosso sucesso ao mérito e do sucesso dos outros à sorte,
As falácias lógicas, tais como a de criar uma posição fácil de refutar e depois atribuir essa posição ao oponente (ou citá-lo fora do contexto)
As questões compostas de resposta sim ou não (com mais do que um aspecto, motivando respostas contraditórias para cada um desses aspectos).
Há sempre uma crise na decisão, angustiante porque decidir é cortar, por qualquer razão ser forçado a optar por uma única hipótese entre 2 ou várias alternativas. Pode ser a escolha entre o sim e o não num referendo como o da despenalização do aborto. Vejamos:
Deve uma mulher que abortou ser levada a tribunal e sujeita a punição com uma pena criminal? Se a pergunta fosse assim, creio que uma grande maioria diria que não, eu incluído. Mas parece que a pergunta vai ter uma outra forma, do género: tem uma mulher o direito de se apresentar num estabelecimento de saúde devidamente autorizado para lhe ser feito um aborto apenas porque é essa a sua vontade? – isto já me incomoda a ponto de votar contra.
Primeiro, porque já temos em Portugal uma lei em que todas as razões para abortar estão contempladas, só não está o aborto sem ter que se apresentar qualquer razão, pela simples e exclusiva vontade da mulher em questão.
Depois, porque um médico não deve praticar actos exclusivamente técnicos, cegos, desligados da sua compreensão do caso e da sua concordância; os médicos têm o dever de defender a vida, relacionam-se com os seus doentes de uma forma mais profunda, em que as 2 partes concordam; por outro lado, quem está ou corre o risco de estar doente? neste caso, ninguém; daí que quase todos os médicos do Sistema Nacional de Saúde sejam objectores de consciência.
Finalmente, porque num país onde tudo se paga cada vez mais, o Governo prepara-se para agora oferecer abortos gratuitos, como se o povo português que representa se desejasse extinguir. Quer se queira quer não, tudo o que é subsidiado é estimulado. Quem pode concordar que o aborto, um acto talvez necessário mas horrível, seja estimulado, sabendo-se que não está a ser feito o mesmo esforço na contracepção ou no tratamento de doenças importantes?
Em resumo, eu acredito que se corre o grande risco de a prática livre de abortos continuar a ser penalizada. Será talvez essa a decisão colectiva. Errada? Talvez, mas tudo nesta vida é imperfeito, incluindo a forma como uma mulher se deixa engravidar (sim, porque algures no engravidar há uma decisão ou falta dela).
A coisa mais difícil que existe neste mundo é o auto-governo, da vida de uma pessoa ou de uma comunidade. Estamos todos convocados para melhorar a nossa governação.

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OS COMPADRES

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Cartoons, Caricatures, Comic Strips & much more!

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REGRESSO AO PASSADO

Pequenos contos que nos transportam no tempo e nos deixam um sorriso nos lábios.
Histórias que se voltam a publicar no Blog Alandro al

PELA BOCA MORRE O PEIXE

O que faltava em beleza à RAMELOSA sobrava-lhe em fogosidade e espírito de aventura. Não a dotou a natureza de traços de beleza por aí além, principalmente nos olhos de marrã morta, daí a alcunha porque era conhecida, mas em contrapartida, dotou-a de um corpo escultural, principalmente no que tocava ao avantajado busto. Não admira portanto, que desde logo se tornasse o alvo preferido da juventude da Aldeia das Gambôas, e como a cabeça também não ajudava muito a RAMELOSA depressa se viu despojada da sua virgindade. Era até muito comentada a frase que se lhe atribuía, quando instada para práticas menos dignas: “Está bem... eu vou... faz bem... mas não me emprenhes”..
Mas nunca aos pais da dita passou pela cabeça que a filha tinha tão pouco juízo e que praticamente dia sim, dia sim, era presa fácil de qualquer matulão da aldeia.
Um dia calhou a vez ao MEIA LECA, e à falta de melhor lugar... foi mesmo no quintal da RAMELOSA.
Azar... foram apanhados pelo pai da “vítima” que de imediato exigiu a reparação de tal afronta, só remediada com o casamento.
Quem não estava pelos ajustes era não só o MEIA LECA como também a família do mesmo, dado que sabiam as linhas com que a RAMELOSA se cozia.
Na falta de um acordo de cavalheiros a coisa teve que ir mesmo para tribunal.
Quando da audiência, e com a sala apinhada de curiosos, sedentos de saber como iriam correr as coisas, na altura em que estava a ser indagado pelo Meritíssimo como se tinham processado os factos, o mesmo perguntou ao MEIA LECA: Então conte lá... você apanhou-a no quintal, não resistiu e violou a moça? Conte lá como foi... responde o MEIA LECA... mas Senhor Doutor Juiz ela é que me desafiou... ela até já ia quase nua... Mentira... dizia a RAMELOSA ele é que me obrigou, eu não queria... Bem tenham lá calma... você despiu-a e tirou-lhe as calcinhas... não?
EU SEI LÁ SENHOR DOUTOR.... EU JÁ ESTAVA DE TAL MANEIRA QUE PARECE-ME QUE FOI TUDO À FRENTE... NEM ME LEMBRO CÁ DAS CALÇAS!!!
A raiva da Ramelosa era tal... que não deu tempo a mais nada... levanta-se e... MENTIROSO... EU NEM LEVAVA CALÇAS... QUANDO SALTEI A JANELA JÁ AS TINHA DEIXADO NA BANQUINHA DE CABECEIRA.....

Xico Manel


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outubro 26, 2006

ENTREVISTA

A PAULO PIRES - TREINADOR DO J.S.A.

Após ter sido jogador/treinador adjunto, influente na última época pelo J.S.A., Paulo Pires, natural da freguesia da Terrugem, concelho de Elvas e apenas com 34 anos de idade, aceitou o desafio de passar a ser o Treinador principal da Equipa Alandroalense.
Em boa hora o fez, pois em quatro jogos realizados ainda não conheceu o amargo da derrota, e consegue manter a equipa no lugar cimeiro.
Apenas com 34 anos de idade, é por certo o Treinador mais jovem dos nossos Distritais, e talvez um dos mais jovem de todos os Treinadores Portugueses.
A continuar nesta senda de êxitos não é difícil augurar-lhe um futuro promissório neste mister.
O Alandro al assim o deseja.
Em vésperas de um confronto de grande responsabilidade, jogo fora com um dos principais candidatos à subida, o Montemor, solicitamos uma entrevista a Paulo Pires, que amavelmente nos respondeu de imediato.

P. – Quando aceitou treinar o Alandroalense, por certo definiu uma meta. Esperava a esta altura do Campeonato alcançar a liderança, e ser a sua Equipa apontada como uma das candidatas à subida?

P.P.- De facto , temos metas bem definidas e uma delas é a de estarmos bem classificados logo nas primeiras jornadas . Quanto à subida de divisão não somos efectivamente candidatos mas, obviamente, queremos ganhar todos os jogos possíveis.

P. – Além dos jogadores, que transitaram da época passada, e que boas provas deram, novas contratações foram efectuadas. O J.S.A. Possui bons jogadores, que pela primeira vez envergam a camisola deste Clube. A quem se devem as contratações? Foi o Paulo Pires que os "achou" e recomendou?

P.P. Alguns novos jogadores desta época foram ainda convidados pelo anterior treinador - o Juanito - outros foram já contratados pela nova equipa técnica, todos eles jovens de grande valor humano e futebolístico.

P. – O Campeonato ainda agora vai no começo. Quais são as Equipas que na sua opinião poderão vir a ser consideradas candidatas à conquista do titulo? Que jogos perspectiva mais difíceis? Quem acha que na próxima época está nos Nacionais?

P.P. Na minha opinião e como antevejo esta época mais competitiva e mais equilibrada é difícil apontar candidatos à conquista do titulo, no entanto através de uma análise das prestações anteriores arriscaria a apontar nomes como o Alandroal, o Montemor, o Calipolense, o Monte Trigo, o Oriola ou o Escoural, não querendo menosprezar as restantes equipas da competição, pelas quais tenho o máximo respeito e até porque só ainda estamos com 4 jornadas disputadas. Ainda faltam 22 jornadas, onde estão em causa 66 pontos.

P. – Não lhe vou perguntar se o Alandroalense é candidato, pois sei que tem por lema todos os jogos são para ganhar… mas na sua opinião o Alandroal (vila), e o Alandroalense (clube) têm estruturas para uma terceira divisão?

P.P.- No caso da nossa equipa ficar em 1.º lugar no campeonato, não compete à equipa técnica decidir se o clube ascende ou não ao escalão dos nacionais, mas neste momento e na minha opinião o clube não está dotado de infra estruturas suficientes para responder às exigências a que o facto exige , embora tenha já conhecimento da existência de um projecto nesse sentido, por parte da Câmara Municipal do Alandroal, o que , a realizar-se, será uma mais valia para o clube.

P.- Em termos de apoio que os adeptos prestam à Equipa, e a maneira de estar presente nos jogos, diga-nos o que acha da massa associativa do Alandroal?

P.P. - Em relação ao apoio da massa associativa, este ano parece-me que estão mais presentes nos jogos e fazem-no sentir quando se manifestam, em particular nos festejos dos golos; No Alandroal existe uma grande mística em redor da equipa, isso arrasta não só Alandroalenses mas também amigos e familiares dos jogadores que residem fora deste Concelho.

P. – E no que diz respeito à Direcção, e às condições de trabalho?

P.P.- Em relação aos directores que , basicamente, são os mesmos nas já quatro épocas em que integro a equipa, apenas posso dizer que são "grandes" seres humanos que tudo fazem para que nada falhe e para que nos sintamos membros de uma família forte e unida; No que respeita às condições de trabalho, estamos algo limitados, pois como disse há pouco as condições físicas não são as melhores, mas dentro das existentes temos toda a liberdade de acção.

P.- Em relação ao plantel, gostaria de realçar alguma coisa?

P.P – Quero acrescentar que, em 16 anos de experiência de futebol sénior, poucas foram as vezes em que encontrei um grupo tão unido e munido de grandes valores dentro e fora do campo e com uma média de idades de 24 anos. É, sem dúvida, uma grande equipa que muito me orgulho de treinar, seja qual for o resultado no desfecho do campeonato.

P.- E sobre a equipa técnica, quem é o seu braço direito?

P.P.- Quando aceitei o convite para treinar só o fiz após ter falado com o Litos (jogador/treinador-adjunto) . Sendo ele um amigo de longa data e uma pessoa de confiança, é com ele que conto inteiramente e não prescindo da sua colaboração, devendo-se também a ele todo o êxito que a equipa possa vir a alcançar. Expresso aqui desde já o meu agradecimento pela grande dedicação que manifesta à equipa; Quero também realçar o bom trabalho efectuado pelo responsável do posto médico, o Sr. Matuto, pessoa de grande valor e com inteira dedicação para que nada falte à equipa.

P.- Já agora trace-nos um balanço do Campeonato Distrital, não só a nível competitivo mas também a métodos organizativos, mormente no capítulo da arbitragem, e como não… também a nível Nacional.

P.P -Não é fácil fazer balanços quando o campeonato ainda agora começou, no entanto, tudo indica que será um campeonato bastante competitivo. Creio que houve muitos e válidos reforços a ingressarem nas equipas da divisão de honra, o que é bastante positivo para este distrital, que está a " entrar em forma". Quanto à organização julgo haver também uma melhoria na qualidade do trabalho da associação, embora na minha opinião e no que respeita ao capítulo dos cartões amarelos, devessem seguir outros exemplos, pois as equipas já têm dificuldades em ter um número de jogadores disponíveis aquando dos jogos, uma vez que alguns trabalham por turnos e nem sempre têm disponibilidade, somando os que estão lesionados e mais os castigados por acumulação dos tais três amarelos, tudo isto torna as equipas pouco estáveis e por vezes com desempenho irregular. No que diz respeito à arbitragem, penso que acima de tudo o problema vem da falta de bons exemplos logo no escalão principal da super liga e que depois se reflecte e contamina todos os níveis do futebol. Julgo que a aposta na formação na área, quer inicial quer continua, contribuiria para uma melhor ia substancial da prestação da equipa de arbitragem. Tal como em todas as áreas também na arbitragem se torna cada vez mais importante reciclar e actualizar os conhecimentos. Com isto não digo que os erros de arbitragem irão deixar de fazer parte do mundo do futebol, pois tal como um jogador falha um passe ou um remate também o arbitro ajuíza erradamente alguns lances que por vezes podem ser decisivos nos resultados finais dos jogos, mas acredito que será possível melhorar, no geral, o desempenho dos nossos árbitros sensibilizando-os com os bons exemplos, que felizmente, todos conhecemos; É a minha humilde opinião.


E aqui deixamos o que o treinador da nossa equipa, nos tem a dizer, esperamos com esta entrevista termos contribuído para um melhor esclarecimento do que se passa nos meandros da equipa mais representativa do nosso concelho. Agradecemos ao Mister Paulo Pires o tempo que se dignou dispensar-nos, e desejamos-lhe as melhores felicidades na sua carreira de treinador.
O blogue Alandro al estará sempre à disposição de todos aqueles que queiram contribuir para um Alandroal, e o seu Concelho, mais dinâmico, e mais representativo de tudo o que é digno de realce, como é o caso.

Xico Manel

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PÁGINA DESPORTIVA

FUTEBOL DISTRITAL

Jogos programados para o fim-de-semana de 28/29/10/06

DIVISÃO DE HONRA

29/10/06 – 15 horas

Calipolense - Redondense ( Arbitro: Bruno Piçarra)
União - Alandroalense - Paulo Forca
Valenças - Portel - João Letras
Oriola – Torre de Coelheiros - Nelson Dias
Borbense - Escouralense - Hugo Quintino
Estremoz - Canaviais - Aníbal Martins
Monte Trigo - Bencatelense - Jorge Canetas

1ª DIVISÃO SÉRIE A

28/10/06 – 15 horas

Cabrela – Brotense - Victor Rêgo
Santo António – Giesteira – David Bruno
Santana do Campo – Fazendas do Cortiço – Fernando Oliveira

29 /10/06

Alcaçovense – Arraiolense – José Rosado
Luso Morense – Sporting Viana – Mário Belmonte

1ª DIVISÃO SÉRIE B

29/10/06

Amieira – Arcoense – Carlos Rodrigues
Azarujense – Vera Cruz – Ricardo Monteiro
Perolivense – São Mancos – Sérgio Padeiro
São Romão – Corval – Joaquim Rabasqueira
Aldeense – Rosário – Álvaro Perico.

DISTRITAL DE JUVENIS

28/10/06 – 15 horas

Terena – Canaviais
Lisboa e Évora – Atlético
Rio de Moinhos – São Pedrense
Lusitano – Borbense
Viana – Estrela
Portel – União.
(na jornada anterior: Atlético 6 – Terena 0)

DISTRITAL DE INFANTIS – FUTEBOL DE 7

28/10/06

Redondense – Lusitano – 09.30
Alandroalense – Atlético – 10.30
Canaviais – Borbense – 10.30
Estremoz – Lisboa e Évora – 09.30
(na jornada anterior Lusitano 15 Alandroalense1)

DISCIPLINA

Alandroalense: Luís Dias: repreensão por escrito; Rui Brito: advertência.
Santiago Maior: Joaquim Conceição 2 jogos de suspensão; Carlos Alfaiate,Paulo Facão, Daniel Padilha, Moisés Ramalho e José Bexiga: advertência.
Rosário: Bruno Barreiros: 1 jogo de suspensão; Joaquim Pandeiro, Pedro Ribeiro, António Mira, Carlos Seabra, Bruno Carvalho e Hugo Rocha: advertência.
Terena ( Juvenis) : André Romeiro: 1 jogo de suspensão; Victor Perdigão e Fábio Tavares: advertência.

O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:

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FUTSAL: G.D.MONTEMOR-EQUIPA B, FEMININA, JUVENIL E JUNIOR INICIAM COMPETIÇÃO

As várias equipas de Futsal do G.D.Montemor vão voltando aos campeonatos, a única em competição até ao momento (Séniores A) continua a sua brilhante participação na 3ªdivisão com vitórias em todos os jogos disputados. No próximo dia 4 de Novembro é a vez da equipa B dos seniores do GDM, iniciar o Torneio de Abertura com uma deslocação aos Ferroviários. Também a equipa sénior feminina inicia no pavilhão do Juventude de Évora a sua competição já no próximo sábado, o jogo é ás 18:00 horas.
Os Juniores de Juvenis devido ao facto de mais uma vez não existirem equipas no distrito de Évora, vai ter que participar no Distrital de Santarém.
Em anexo a Agenda de Jogos do G.D.Montemor.

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ALANDROAL NA IMPRENSA

Luta contra o cancro

As actividades de “Um Dia pela Vida” continuaram, no dia 7, com um passeio turístico ao Alqueva, promovido pel’ “A Equipa”, cujo programa contemplou passeio de barco, almoço no Alandroal e uma visita guiada a Terena.
http://www.jornalregional.com/

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O QUE INTERESSA SOBRE O ALENTEJO

Novo semanário "Alto Alentejo" nas bancas a 31 de Outubro

Um novo semanário intitulado "Alto Alentejo" vai estar nas bancas do distrito de Portalegre no dia 31 deste mês, avançou hoje à agência Lusa o director da publicação, Manuel Isaac Correia.
O jornal pretende abranger os 15 municípios do distrito de Portalegre e, numa fase seguinte, os concelhos vizinhos de Vila Velha de Rodão, Mação, Sardoal, Abrantes, Mora, Estremoz, Borba e Vila Viçosa.
http://www.publico.clix.pt/

«As cores do Alentejo» em Estremoz

Está patente até ao final do mês de Outubro a exposição «As cores do Alentejo», na Estalagem Páteo dos Solares, em Estremoz, reunindo um total de 133 obras, de 29 artistas, em pintura, escultura, gravura, aguarela e fotografia.
Segundo referiu Paula Cortes Valente, presidente da instituição que promoveu o evento, o Rotary Club Estremoz, a exposição mostra sobretudo obras de artistas alentejanos, mas também de outras zonas do país que, de alguma forma, têm relação com o Alentejo.
http://www.fabricadeconteudos.com/

PJ detêm cinco estrangeiros e apreende cocaína em Montemor

As detenções ocorreram numa área de serviço da zona de Montemor-o-Novo. Os cinco suspeitos transportavam aproximadamente 100 mil doses individuais de cocaína. A operação, denominada "Touro Bravo" decorreu segunda-feira.
Segundo a PJ, a droga entrava, por via área, em Portugal e seguia de carro para Espanha.
Para além da droga, foram apreendidas duas viaturas, e uma "quantia significativa em dinheiro".

Deficientes com novos serviços no Alentejo

O Serviço de Informação e Mediação para Pessoas com Deficiência vai estar disponível nos três distritos alentejanos.
O protocolo ontem assinado entre sa autarquias de Évora, Beja e Portalegre e o Governo, prevê serviços específicos de informação e apoio as pessoas com deficiência, assim como às suas famílias. Segundo a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação Idália Moniz, trata-se de uma medida inovadora.
http://www.dianafm.com/

Évora: Festa do Cinema Francês

Évora prepara-se para receber a 7ª Festa do Cinema Francês, de 26 a 28 de Outubro, no Auditório da Universidade de Évora. Este evento é recebido em mais sete cidades do país e do programa consta a apresentação de um total de 32 títulos diferentes do melhor cinema francófono, onde estão representados todos os géneros: comédias, dramas, policiais, thriller, animação, filmes de família, ficção científica, entre outros.
Em Évora a sessão inaugural da 7ª Festa do Cinema Francês ocorre esta quinta-feira às 22 horas, e conta com a presença de representantes do filme "Gentille". Os dias seguintes terão sessões duplas, às 18 e 22 horas, sendo que no dia 27 de Outubro são intercaladas por um jantar no restaurante "Cozinha do Cardeal", da Universidade de Évora.
Aos cinéfilos eborenses é proposto o visionamento de cinco importantes antestreias em Portugal do cinema francês: "Gentille" de Sophie Fillières, "Je ne suis pas là pour être aimé" de Stéphane Brizé, "Qui m'aime me suivre" de Benoît Cohen, "La fille du juge" de William Karel (documentário baseado na obra original "Mort d'un silence" de Clémence Boulouque) e "Flandres" de Bruno Dumont (Grande Prémio do Júri do Festival de Cannes 2006).
http://www.noticiasalentejo.pt/


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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Uma deferência da: http://www.dianafm.com/

Interrupção Voluntária da Gravidez: centrar a discussão
Eduardo Luciano

Quinta, 26 Outubro 2006
Está lançado o referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se praticada até às 10 semanas de gestação, por opção da mulher.
Apesar dos apelos de vários sectores da sociedade, para que esta questão fosse decidida na Assembleia da República, o PS, com o apoio do PSD e do Bloco de Esquerda, entendeu convocar um novo referendo sobre esta temática.
Assunto arrumado e, em minha opinião, não vale a pena continuar a dizer que é uma opção errada.
Todos os esforços devem agora concentrar-se na batalha de esclarecimento sobre o que está verdadeiramente em causa.
Num referendo sobre uma questão tão sensível, as palavras e conceitos usados durante o debate que vai envolver toda a sociedade, assumem uma extraordinária importância.
Não é por acaso que o CDS fez uma proposta de alteração à pergunta que vai ser colocada em referendo. Não é por acaso que todos os partidários da penalização das mulheres que recorram à prática do aborto, pretendem simplificar o debate em torno de questões que não estão, de facto, a ser referendadas.
Ainda a procissão vai no adro e já se pretende desviar a discussão para o campo onde a manipulação é mais fácil. Simplificar parece ser a palavra de ordem dos partidários das penas de prisão para as mulheres que interrompam a gravidez.
Não é o direito à vida que vai a referendo. Não é a liberalização do aborto que vai a referendo. Não se pergunta aos portugueses se são a favor ou contra a interrupção voluntária da gravidez. Mas, acreditem, vai ser à volta destas questões que mais tempo se gastará nos debates.
Os órgãos de comunicação social serão tentados a entrar nesta simplificação, por ser mais adequada à sua linguagem.
Os perigos são evidentes. Uma longa discussão sobre assuntos que não irão ser decididos pelos eleitores.
Quem responder SIM no referendo apenas está a dizer que as mulheres que interrompam voluntariamente a gravidez, até às 10 semanas de gestação, em estabelecimento de saúde oficialmente reconhecido, não serão objecto de perseguição criminal.
Quem responder NÃO no referendo está a querer afirmar que nas mesmas circunstâncias as mulheres deverão ser objecto de perseguição criminal, levadas à presença de um Juiz e condenadas numa pena de prisão, que poderá ir até 3 anos.
Do que se trata é de uma alteração ao Código Penal que afaste a punibilidade da interrupção voluntária da gravidez realizada nas condições que já referi.
A serenidade na discussão é fundamental para que o eleitorado se sinta motivado a participar. Mas pelo que já se viu até agora, as possibilidades disso acontecer são reduzidas. O mais provável é que os partidários da punição das mulheres com pena de prisão, façam uso de todos os meios ao seu alcance para transformar este debate numa arena em que vale tudo, pretendendo discutir o que nunca esteve em discussão.
Espero que, desta vez, pelo menos o terrorismo psicológico fique de fora.

Até para semana


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SABIA QUE?

- Os Gregos davam grande importância aos Jogos Olímpicos de tal forma que faziam tréguas de 3 meses, entre as cidades em guerra.

- As guerreiras Amazonas viviam separadas dos homens, apenas os visitavam quando queriam engravidar, sendo os filhos varões posteriormente estrangulados á nascença e as meninas ficavam com as mães para que a raça continuasse.

- Andorra tem a idade de votar das mais altas do mundo – 25 anos

J.P.

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outubro 25, 2006

ÚLTIMA HORA

Não perca amanhã uma entrevista dada ao Alandro al pelo Treinador Paulo Pires do J.S.A.

Publicado por tata em 08:05 PM | Comentários (2) | TrackBack

UM BOCADINHO DE POESIA NUM DIA DE CHUVA

Morre lentamente...
quem não encontra graça em si mesmo.
quem não lê,
quem não viaja,
quem não ouve música,

Morre lentamente...
quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente...
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.
quem se transforma em escravo do hábito
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,

Morre lentamente...
quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos
e os corações aos tropeços.

Morre lentamente...
quem não vira a mesa quando está infeliz com
o seu trabalho, ou amor,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir
atrás de um sonho
quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos...

NERUDA

Viva hoje !

Enviado pela: Mafalda

Publicado por tata em 06:59 PM | Comentários (0) | TrackBack

MUSEU FILATÉLICO DO ALANDRO AL

Espécies em via de extinção

especies em via de extincao aguia imperial.jpg

Águia Imperial

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Bufo Real

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Falcão Peregrino

especies em via de extincao tartaranhao azulado.jpg

Tartaranhão Azulado

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A TERRA DO ENDOVÉLICO III

a terra do endovelico.jpg

Introdução:

A Terra do Endovélico – O Deus dos Lusitanos – é um romance histórico escrito por José Galambas, e cuja acção se desenrola em locais do Concelho do Alandroal.
A obra com prefácio de Manuel Calado e ilustrações de Eunice Gomes, editado pela Zéfiro, ficciona uma história de amor vivida pelos nossos antepassados, sob as bênçãos do Deus Endovélico.
Depois de autorizado pelo Autor, o Alandro al propõe-se divulgar extractos da obra, dando especial atenção aos locais (do nosso Concelho), onde a mesma se desenrola.
Não só aos que fazem parte deste Concelho, mas a todos, aconselhamos vivamente a leitura de A TERRA DO ENDOVÉLICO – O DEUS DOS LUSITANOS.

....A cabana de Tholl e Sylya era redonda assim como todas as outras da aldeia. Todas feitas de grandes pedras, eram moldadas de forma a ficarem em círculo, uma por cima das outras. Ao serem construídas, era sempre deixado um espaço em aberto que fazia de porta, que geralmente era tapada por um pano grande ou com peles de animais. Ao centro das cabanas era colocado um tronco de madeira que sustentava por cima pequenos ramos entrelaçados cobertos com palha e folhagem seca. O interior da cabana onde estavam era muito confortável e estava dividido em três pequenas divisões: numa ficava Sylya e Tholl a dormir, noutra Crathos e a Anaya e a outra era onde normalmente se alimentavam, mas agora também servia para Maryah e Cyrus dormirem.
Maryah sentou-se num pequeno assento de pedra que rodeava todas as partes do interior da cabana, quando os três jovens chegaram finalmente.

Então meninos, onde foram passear? – perguntou Sylya com um olhar directo e intenso para o seu filho Crathos.
- Estivemos a tentar caçar um javali, mãe! – disse Anaya, perante o olhar reprovador do irmão.
- Só que acabamos por ser nós a presa!
- O que aconteceu? – perguntou Máryah levantando-se de espanto.
-Três javalis perseguiram-nos, mas estamos todos bem. Ainda não foi desta que Crathos trouxe o javali aos ombros para a nossa aldeia. – disse Anaya a rir.
- Um dia acontecerá irmã! Um dia! – disse Crathos desgostoso.
- Pois, pois. Que obsessão meu filho! Sabes que não gosto que vás assim para fora da aldeia sem me dizer nada. Máryah estava tão preocupada com Cyrus. Meus filhos, onde estão as boas maneiras para com os nossos hospedes? Assim que eles chegam comportam-se desta forma?
- Pois...mãe. Peço-te desculpa Máryah...mas mãe se eu te dissesse onde ia, tu nunca nos deixarias sair da aldeia, não era? – disse Crathos virando-se para a mãe de Cyrus.
- Muito possivelmente Crathos! – disse Sylya.
- Cyrus! – disse Máryah.
- Temos que ir ao sacerdote Ryur, ele espera-nos.

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MANTER A TRADIÇÃO DOS JOGOS TRADICIONAIS

xito.JPG

Retirado do site: C.M.A.

Publicado por tata em 06:16 PM | Comentários (0) | TrackBack

VELHAS GlÓRIAS

Ídolos do futebol que mereceram cromos

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Jacinto

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Jacinto João

Com autorização de: http://cromodoscromos.blogspot.com/

Publicado por tata em 06:10 PM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 24, 2006

MAIS UMA VISITA AO ALANDROAL

No passado fim-de-semana, embora o tempo não estivesse favorável, mais uma vez as saudades (da família, dos amigos, da torre do relógio, da fonte, etc.) e porque não